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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Jesus, primogênito da criação

“Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação.”
 [Cl 1.15]

O universo vastíssimo e insondável com mais de dez bilhões de anos luz de diâmetro, com bilhões de galáxias, não surgiu espontaneamente nem é produto de explosão cósmica. O universo não é resultado de evolução de milhões e milhões de anos; foi planejado e criado. Só no planeta terra há mais de dois milhões de componentes que tornam este lugar um ambiente favorável à nossa sobrevivência. Seria tudo isso produto do acaso?

Precisaríamos mais fé para crermos na casualidade da geração espontânea e da explosão cósmica do que crermos que Jesus é o criador. Jesus é chamado de primogênito da criação, não porque tenha sido o primeiro ser criado como pensava Ário de Alexandria, mas porque é a fonte da criação. Ele trouxe à existência o que não existia. Do nada, Jesus tudo criou. Tudo foi feito por intermédio dele e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele foram criadas todas as coisas, as visíveis e as invisíveis. Ele é o criador e o sustentador do universo. Nele tudo subsiste.

Jesus é a fonte de vida, pois dele, por meio dele e para ele são todas as coisas.

Fonte: www.lpc.org.br/cada-dia (adaptado)

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal e a Palavra de Deus

Por Lenildo Medeiros

Convincente, forte, completa, eloqüente. O Natal é a Palavra definitiva de Deus ao mundo, dita numa forma mais que audível... ou mais que legível... Na verdade, comunicada de maneira totalmente perceptível a quem quiser entender, pois em forma humana, com o nascimento de Jesus para nossa salvação. Como diz a Bíblia, “e o Verbo (a Palavra) se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1:14).

Jesus é a completa revelação de Deus ao homem. Como confirmam as Escrituras: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho” (Hebreus 1:1,2). Na manjedoura, naquele estábulo, além da mensagem sobre a importância da humildade e da simplicidade, e além do ensino de que o poder não depende de aparências, estava sendo pregada a mensagem da paz, da vida, do amor, da justiça e da alegria verdadeiras e eternas, a mensagem do Reino de Deus.

Quando Jesus nasceu, sua missão já estava definida. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que Deus seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). E podemos dizer como no evangelho: “Graças à misericórdia de nosso Deus, o sol nascente das alturas nos visitará” (Lucas 1:78). Pois o significado do Natal está neste novo amanhecer do Altíssimo Deus para todo aquele que crê.

Nos dias de hoje, muitos acham que Natal é apenas dar presentes, quando a família se reúne e o intuito de festejar. Mas, festejar o quê? O que torna o dia 25 de dezembro tão importante em quase todo o mundo? Natal é o nascimento de Jesus Cristo, o amor e a misericórdia de Deus em nossa vida. Jesus veio a este mundo, andou entre as pessoas, operou milagres e ensinou lições preciosas. Mas, sua presença não está limitada ao tempo e, mais de dois mil anos após seu nascimento, ele ainda está em nosso meio, podendo voltar a nascer a cada dia, mas, agora, no coração daquele que crê no Evangelho.

O que dá significado a esta linda festa é que, num tempo em que o homem vivia afastado de Deus e sem liberdade espiritual, nasceu aquele que daria à humanidade a verdadeira Salvação. Jesus é “Deus conosco” para sempre.

Além diso, o nascimento de Jesus é fundamental também porque vivemos em um mundo desigual, de injustiças. De acordo com a Bíblia, toda injustiça é diabólica, apesar de efetivada por estruturas sociais e mãos humanas. E o Filho de Deus se manifestou para “destruir as obras do diabo” (I João 3.8). Jesus veio ao mundo para socorrer os injustiçados e derrotar os injustos. Lá em Belém, quando olhavam aquele menino recém nascido, as pessoas talvez não soubessem que, um dia, ele seria crucificado. Mas sabiam que Deus usaria o menino para o nosso bem.

Aqueles que sabem o verdadeiro significado do Natal costumam lembrar do livro de Isaías, capítulo 61, versos 1 a 3, onde há uma profecia do nascimento do Messias e sua missão, que diz assim:

“O espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de alegria em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado.”

E podemos crer que o Espírito do Senhor Deus também está sobre cada um de nós, e que ele nos enviou e ungiu para pregar as boas novas, para curar os quebrantados de coração e consolar os que choram. Porque Jesus disse aos discípulos, em João 20:21: “Assim como o Pai me enviou, eu vos envio a vós”. Assim, o presente mais precioso que podemos dar a Jesus nesta data em que se comemora o seu nascimento é uma vida de compromisso total com esta Missão cristã.

Aproveite a época do Natal para ouvir a Palavra de Deus. Aprenda a amar como Jesus amou, a enxergar as pessoas como Ele fez. Jesus se entregou por amor a nós. Sua vida é o incomparável exemplo de compaixão, amor, serviço e fidelidade. Siga os passos de Jesus, que nasceu lá em Belém, mas renasce e revive todas as manhãs nos corações daqueles que o aceitam como Senhor e Salvador de suas vidas.

Fonte: Agência Soma (www.agenciasoma.org.br)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Não quero ser misericordioso só comigo!

A partir de hoje, com a ajuda de Deus, vou ser tão misericordioso com os outros como tenho sido comigo mesmo. Todos temos a mesma natureza pecaminosa. Todos carregamos a mesma bagagem pecaminosa. Deixarei de condenar os outros e perdoar a mim mesmo. Porei um fim nessa tendência de buscar atenuantes para o meu pecado e agravantes para o pecado alheio. Farei isso não para diminuir o peso do meu pecado ou o peso do pecado do outro. Colocarei o dedo em riste para ele e para mim. Enaltecerei a graça de Deus para mim e para ele. Afinal, os dois salmos exatamente iguais (Salmos 14 e 53) dizem: “Todos se extraviaram e juntamente se corromperam”.

Devo essa mudança não só à Palavra e não só ao Espírito. Tenho lido alguns depoimentos que me abriram os olhos. Sêneca, contemporâneo de Jesus e conselheiro de Nero, dizia que todos somos perversos: “O que um reprova no outro, ele o achará em seu próprio peito, [pois] vivemos entre perversos, sendo nós mesmos perversos”. O moralista inglês Samuel Johnson, autor de “A Vaidade dos Desejos Humanos” (1749), explicou que “cada qual sabe de si mesmo o que ele não ousa contar ao seu mais íntimo amigo”.

Uma das declarações mais enfáticas sobre o assunto é da lavra do escritor americano William Saroyan: “O homem mau deve ser perdoado todos os dias. Deve ser amado porque alguma coisa de cada um de nós está no pior homem do mundo e alguma coisa dele está em cada um de nós. Ele e nós somos ele. Nenhum de nós é separado de qualquer outro. A prece do camponês é minha prece; o crime do assassino é o meu crime”.

O médico francês Maurice Fleury confessa: “Depois de percorrer todos os escaninhos da alma humana, cheguei a uma conclusão: tenhamos piedade uns dos outros”. Já o escritor sérvio Vidosav Stevanovic faz bem em lembrar que “o mal, como o bem, faz parte da condição humana. [Portanto], antes de combater o mal nos demais, cada um deve combatê-lo no interior de si mesmo”.

O esforço que estou resolvido a fazer de hoje em diante é uma consequência natural daquele conselho de Jesus de remover primeiro a viga que está em meu próprio olho para, depois, remover o pequeno cisco que está no olho dos outros (Mt 7.1-5). Já que preciso de mais misericórdia do que quem tem o cisco, por que perder a paciência com o próximo? Por que cobrar mais dele do que de mim? Por que não perdoar, se eu fui perdoado? Que o Senhor me ajude!

Fonte: Ultimato

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Consolidação: na direção de Deus

O Ministério da Consolidação têm sido instrumento de Deus no acolhimento daqueles que estão iniciando a sua caminhada com o Senhor. Esse é o nosso trabalho e o de toda a Igreja!

Mensalmente realizamos o “Culto de Integração”, que, como o nome já diz, serve para integrar aqueles que ainda se sentem um “peixe fora d’água” dentro da Igreja (tanto novos convertidos ou pessoas que já possuem uma trajetória com Deus).

Nos últimos 03 Cultos fizemos algo muito especial, com a direção de Deus. Identificamos a necessidade de tornar a reunião mais atrativa para o novo convertido, afim de que se sinta motivado a participar, interagir, contar experiências, etc. Oramos ao Senhor nesse sentido e decidimos trabalhar sob temas específicos em cada culto. Os últimos temas foram esses:

- Dia 21/08/2010, “Eu e você andando juntos: a celebração da Amizade!” (preleção: Pb. Carlos, AD Bonsucesso)
- Dia 02/10/2010, “Vidas Transformadas” (preleção: Mis. Simone, AD Penha)
- Dia 06/11/2010, “IDE: Muito mais do que apenas ir...” (preleção: irmão Anderson, AD Madureira)

Temos visto uma cooperação maior e a mão de Deus sempre estendida em todos os detalhes e preparativos! A caminhada não é fácil (na realidade, ninguém prometeu que seria!), mas a certeza de que estamos fazendo a vontade do Pai e sendo aprovados por Ele, vale qualquer esforço!

Convidamos você a fazer parte dessa história, que escrevemos a cada dia, a cada oração, a cada mão estendida, a cada abraço. O ano de 2010 está terminando e já estamos pensando nas reuniões e projetos que virão em 2011. Nos ajude em oração, junte-se a nós em cada esforço, para que a obra não seja pesada a ninguém.

Que o Senhor vos abençoe!

>> Acesse a nossa Galeria e veja fotos dos Cultos!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Não preciso de Templo

Por: Pr. Olavo Feijó

"Vai, e dize a meu servo Davi: Assim diz o SENHOR: Edificar-me-ás tu uma casa para minha habitação?" [2 Samuel 7:5]

Certo dia, depois de admirar o palácio em que vivia, em contraste com a tenda simples, onde ficava a Arca do Senhor, Davi tomou uma nobre decisão: vou construir um grande templo para Jeová. Para a surpresa do rei, o Senhor mandou, através do profeta Natã, o seguinte recado: “Diga ao meu servo Davi que não faça um templo para eu morar!” (II Samuel 7:5).

Construir grandes templos tem sido, na verdade, não uma necessidade do Senhor, mas uma preocupação daqueles que dizem que O adoram. Em vários textos, a Bíblia afirma que o Senhor “não habita em casas feitas por mãos humanas”. O tamanho e a suntuosidade dos templos refletem a vaidade e a necessidade de poder dos líderes religiosos que administram os templos.

Se o Senhor não precisa de santuários para morar, então onde é que Ele habita? O Apóstolo Paulo responde: “O vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós”. De igual modo, o “sacrifício”, para Deus, é o “coração quebrantado e contrito”. Conclui-se, então, que o templo em que o Senhor quer habitar é o nosso corpo, o nosso coração. Em outras palavras, o corpo e a alma do cristão constituem a morada do Senhor.

Com tanta responsabilidade, é de se entender a oração do Salmista: “criar em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito estável”. Lembremo-nos da instrução do Senhor: “não faça um templo para eu morar!” 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Posição errada

"Cuidado para não serem levados pelos erros de pessoas imorais [...]. Porém continuem a crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor." [2 Pedro 3.17-18]

Somos de Cristo. Esta é uma posição absolutamente segura. Marca o fim do que era velho e o início do que é novo (2Co 5.17). Deus “nos libertou do poder da escuridão e nos trouxe em segurança para o Reino do seu Filho amado” (Cl 1.13). Por termos recebido a Cristo e crido nele, ganhamos o direito de nos tornarmos filhos de Deus (Jo 1.12). “E herdaremos as bênçãos que ele guarda para o seu povo e também herdaremos com Cristo o que Deus tem guardado para ele” (Rm 8.17).

A posição é tão segura e maravilhosa, que em todo o universo não há nada que “pode nos separar do amor de Deus, que por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor: nem a morte nem a vida, nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais: nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo” (Rm 8.38-39). Perder esta posição é perder o que há de mais seguro em nossas vidas, a única bagagem que nos acompanha na morte. É jogar fora o que há de mais precioso e causa maior honra em toda a nossa existência humana.

Pedro nos faz ainda uma última exortação: é preciso tomar cuidado para não cair de nossa posição segura nem deixar de crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Retirada de Devocionais Para Todas as Estações (Editora Ultimato, 2009).

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Deus fala, o homem vive

Por: Pr. Olavo Feijó

"E dissestes: Eis aqui o SENHOR nosso Deus nos fez ver a sua glória e a sua grandeza, e ouvimos a sua voz do meio do fogo; hoje vimos que Deus fala com o homem, e que este permanece vivo." [Deuteronômio 5:24]

No final da sua vida, Moisés relembra ao povo judeu as coisas maravilhosas que aconteceram, quando Jeová lhe deu as tábuas da Lei, no meio de grande fogo, nuvem, escuridão e uma voz poderosa. E relembra também a milagrosa descoberta feita pelo povo: “Hoje vimos que Deus fala com os homens e que o homem fica vivo” (Deuteronômio 5:24).

Como naquele tempo, “Deus fala com os homens”. Também, como naquele tempo, “o homem fica vivo”... Mas nem sempre. Durante os quarenta anos do deserto, toda aquela geração que saiu do Egito e que, apesar de tudo aquilo que o Senhor lhes ensinou, não obedeceu a Ele, toda aquela geração pareceu no deserto. Não obedecer ao Senhor é o caminho certo do suicídio.

Somos bem aventurados porque o Senhor, através da Bíblia, fala conosco. Por isso mesmo, entretanto, somos responsáveis, quando não ligamos para os ensinos divinos. O objetivo da fala do Senhor é nos dar vida espiritual. Jesus confirma a Bíblia toda quando diz: “Eu vim para que tenham vida e vida em abundância”. A escolha é nossa. Ouvir e não ligar. Ouvir e fingir que Ele nada disse. O Senhor fala visando sempre nosso bem. É essencial crer nisso. Deus fala, o homem vive!

sábado, 16 de outubro de 2010

O programa CQC da Band entrevista Pr. Silas Malafaia

O programa CQC, da BAND, entrevistou o pastor Silas Malafaia. Apesar de a atração ser conhecida por suas ironias a personalidades e artistas, aproveitou a programação para discutir um assunto polêmico que está em evidência durante esse período eleitoral: aborto.

Confira o resultado dessa gravação na próxima segunda-feira, 18 de outubro, às 22h15, na BAND.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Free to Believe [Livre para acreditar]

A Organização da Conferência Islâmica, que compreende 57 países, sendo a maioria de população muçulmana, apresentará mais uma vez a Resolução da Difamação da Religião na Assembleia Geral das Nações Unidas, no final deste ano.

Essa resolução:

- dá ao governo o poder para determinar quais visões religiosas podem ou não podem se expressar nesses países;

- dá ao Estado o direito de punir aqueles que expressam posições religiosas “inaceitáveis”, de acordo com o que eles acreditam;

- torna a perseguição legal;

- visa criminalizar palavras e ações consideradas contra uma religião em particular, nesse caso, o Islã.

- tem o poder de estabelecer legitimidade internacional para leis nacionais que punem a blasfêmia ou, por outro lado, proíbem críticas à religião.

Muitos países apoiaram essa resolução no passado, mas alguns agora estão mudando de ideia. Este ano, existe uma possibilidade real de que ela seja derrotada. E você pode ajudar. Está na hora de mudarmos isso.

Participe da petição global realizada pela Portas Abertas Internacional e una-se a milhares de cristãos ao redor do mundo. O abaixo-assinado será entregue às Nações Unidas em dezembro deste ano.

» Como posso ajudar?

Divulgue a campanha para outras pessoas, em sua igreja, escola, faculdade, trabalho, utilizando os recursos disponibilizados em nosso site. Faça o download de alguns recursos como vídeos, apresentação em powerpoint e arquivos para marca-página e adesivo. Além disso, você pode imprimir o abaixo-assinado quantas vezes quiser e distribuir para muitas pessoas.

Preencha seus dados no formulário, que funciona como um abaixo-assinado eletrônico e ajude a mudar a história da liberdade religiosa em muitos países.

Fonte: Free to Believe

Escrevendo a melhor história

Escrever uma história requer um preparo adequado. Escrever a melhor história requer uma dedicação sem igual.

Você e eu somos personagens da mais importante história, a história da nossa vida. Existem capítulos maravilhosos que já fazem parte, mas existem outros tantos capítulos que comporão a história de nossas vidas.

Serão capítulos emocionantes, cheios de suspense e surpresas. Mas, a pergunta é: serão capítulos vitoriosos ou que descreverão o nosso fracasso? Quem não se preocupa com a sua história, a entrega a um final melancólico e triste?

Muitos têm hoje uma história sem graça, cheia de episódios tristes e com muitas derrotas acumuladas. Não sabem de onde vieram, onde estão nem para onde irão. Vivem sem compromisso com a verdade e nem se interessam por escrever uma história bonita. Muitos desses vivem repetindo: “Deixa a vida me levar, vida leva eu”.

Em II Crônicas encontramos frases muito objetivas que descrevem a história de uma vida toda. Algumas frases nos contam histórias tristes. A vida do rei Jeorão, narrada em 2Cr 21.1-20 é uma dessas. Embora tivesse herdado o trono do seu pai, o bom rei Josafá, e tivesse recebido muitos presentes em prata, ouro e pedras preciosas, quando assumiu o trono e se fortificou, certamente por temor matou todos os seus irmãos e também alguns príncipes de Israel. Jeorão escreveu a sua história andando nos caminhos tortuosos dos reis de Israel, que tinham se desviado completamente do Senhor. Jeorão começou a reinar com a idade de trinta e dois anos. Era bem jovem. Reinou por oito anos. E por sua história que estava sendo escrita de modo triste e não exemplar mereceu a disciplina do Senhor que levantou contra ele o ânimo dos filisteus e dos arábios para guerrearem contra ele. Depois de uma grande derrota o Senhor o feriu nas suas entranhas com uma enfermidade incurável. Durante dois anos sofreu dores terríveis e aos quarenta anos morreu e o cronista foi lacônico em descrever essa história de vida: “E se foi, sem deixar saudades de si”. Que triste história. Partir sem deixar saudades!

Por outro lado, encontramos também a história do rei Uzias: “Todo o povo de Judá tomou a Uzias, que tinha dezesseis anos, em lugar de seu pai Amazias... Uzias tinha dezesseis anos quando começou a reinar, e reinou cinqüenta e dois anos em Jerusalém... Ele fez o que era correto diante do Senhor... Ele buscou a Deus... e enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar” (2Cr 26.1-5). Que história! Que contraste marcante! Quando buscamos o Senhor, quando pedimos que Ele escreva a nossa história, o que Ele escreve é sempre bom e exemplar. Mas, quando deixamos o Senhor, a nossa história se complica, tanto quanto se complicou a história de Uzias quando se envaideceu diante de tudo o que o Senhor tinha lhe dado.

Permita que Deus escreva a sua história, pois somente assim ela será bonita e exemplar. Só Deus pode escrever a melhor história!

Que Deus o abençoe,

Por Pr. Itamir Neves

(Fonte: http://www.vidanova.com.br/teologiabrasileira.asp)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Necessidades básicas

“Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir”. [Mateus 6.25]

A adoção aparece no Sermão do Monte como a base da vida de fé, isto é, a vida de confiança em Deus para a provisão das necessidades materiais de todo aquele que busca o reino de Deus e sua justiça.

Creio ser desnecessário observar que uma pessoa pode viver uma vida de fé sem ter de renunciar a um bom emprego, embora alguns sejam chamados a fazer isto. No entanto, todos os cristãos são chamados a uma vida de fé, no sentido de seguir a vontade de Deus a qualquer custo, confiando-lhe todas as conseqüências.

E mais cedo ou mais tarde, todos são tentados a colocar seu status e segurança, em termos humanos, acima da lealdade ao chamado de Deus. Então, se resistirem a essa tentação, serão imediatamente tentados a se preocupar com as prováveis conseqüências de sua decisão, principalmente quando seguir a Jesus os obrigar a perder parte da segurança ou prosperidade que, de outro modo, poderiam desfrutar.

Aos que são tentados dessa forma em sua vida de fé, Jesus oferece a verdade da adoção (a certeza da adoção na família de Deus) de modo que possam suportar a tentação.

Retirada de “O Conhecimento de Deus ao Longo do Ano” (Editora Ultimato, 2008) / Texto adaptado

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Direitos dados pelo Criador e direitos inventados pela criatura

1. Nas premissas bíblicas não há elementos capazes de autorizar o domínio do homem sobre outros homens, à exceção do domínio próprio, que é o domínio do homem sobre si mesmo.

2. Ao se conceituar adequadamente pecado, percebe-se que pecado é sempre uma alteração da ordem estabelecida por Deus, não necessariamente ordem (mandamento), mas ordem (equilíbrio), embora o mandamento seja o principal agente mantenedor do equilíbrio.

3. Pode-se observar que todos os indivíduos das espécies animais criados por Deus situam-se no binômio macho e fêmea, e a mesma atração que atua entre o homem e a mulher os atrai entre si. No rompimento desse equilíbrio está o gérmen em potencial da extinção de uma espécie.

4. Mais do que um dom, a sexualidade é um direito, e os direitos do homem são flagrantemente reconhecidos por Deus: “a César o que é de César” (Mt 22.21). Todavia, os direitos inventados pelo homem são de sua responsabilidade.

5. Quando homens e mulheres deixam-se alterar em sua identidade sexual, não importa quando, como ou por que, só existe um caminho para reassumi-la. Alterações da natureza transformam-se em amarras de tamanha resistência que não podem mais ser rompidas pelas pessoas, nem pela medicina, senão por um poder maior: “Se, pois, o Filho [de Deus] vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).

6. A humanidade encontra-se em processo irreversível de solidão. Quanto mais promíscua é uma pessoa, maior a solidão que ela acumula, porque a solidão é diretamente proporcional à sua incapacidade de amar.

7. A famosa expressão “amor livre”, tão em voga modernamente, de amor só tem o rótulo.

8. Na ótica do Criador só existem dois seres capazes de se formar uma só carne. O problema, portanto, não é ser ou não homossexual, mas estar ou não estar homossexualizado.

9. No plano criador de Deus, ninguém é homossexual.

Celso Milan é funcionário aposentado do Banco Central e escritor. As frases acima foram retiradas com sua permissão do seu mais recente livro Conceituação - temas polêmicos, p. 55.

[Nota do blog: Texto extraído da Revista Ultimato de Setembro-Outubro/1998, mas bem propício aos nossos dias. Fonte www.ultimato.com.br]

sábado, 18 de setembro de 2010

Dois remédios para as desculpas

HÁ DOIS remédios para esse perigo. Um deles é lembrar que Deus conhece todas as desculpas legítimas muito melhor do que nós. E se, de fato, existem “circunstâncias atenuantes”, não precisamos ter medo de que elas passem despercebidas diante Dele. Deus deve conhecer muitas desculpas que nem sequer imaginamos. Portanto, depois da morte, as almas humildes terão a grata surpresa ao saber que em certas circunstâncias elas pecaram muito menos do que estavam pensando. Todo o processo de perdão real é por conta dele. O que temos de apresentar diante de Deus é aquele restinho indesculpável, que se chama pecado. Ficar discutindo sobre todas aquelas partes que poderiam (supomos) ser perdoadas é perda de tempo. Quando você vai ao médico, você fala das partes que estão com defeito – digamos, por exemplo, um braço quebrado. Seria perda de tempo ficar explicando que as suas pernas, olhos e garganta estão bem. Você pode até estar errado na sua suposição, mas, se eles realmente estiverem em ordem, o médico o saberá.

O segundo remédio é acreditar real e verdadeiramente no perdão dos pecados. Grande parte da nossa preocupação em dar desculpas vem de não conseguirmos realmente acreditar no perdão, de acharmos que Deus poderá nos rejeitar se não ficar satisfeito e que podemos tirar algum tipo de vantagem da situação em nosso favor. Mas isso não seria nenhum perdão. O perdão real significa olhar com firmeza para o pecado (o montante de pecado que restou sem qualquer desculpa), depois de apresentadas todas as circunstâncias atenuantes, e encará-lo em todo o seu horror, sujeira, falta de sentido e malícia, e, ainda sim, conseguir reconciliar-se totalmente com o homem que o praticou. É isso e somente isso que significa o perdão, e podemos obtê-lo de Deus sempre que lhe pedirmos.

– de The Weight of Glory [Peso de Glória]

Retirado de Um Ano com C. S. Lewis (Editora Ultimato, 2005).

terça-feira, 14 de setembro de 2010

“Eu e você, andando juntos - A celebração da amizade!"

No dia 21/08/10, todas as nossas expectativas foram supridas de uma forma mais que excelente! Tudo o que planejamos (na tentativa de fazer o melhor para Deus), foi pequeno demais em comparação com a “resposta divina” ao nosso anseio. Deus se manifestou nos mais simples detalhes do Culto de Integração!

Como o tema sugeriu, abordamos a importância de andarmos juntos, celebrando a amizade que Deus nos fez nutrir por cada um ali presente. Foram momentos em que a comunhão falou mais alto! Oramos uns pelos outros, e ainda pudemos profetizar na vida de cada um que “somos corpo” e “bem ajustados, totalmente ligados” no Senhor!

Veja algumas fotos abaixo, e no próximo culto, não deixe de comparecer!






quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Preso por pregar

Pastor é detido na Inglaterra por dizer, em pregação de rua, que a homossexualidade é pecado

Enquanto no Brasil os efeitos de uma eventual aprovação ao Projeto de Lei 122/06 – a chamada Lei Anti-homofobia – rende acaloradas discussões, na Grã-Bretanha já há gente sendo presa por pregar contra o homossexualismo.

Foi isso que aconteceu com Dale McAlpine, pastor batista que disse num sermão em praça pública que o comportamento homossexual é pecado. McAlpine, de 42 anos, costuma pregar na rua, usando uma pequena escada para ficar mais à vista das pessoas. Numa dessas mensagens itinerantes, ele foi detido pela polícia, sob a acusação de causar “intimidação e angústia” aos transeuntes. O fato aconteceu na cidade de Wokington, noroeste da Inglaterra.

McAlpine ficou sete horas retido no distrito policial, episódio que considerou humilhante: “Eu me sinto profundamente chocado e envergonhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço”, protestou o religioso.

A detenção foi realizada pelo agente Sam Adams, que admitiu ser uma espécie de interlocutor entre a polícia e a comunidade gay local. “Minha liberdade foi tolhida por rumores vindos de alguém que não gostou do que eu disse”. O processo contra McAlpine por supostas declarações públicas contra gays ocorre semanas depois que um juiz britânico disse que não há proteção especial na lei para crenças cristãs.

O magistrado deu ganho de causa a uma organização que demitiu um terapeuta de casais por se recusar a atender parceiros homoafetivos, alegando que isso seria contra seus princípios cristãos.

Fonte: http://cristianismohoje.com.br/

Avance sempre

Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar. Mas é importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.

Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena. Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios. Continue andando e fazendo.

O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.

A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele. Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.

Então continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante. Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.

Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado. Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!

Autor desconhecido

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Se minha jumenta falasse

Por: Jair Souza Leal

Talvez, se os animais falassem, eles pudessem nos impedir de andar fora dos propósitos do Senhor como uma jumenta fez com o profeta Balaão. Enquanto o profeta Balaão se afastava da vontade do Senhor, sua jumenta permanecia fiel, mostrando ser mais obediente a Deus do que ele.

Balaão, o profeta, é quem devia ter as visões espirituais, mas é sua jumenta que enxerga o mundo espiritual. É ela que vê o poderoso anjo em missão nada amigável. Por ter perdido o temor do Senhor ele se tornou insensato, a ponto de conversar com um animal como se fosse o Dr. Dolittle, ouvindo, argumentando, fazendo ameaças.

A jumenta precisou falar para que ele entendesse a sua burrice - com todo respeito aos animais. Este animal foi um verdadeiro herói: impediu a morte do seu dono, e ensinou a ele o que é fidelidade. Aprendemos dele que há pessoas tão insensatas que sequer merecem os animais que possuem.

Balaão pensava estar com a razão, e descarregava sua fúria no pobre animal. É fácil se irar e cometer injustiças com aquele que nos é fiel, sendo nós a causa do problema.

Quem nesta história bíblica parece ser o animal irracional? Na verdade, o homem desobediente a Deus é mais irracional do que um animal, porque toda a natureza, em especial os animais, embora não tenham sido criados à imagem e semelhança de Deus como o homem, obedecem as suas ordens sem questionar.

Antes do dilúvio Deus enviou um casal de cada espécie até a arca, mansamente, e eles foram (Gn 7:15-16). Corvos foram enviados por Deus para alimentar o profeta Elias na época de uma grande seca (1 Reis 17:4-6). Um feroz e faminto leão teve de se controlar para não devorar o profeta Daniel, pois sua obediência a Deus era maior do que o seu instinto selvagem (Dn 6:16-24).

E quem foi enviado para salvar o desobediente profeta que foi lançado ao mar? Um grande peixe (Jn 1:15-17). E para trazer os recursos que Jesus precisava para pagar impostos? Um peixe (Mt 17:27). E quem foi usado para despertar a consciência de Pedro enquanto ele negava seu Senhor? Um galo (Lc 22:60-62).

Na verdade, não só os animais, mas, "até os ventos e o mar lhe obedecem" (Mt 8:27). Como recompensa a esta obediência, Deus cuida de cada um deles: alimentando, protegendo (Mt 6:26; Lc 12:6).

Não deveríamos aprender com a natureza e com os animais o que significa obedecer a Deus? Deus vai precisar usar um animal para nos ensinar a obedecer? Os mais estúpidos animais conhecem o seu dono (Is 1:3), você conhece o seu Deus? Quem tem sido mais fiel e temente a Deus, você, ou seu animal de estimação?

Deus cuida e protege os animais porque estes lhe obedecem. Porque Deus deveria cuidar de você? Porque deveria te proteger?

Precisamos aprender com os jumentos, galos, formigas, o que significa ser fiel e obediente ao Senhor. Então, não seja uma toupeira: obedeça ao Senhor, mas não seja uma tartaruga nessa obediência. Corra como a corça ou como a lebre para a presença de Deus, voe como águia para os seus braços. Seja manso como a pomba, prudente como a serpente, puro como o cordeiro. Seja ovelha do pastor Jesus, não um lobo vestido de ovelha em meio ao rebanho.

O jumento que Jesus montou teve prazer em carregá-lo, o de Balaão, não. O jumento que Jesus montou não precisou falar, pois estava sendo guiado no caminho correto, por alguém que era temente a Deus, um verdadeiro profeta.

Você vai precisar esperar o seu animal falar para começar a obedecer a Deus? Vai esperar o galo cantar para não mais negar a Jesus o Leão da tribo de Judá?

Fonte: Instituto Jetro

domingo, 15 de agosto de 2010

Para mim o viver é Cristo

"Porquanto, para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro." (Filipenses 1.21)

Quando meditei sobre esta passagem fiquei muito comovido e concluí: Cristo deve ter a prioridade em minha vida!

Certamente todos concordam com isso em teoria, e dizemos sim a Jesus. Mas será que a nossa vida pessoal também é assim no dia-a-dia? O que está em primeiro lugar em minha vida? O meu trabalho, a minha família, os meus interesses - ou de fato unicamente Jesus Cristo?

Se Ele realmente está em primeiro lugar em sua vida, todas as outras coisas adquirem o devido valor.

Quando continuamos meditando mais sobre este texto, somos tocados pela palavrinha "é". "Para mim o viver é Cristo." O nosso problema é que temos a inclinação de deixar isso para mais tarde, argumentando: "Certamente quando chegar a hora, o Senhor Jesus será tudo para nós." Mas isso está errado, pois agora, neste exato momento, Ele, a quem foi dado todo o poder no céu e na terra, é a nossa vida.

E se esse é de fato o nosso caso, então não há mais lugar para coisas negativas e obscuras, nenhuma incredulidade e falta de fé terá espaço em nossa vida. Então não somos mais determinados ou oprimidos por sentimentos ou emoções, pois o nosso íntimo estará tomado por Jesus Cristo, e poderemos dizer de verdade: "Para mim o viver é Cristo."

Extraído do livro "Pérolas Diárias" (Wim Malgo) / Fonte: Ame Produções / Portal Adorando

Ateus lucram em cima da crença alheia nos EUA

Um grupo de ateus nos Estados Unidos criou um serviço ideal para religiosos que acreditam no arrebatamento: eles se oferecem para cuidar dos bichos de estimação dos religiosos em troca de uma pequena taxa.

Todos os ateus registrados no site Eternal Earth-Bound Pets são pecadores e blasfemos confessos, garantindo que serão deixados para trás quando os escolhidos forem selecionados.

O modelo de negócio é uma tentativa irreverente de lucrar às custas da crença — espalhada entre os cristãos americanos — de que os pios serão carregados ao paraíso por Deus em um arrebatamento repentino, deixando descrentes para sobreviver a sete anos no reino do anti-Cristo na Terra,

“Você dedicou sua vida a Jesus. Você sabe que será salvo. Mas quando o arrebatamento vier, o que acontecerá com seus amados bichos de estimação que serão deixados para trás?”, pergunta o site do grupo.

“Eternal Earth-Bound Pets tira esse peso da sua consciência.”

Por 110 dólares, a firma promete cuidar pela vida toda de quase todos os bichos de estimação domésticos se seus donos forem transportados para o paraíso dentro dos próximos dez anos.

A oferta pode soar forçada ou até mesmo provocativa, mas o grupo insiste que não é brincadeira. Ele alega que possui uma rede de ateus amantes de animais espalhados por 20 estados para garantir velocidade e cuidado animal no local quando o arrebatamento ocorrer, e estabeleceu uma conta no Paypal para receber assinaturas.

Os fundadores também garantem aos crentes que seus animais irão desfrutar de uma excelente qualidade de vida: “Todos os animais viverão em casas amáveis, não em um canil ou oficina de animais.”

E enquanto a companhia promete que todos os ateus cuidadores sejam pessoas morais com ficha criminal limpa, afirma que eles não são tão santos.

“Cada um de nossos representantes afirmou para nós por escrito que eles são ateus, não acreditam em Deus nem em Jesus, e que eles blasfemaram de acordo com Marcos 3:29, negando qualquer chance de salvação”, afirma o website.

Mas os consumidores em potencial são advertidos a lerem os termos e condições antes de abrir mão de US$ 110,00; se o assinante perder sua fé ou não for arrebatado em 10 anos, eles não poderão receber um reembolso.

Tradução de Telegraph.co.uk / Fonte: Ultimato

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Guarde Sua Mente, Observe Sua Boca

"Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido." [Josué 1:8]

Josué estava cercado de inimigos para confrontá-lo em sua jornada. Na realidade, parecia que aquilo nunca teria fim. Mas por favor observe que Josué foi instruído pelo Senhor a manter a Palavra, não o problema, em seus lábios e sua mente.

Como Josué, se você e eu quisermos fazer nosso caminho próspero e sermos bem sucedidos nesta vida, precisamos definitivamente colocar nossos pensamentos e palavras em alguma outra coisa do que no problema que enfrentamos. Precisamos parar de pensar sobre o problema, falar sobre o problema e, às vezes, precisamos até parar de orar sobre o problema. Se temos orado, Deus tem ouvido. Eu não estou dizendo que não há um momento importuno; mas frequentemente dizemos que seguimos com Deus, quando na realidade estamos seguindo com nosso problema.

Em Marcos 11:23 Jesus nos instruiu a falar à montanha. Ele não disse: "Fale sobre a montanha." Se há um propósito em falar sobre isso, então fale. Do contrário, o melhor é manter-se em silêncio sobre isso. Palavras avivam emoções que frequentemente causam aborrecimentos devido ao foco excessivo na circunstância. É valioso sair e fazer algo agradável enquanto você aguarda que Deus resolva o seu problema. Você pode não gostar disso, mas não deixe de fazê-lo. Isso vai te ajudar! Mantenha sua mente— e sua boca—fora do problema!

Tradução: Thaisa / From the book New Day, New You: 365 Devotions for Enjoying Everyday Life by Joyce Meyer. Copyright © 2007 by Joyce Meyer. Published by FaithWords. All rights reserved.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Silêncio inquietante

Estudo comprova que exposição exagerada à TV isola as crianças 

Conversas entre crianças e seus pais diminuem consideravelmente quando uma televisão está ligada por perto, mesmo que os espectadores não prestem lá muita atenção ao que é exibido. A conclusão – que não é nenhuma novidade, aliás – é de um estudo de duas instituições dos Estados Unidos, a Universidade de Washington (EUA) e o Instituto de Pesquisas Infantil de Seattle. Os pesquisadores equiparam 300 crianças entre dois e quatro anos de idade com um gravador, a fim de registrar tudo que elas diziam e ouviam durante um dia inteiro, uma vez por mês, ao longo de dois anos. Depois, um programa analisou as gravações. Para cada hora de televisão ligada, os pesquisadores descobriram que as crianças, em média, ouviram 770 menos palavras de um adulto – uma diminuição significativa em relação ao período em que a tevê permanecia desligada.

“Algumas dessas reduções provavelmente se devem ao fato de que a criança é deixada sozinha diante da televisão”, diz o doutor Dimitri Christakis, coordenador do estudo. “Mas fica claro também que os adultos, apesar de presentes, são distraídos pela tela e não interagem com a criança de forma perceptível”. No entender dos especialistas, a exposição exagerada à televisão nessa idade pode ser associada a retardos de linguagem e deficiências cognitivas, dado o caráter passivo da atividade.

Fonte: cristianismohoje.com.br

terça-feira, 20 de julho de 2010

O Propósito de Deus para conosco

No dia 03/07 realizamos mais um Culto de Integração e o Senhor nos marcou com uma palavra sobre o Seu maravilhoso propósito para as nossas vidas. Não houve quem, naquela noite especial, não fosse tocado pela glória de Deus! Não faltaram lágrimas, gratidão e mãos levantadas ao Deus que nos inclui em Seus planos!

Leia um pouco do que foi ministrado:

“Quando Deus criou o ser humano Ele soprou sobre ele e o mesmo ficou cheio do Espírito Santo. Entretanto, por causa do pecado (desobediência a ordem de Deus), Adão, o primeiro homem, pecou e foi destituído da glória de Deus e conseqüentemente gerou filhos e filhas destituídos da glória de Deus, do Espírito Santo.

Deus sabia que isso poderia acontecer, pois, criara o homem com liberdade de escolha e sabia que ele poderia escolher a desobediência e conseqüentemente a morte. Então, de antemão Deus também preparou o Salvador para entrar em ação caso o homem pecasse. Por causa da morte do Salvador, hoje, a glória de Deus, o Espírito Santo, está sendo RESTITUÍDO aos homens e mulheres que o desejam. Assim como a destituição da glória de Deus aconteceu como fruto da vontade humana, da mesma forma acontece em relação à restituição. Se você deseja ser restituído da glória de Deus, aceite a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, pois, em tudo aquilo que Adão falhou, Ele, a nossa semelhança foi fiel; e por causa da sua morte o salário do pecado foi pago. Você foi substituído lá na Cruz. Sem merecer, Jesus Cristo morreu a tua morte, para que, sem merecer, você pudesse herdar a vida dEle. A vida de Cristo é aquela mesma que estava em Adão no Éden... É a Glória de Deus, o Espírito de Deus.”

“Quando aceitamos esta maravilhosa salvação nos tornamos aptos para receber de volta dentro de nós o Maravilhoso e Único Espírito Santo de Deus: João 20:19-23 “Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! E, dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor. Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos.”

“A mesma coisa que o Senhor Deus fez no Jardim do Éden ao criar o homem, o nosso Senhor Jesus faz aqui ao recriar-nos - Ele sopra e diz: “Recebei o Espírito Santo”. E quando recebemos o Espírito Santo em nós, além dele testemunhar ao nosso espírito que somos filhos de Deus, Ele faz com que algumas coisas comecem a acontecer e elas precisam ser desenvolvidas por cada um de nós. Marcos 16:16: “Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado. Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados.”

“Então este é o propósito da nossa existência humana - carregar dentro de nós o Maravilhoso Espírito Santo. Nosso corpo é uma lâmpada, nossa autoridade espiritual é o óleo e o Espírito Santo é o Fogo de Deus. Quando tudo isso se ajunta, se torna convergente, nos tornamos luz para nós mesmos e para os que estão nas trevas.”

“Os nossos corpos foram criados com a capacidade de receber e armazenar a Glória de Deus. Isso não tem nada a ver com a nossa teologia, com a maneira que entendemos Deus. Eu estou falando de coisas físicas. A Glória do Senhor é física embora seja invisível. Quando a Glória do Senhor encheu o templo os sacerdotes tiveram que sair, pois Ela encheu o templo, não cabia mais ninguém. A Glória do Senhor se manifestou queimando o sacrifício de Abrão, dos pais de Sansão, de Davi, etc. O vento é invisível, mas você pode senti-lo através do corpo e também ver os seus efeitos ao seu redor. Assim também é a Glória do Senhor: invisível, mas, real e palpável. O nosso corpo foi minuciosamente projetado e construído por Deus para catalizar, armazenar a sua Glória, indiferente da nossa teologia.”

[O texto foi extraído da mensagem “O Propósito de Deus para conosco” do Pr. Antônio Cirilo – Ministério Santa Geração]

domingo, 18 de julho de 2010

Cartilha para combater o crime de troca de voto por Saúde

Você sabe qual é o primeiro passo para combater a corrupção eleitoral? Segundo a cartilha “Voto não tem preço. Saúde é seu direito!”, lançada no plenário do Conselho Nacional de Saúde, em Brasília, quarta-feira, 7 de julho (dia seguinte ao início da campanha eleitoral para presidente, governador, vices, deputados e senadores nas ruas e na internet), é “conhecer os seus direitos”. A publicação, uma iniciativa do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, pretende esclarecer aos eleitores que serviços de saúde não devem ser trocados por voto, afirmando: “Todo cidadão tem direito a ser atendido com ordem e organização, a ter um atendimento com qualidade, a um tratamento humanizado e sem nenhuma discriminação; Todo cidadão deve ter respeitados os seus direitos de paciente; Todo cidadão também tem deveres na hora de buscar atendimento de saúde, como nunca dar informações erradas sobre seu estado de saúde e tratar os profissionais com respeito; Todos devem cumprir o que diz a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde", disponível no site do Ministério da Saúde.

Para ajudar os cidadãos e cidadãs a identificarem eventuais casos de corrupção eleitoral e combatê-los, a cartilha ensina passo-a-passo como denunciar o crime ao Ministério Público da cidade.

"A Lei 9.840, criada a partir de um projeto de lei de iniciativa popular, promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e por outras entidades brasileiras, determina os casos que se enquadram como compra de votos. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral nasceu justamente dessa luta, quando um milhão de assinaturas de brasileiros e brasileiras possibilitou a votação e aprovação no Congresso Nacional do projeto de lei de iniciativa popular que originou a Lei 9.840".

Leia e compartilhe em sua igreja a cartilha “Voto não tem preço. Saúde é seu direito!”.

Fonte: Agência Soma

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A cultura e a comunicação do evangelho

Por: Florencio de Ataídes

A palavra “cultura” pode ser entendida como costumes, língua e tradições de um povo. Ou seja, é resultado de comportamentos que um grupo herda de seus antepassados, transmitindo-os às gerações seguintes. A cultura não é estática, mas dinâmica, pois novos costumes e valores são assimilados constantemente. Segundo David J. Hesselgrave, “a cultura constantemente se transforma em decorrência das inovações, das pressões internas e dos empréstimos transculturais” (“A Comunicação Transcultural do Evangelho”, p. 86). Essas mudanças não acontecem abruptamente -- são um processo que leva algum tempo.

A cultura pode chocar-se com os conceitos bíblicos, constituindo-se num problema para missionários. O trabalho transcultural requer sensibilidade diante dos costumes e rituais do povo, distinguindo aquilo que é demoníaco e o que é cultural.

Quando o missionário considera a sua cultura superior àquela do povo com o qual está trabalhando, surgem barreiras intransponíveis e os prejuízos são irreparáveis! É preciso ter interesse pela cultura do povo, imergindo nela para compreender e contextualizar a mensagem do evangelho, para que haja uma comunicação adequada e sem prejuízo ao seu conteúdo. O Pacto de Lausanne entende que “o evangelho não pressupõe a superioridade de nenhuma cultura sobre a outra, mas avalia todas as culturas de acordo com o seu critério de verdade e justiça, insistindo nos absolutos morais de cada cultura” (“O Evangelho e a Cultura”, p. 73). O antropólogo Paul G. Hiebert afirma que “por causa do pecado do homem, todas as culturas também possuem estruturas e práticas pecaminosas” (“O Evangelho e a Diversidade das Culturas”, p. 33).

O papel do missionário não é mudar a cultura do povo com o qual está trabalhando, mas levar o evangelho em sua essência, apenas orientando os convertidos e ensinando-lhes o puro evangelho de Jesus Cristo. Essa é a sua tarefa primordial; o resto é trabalho de Deus!

Florencio de Ataídes é pastor da Igreja Presbiteriana Renovada, diretor da Escola de Missões Priscila e Áquila, bacharel em teologia pelo SPR, licenciado em história pela Fatema, pós-graduado em filosofia pela UCG e mestre em missiologia pelo CEM.

Fonte: Ultimato

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Gregos e troianos

Poderia alguém ser puro com balanças desonestas e pesos falsos? (Mq 6.11)

Não dá para colocar na mesma mesa o pecado e a pureza. São coisas diametralmente opostas. Uma repudia a outra.

Aqueles que não querem renunciar totalmente ao gosto pelos prazeres transitórios nem ao ideal de santidade estão numa situação confusa, indeterminada, indefinida, irreverente e, além de tudo, inadmissível. É isso que Miquéias quer demonstrar ao povo de Jerusalém: “Poderia alguém ser puro com balanças desonestas e pesos falsos?”.

Muitas outras perguntas dessa natureza podem ser feitas. Por exemplo: Poderia alguém ser puro com mãos sujas de sangue? Com língua mentirosa? Com olhos adúlteros? Com débitos não saldados? Com coração cheio de ódio?

Outro profeta enfrentou situação semelhante senão mais grave. Em sua época, Israel queria agradar a gregos e troianos, queria garantir o apoio de Deus e de Baal. Então Elias o enfrentou fazendo a seguinte pergunta: “Até quando vocês vão oscilar [ou dançar, ou escorregar, ou coxear, ou claudicar] para um lado e para o outro?” (1 Rs 18.21).

Com o auxílio de Deus não vou capengar entre o bem e o mal. Ficarei de um lado só — o lado certo!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).

terça-feira, 13 de julho de 2010

Culto de Integração: “Chamados para remar!”

O dia 19/06/2010 foi marcado pelo Senhor para nos trazer uma palavra de ânimo! Aceitamos Seu convite e nos reunimos mais uma vez para realizarmos o Culto de Integração (A cada encontro torna-se mais especial. O segredo mora na liberdade que damos ao Espírito para se mover no meio de nós e a liturgia tão simples, mas que nos enche de amor pela obra).

Celebramos ao som de canções de júbilo, aplaudimos, levantamos as mãos, fomos guiados para uma adoração sincera e que toca o coração de Deus! Com ousadia clamamos para que o Senhor “abrisse o mar”, para que passemos a pés enxutos. Pedimos também que Ele viesse com o seu amor e nos abraçasse. Aliás, esse momento foi impactante, mas o melhor ainda estava por vir!

Chegou a hora da meditação na Palavra, e o profeta da noite foi o irmão Carlos, que é um dos mais novos integrantes do Ministério da Consolidação. A leitura foi no evangelho de João 6:16-24.

“As vezes ficamos dentro do barco sem bússola e sem direção, em alto mar. Onde está Jesus? Ele está no monte.”

“Apesar de estarmos sozinhos no mar, no meio da escuridão, uma coisa é certa: Jesus virá! Não adianta voltar, pular fora do barco. A verdade é que eu e você fomos chamados para remar! Não devemos nos preocupar, Jesus está vindo!”

“A única coisa que resta para nós é ficarmos dentro do barco e esperar por Jesus. Temos dificuldade de reconhecer que perdemos a direção, mas Jesus está vindo, e somente Ele é o nosso Guia!”


> Veja fotos do Culto de Integração na Galeria de Fotos do blog!

terça-feira, 6 de julho de 2010

“Procuro meus irmãos”

“No final da década de 1950, portanto, no início do meu ministério, eu me encontrava pregando na Alemanha Oriental, certamente um dos países comunistas mais fechados naquela época. E ali estava eu, um holandês, na casa dos 20 anos, pregando numa igreja evangélica.

Quando terminei minha mensagem, o pastor veio sentar-se ao meu lado. Rodeando meus ombros com seu braço, ele começou a lembrar a história de Gênesis 37, onde se conta que José ficou perdido nos campos de Siquém. Quando um homem se aproximou e perguntou-lhe o que estava procurando, José respondeu: “Procuro meus irmãos” (Gn 37:14-16).

O pastor então começou a chorar e, em meio a grande comoção, disse-me: “É exatamente isso que você está fazendo, André. Está procurando seus irmãos”.

O maior interesse de Deus no mundo, hoje, não é a democracia, o capitalismo ou qualquer outro sistema. Deus se interessa pelo Corpo de Cristo, a Igreja, e esse deve ser também o centro do nosso interesse!

Deus está interessado no fortalecimento da Igreja, em prepará-la para a volta de seu Filho, em prover condições pra que a Igreja, mesmo frente a terríveis embates com o inimigo de nossas almas, mantenha firme o testemunho de Jesus. Esse é o nosso grande desafio.

Como membros do Corpo de Cristo, não podemos ficar somente como espectadores. Isso arruína o nosso testemunho e nos torna irrelevantes como Igreja. Tornamo-nos fracos e estéreis, para não dizer mortos!

Minha oração é para que não vivamos mais atrás da cortina de ferro da ignorância. Precisamos procurar continuamente os nossos irmãos, especialmente naqueles países onde ainda não se respiram os ventos da liberdade. É nossa responsabilidade e nossa alegria estar vitalmente unidos à Igreja de Cristo, onde quer que ela exista.

Se falharmos agora, talvez não haja uma nova oportunidade. Vamos dedicar nossas vidas a Jesus e fazer o que nunca fizemos antes. Nossa tarefa ainda não terminou.”

Por: Irmão André, fundador do Ministério Portas Abertas / Fonte: Fanzine Underground, julho/2010

Brasileiros muçulmanos já chegam a um milhão

Faz parte do imaginário popular a ideia de que o povo brasileiro é aberto, acolhedor, livre de preconceitos. Com uma Constituição forte e moderna, pode-se afirmar que no Brasil todos possuem os mesmos direitos e oportunidades, sem distinção de raça, credo ou sexo.

De fato, não há restrições legais para a prática das mais diversas religiões e o preconceito racial, por exemplo, há tempos é punido com rigor.

No entanto, há uma forma sutil de preconceito ou de animosidade que só é perceptível a quem faz parte de determinado grupo e que, na maioria das vezes, não chega a configurar uma violação das leis do país. Em algumas cidades, sobretudo do interior, protestantes e católicos vivem às turras; o mesmo acontece entre cristãos (católicos e protestantes) e espíritas em determinadas localidades e, nesse caso, a rixa é tão grande que não é raro que os envolvidos acabem na delegacia de polícia.

Uma prova para a paz

Pois a tradicional hospitalidade brasileira está para ser posta à prova mais uma vez. Vários veículos de comunicação vêm apontando o avanço do islamismo no Brasil. Em reportagem recente, o jornal francês Le Figaro publicou uma extensa matéria sobre o aumento do número de muçulmanosnas periferias dos grandes centros brasileiros. No ano passado, a revista Época relatou o mesmo fenômeno, mostrando como a religião muçulmana tem feito adeptos, sobretudo junto às comunidades mais pobres, que veem na mensagem islâmica de igualdade racial e justiça uma forma legítima de combater o racismo e a violência policial a que são submetidas com frequência.

Embora não seja possível precisar o número de muçulmanos no Brasil, estima-se que eles já sejam um milhão de fiéis. Conforme indicam os estudos, esse número só tende a crescer e a pergunta que fica é: como será a convivência entre os brasileiros de várias religiões e os brasileiros muçulmanos?

Terroristas de uma hora para outra?

Em países de maioria muçulmana, os adeptos de outras religiões, sobretudo os cristãos, enfrentam muitas dificuldades para professar sua fé com liberdade. No Brasil, qualquer pessoa tem o direito de optar pela religião que quiser, tem o direito de mudar de religião, tem o direito de frequentar o templo que bem entender, tem o direito até de não crer. E isso não é só no papel, já faz parte da cultura do brasileiro.

Mas, é interessante imaginar como seria a convivência entre os grupos, por exemplo, de cristãos pentecostais, tradicionais ou mesmo católicos com os convertidos ao islamismo... Quanto do preconceito enraizado no imaginário coletivo viria à tona e faria com que vizinhos ou colegas de faculdade passassem a ser vistos como terroristas, pelo fato de terem se tornado muçulmanos?

Os brasileiros em geral e os cristãos em particular devem estar preparados para essa nova realidade que se anuncia. Que aqueles que conhecem a salvação em Cristo jamais se desviem do seu chamado original de pregar o evangelho a toda criatura e que haja em cada um o desejo da paz. Afinal, os pacificadores serão chamados filhos de Deus (Mt 5.9).

Por: Cristina Ignácio (Missão Portas Abertas / www.portasabertas.org.br)

terça-feira, 15 de junho de 2010

Aflitos estamos à Tua procura

Por: Sérgio Assumpção

Leia Lucas 2.48

Os pais de Jesus iam anualmente à Festa da Páscoa. Doze anos indo à mesma festa com Jesus. A parte do versículo 42 de Lucas 2 diz: “subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa.” Esta é a questão. Eles tinham o hábito de subir. Nos dias de hoje, muita gente vai aos templos, mas apenas pelo costume, não vão para adorar a Deus e ouvir a Sua Palavra. O hábito deixou a vida mecânica. As coisas são feitas no automático.

Quando a vida com Deus se torna um costume, se perde a sensibilidade da sua voz. O v.43 diz: “Terminados os dias da festa, ao regressarem, permaneceu o menino Jesus em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem.” José e Maria perderam Jesus. As pessoas hoje, perdem facilmente a pessoa de Jesus. O costume pode te levar aos cultos, mas não à presença de Deus. Para a presença de Deus, somente um coração sincero com o desejo de adorá-lo. O que fazer? Procurar Jesus aonde você perdeu.

O perigo está no fato de que pessoas perderam Jesus, mas ainda não se aperceberem disto, por causa dos hábitos religiosos. Foi assim com Sansão. A presença de Deus tinha saído dele, que não se deu conta. O texto de Juízes 16.20 diz: “E disse ela: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão! Tendo ele despertado do seu sono, disse consigo mesmo: Sairei ainda esta vez como dantes e me livrarei; porque ele não sabia ainda que já o Senhor se tinha retirado dele.”

Estar na igreja não significa estar com Deus. Os pais de Jesus voltaram para procurá-lo. Esta deve ser a nossa atitude: voltar e procurá-lo. Foram três dias de procura. Quanto tempo você está procurando Jesus? O v. 48 diz: “Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados; e sua mãe lhe disse: Filho, por que fizeste assim conosco? Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura.”

Quando achamos a presença de Jesus, ficamos maravilhados! É a presença de Deus que nos traz prazer de viver. Mas Maria perguntou: “Filho, por que fizeste assim conosco?” Mas não foi Jesus que a deixou, foi ela que o perdeu. Fazemos assim também, colocamos a culpa numa série de situações por ter perdido Jesus. Colocamos a culpa até em Deus, ou mesmo em pessoas.

O que será da nossa vida sem a presença de Deus? Que você esteja aflito pela distância de Deus, e o procure o mais rápido possível, pois em Oséias 5.15 diz: “Irei e voltarei para o meu lugar, até que se reconheçam culpados e busquem a minha face: estando eles angustiados, cedo me buscarão...”

Nota: Resumo da mensagem pregada no dia 13/06/10 na Assembléia de Deus em Bonsucesso (RJ).

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Por fora e por dentro

Se, porventura, o sumo sacerdote, dentro do Santo dos santos, no Dia da Expiação, levantasse a tampa da Arca da Aliança para ver as duas tábuas de pedra que continham os Dez Mandamentos, o vaso de ouro que continha o maná e o bordão de Arão que havia florescido -- ele veria que aquela arca sagrada era revestida de ouro puro não só por fora, mas também por dentro. Por ordem de Deus, foi exatamente assim que Bezalel, o superdotado artífice do tabernáculo a fez, como se lê no livro de Êxodo: Bezalel fez a arca de 1,10 metro de comprimento e 70 centímetros de largura e altura e “revestiu-a de ouro puro por dentro e por fora” (Êx 37.2).

Se, muitos anos depois, no tempo de Jesus, alguém fosse à casa de algum membro do partido dos fariseus, em Jerusalém, e pedisse um copo d’água e um prato de comida, logo perderia a sede e a fome. Pois o copo e o prato que estavam reluzentes na cristaleira achavam-se limpos por fora e sujos por dentro. A denúncia não é de nenhum guarda da saúde pública, mas do próprio Jesus Cristo, e a preocupação não é com a limpeza de copos e pratos, mas com a limpeza do caráter. Os fariseus eram artífices da hipocrisia, eram sepulcros caiados, “bonitos por fora, mas por dentro cheios de ossos e de todo tipo de imundície” (Mt 23.25-28).

Jesus teve muito mais paciência com mulheres de conduta sexual confusa do que com qualquer exibição de virtude ou sentimento inexistentes. Ele chegou a amaldiçoar uma figueira por causa de sua aparência enganosa: tudo indicava que a árvore tinha frutos, quando, de fato, nenhum figo foi achado nem colhido (Mc 11.12-14).

O juízo de Deus é muito mais frequente e severo quando o pecado se chama hipocrisia. O escritor Josué Montello acertou em cheio quando disse que “todos temos duas personalidades: a verdadeira e a social, que nem sempre rimam uma com a outra”. Quando a rima não acontece, Deus certamente provocará o escândalo necessário, ou no presente momento (o que é muito melhor) ou no juízo vindouro (o que será irreversivelmente trágico). Foi isso que ele prometeu fazer com Israel na época de Manassés (696 a.C.): “Limparei Jerusalém como se limpa um prato, lavando-o e virando-o de cabeça para baixo” (2Rs 21.13). Em outra expressão equivalente, Deus ameaça a grande cidade de Nínive: “Vou levantar o seu vestido até a altura do seu rosto. Mostrarei às nações a sua nudez e aos reinos, as suas vergonhas” (Na 3.5).

O livro de Provérbios denuncia a estratégia de ocultar o coração mau com lábios amistosos. Seria como colocar uma camada de esmalte sobre um vaso de barro (Pv 26.23). Nosso modelo deve ser a Arca da Aliança, revestida de ouro puro tanto por fora como por dentro!

Fonte: Ultimato

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sobre a preocupação

Deus lhe oferece exatamente isso: a possibilidade de uma vida livre da ansiedade. Não menos preocupação, mas nenhuma preocupação. Ele criou um abrigo para o seu coração. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Filipenses 4:7).

A preocupação não muda nada. Você não acrescenta um dia à sua vida ou um pouco de vida ao seu dia ficando preocupado. Sua ansiedade só lhe causa mal-estar, nada mais. A respeito das coisas que nos preocupamos:

40% nunca acontecem
30% relacionam-se a feitos imutáveis do passado
12% concentram-se em opiniões dos outros que não podem ser controladas
10% estão centradas na saúde pessoal, que só piora enquanto nos preocupamos
8% estão ligadas a problemas reais que podemos influenciar

Noventa e dois por cento de nossas preocupações são desnecessárias! A preocupação não só é irrelevante, e nada faz; ela também é falta de reverência, falta de confiança em Deus.

A preocupação denuncia uma fé frágil, uma “blasfêmia inconsciente”. Não duvidamos de Deus de modo intencional, mas, quando nos preocupamos, não o fazemos essencialmente?

Em vez de preocupar-se com algo, ore.

A preocupação diminui à medida que olhamos para cima. Deus sabe o que pode acontecer nesta jornada, e quer nos levar ao lar.

Ore por tudo.

Orações confiantes prenunciam a paz de Deus. Não uma paz aleatória, nebulosa, terrena, mas a paz dEle. Importada do céu. A mesma tranqüilidade que marca a sala do trono, Deus oferece a você.

Preocupar-se é uma alternativa, não uma obrigação.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs. 96 a 101)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Os impactos do tabagismo na saúde e no bolso

As informações divulgadas pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), neste Dia Mundial Sem Tabaco (31/5), são uma importante fonte de argumentos para um diálogo com aqueles que rodeiam os cristãos no seu dia-a-dia sobre os efeitos nocivos do cigarro na vida das pessoas, especialmente as mulheres. Por exemplo, O INCA enfatiza que "o tabagismo pesa no bolso das brasileiras. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad 2008) do IBGE revela que as mulheres gastam por mês, em média, 12% de um salário mínimo com cigarros industrializados. O estudo ITC Brasil (International Tobacco Control) - que entrevistou mulheres do Rio, São Paulo e Porto Alegre, e foi lançado em outubro de 2009 - mostra que cerca de 80% das fumantes entrevistadas declararam saber que o dinheiro destinado ao cigarro poderia ser mais bem utilizado com gastos domésticos, como por exemplo, a compra de alimentos".

Impactos do tabagismo para a Saúde da Mulher, segundo o INCA:

1. "Segundo o Banco Mundial e o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, tabaco e pobreza formam um ciclo vicioso e representam um entrave ao desenvolvimento sustentável dos países. Os maiores percentuais de fumantes no Brasil, entre ambos os sexos, estão entre a população menos escolarizada (25,7%) e entre as pessoas de menor renda (19,9%), incluída a população que ganha até um quarto de salário mínimo";

2. "Mulheres que fumam e tomam pílula têm dez vezes mais chances de sofrer ataques cardíacos e embolia pulmonar do que as que não fumam e utilizam a pílula para o controle da natalidade. Além disso, as fumantes têm 22% mais probabilidade de ter um acidente vascular cerebral (AVC). Os dados são do Manual do Dia Mundial sem Tabaco 2010, produzido pelo INCA";

3. "O câncer de pulmão já é o segundo tipo de neoplasia que mais mata as mulheres no Brasil, depois dos tumores de mama. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) informam que 7.435 brasileiras morreram em 2008 em decorrência da doença. Em 2000, a taxa de mortalidade decorrente de câncer de pulmão era de 5,97 óbitos a cada cem mil mulheres; em 2007 chegou a 7,15 - um aumento de 20%. Já a taxa de mortalidade entre os homens se mantém no patamar de 16 óbitos a cem mil homens ao longo de todo o período";

4. "Grande parte da população feminina do mundo, inclusive no Brasil, responde pelo sustento familiar e enfrenta duplas jornadas de trabalho. Essas pesquisas comprovam que muitas mulheres, vítimas de distúrbios de humor, ansiedade e solidão, encontram alívio no cigarro";

5. "Na pesquisa do ITC, cerca de 50% das brasileiras entrevistadas afirmaram que seria “muito difícil” ou “extremamente difícil” ficar sem fumar durante um dia inteiro. No Brasil, a região Sul, onde se encontram as indústrias do tabaco, apresenta a maior proporção de fumantes (15,9%)";

6. "Mulheres que fumam durante a gravidez, conforme explica a coordenadora da Divisão de Tabagismo do INCA, Valéria Oliveira, colocam em risco tanto a própria saúde, quanto a do bebê: “Um único cigarro fumado pela gestante aumenta os batimentos cardíacos do feto, devido ao efeito da nicotina sobre o seu aparelho cardiovascular”, explica Oliveira. Se a gestante persistir fumando, o risco pode se agravar, resultando em sangramentos ou até mesmo na morte do bebê";

7. "Calcula-se que o tabagismo seja responsável por 40% dos óbitos nas mulheres com menos de 65 anos e por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres com mais de 65 anos de idade";

8. "Mulheres fumantes que não usam pílula anticoncepcional têm a taxa de fertilidade reduzida em 18% em razão do efeito causado pelas taxas de concentração de nicotina no ovário";

9. "Mulheres que fumam antes da gravidez têm duas vezes mais probabilidade de ter um atraso no processo da concepção e têm 30% mais chances de infertilidade";

10. "Fumar durante a gravidez compromete a saúde do bebê. O cigarro pode causar abortos espontâneos, nascimentos prematuros. Mortes fetais, complicações com a placenta e sangramentos ocorrem mais freqüentemente quando a mulher grávida é fumante".

Fonte: INCA / Agência Soma

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sobre a soberania de Deus

Confessar a soberania de Deus é reconhecer o Reino de Deus, sua autoridade real e o poder de veto acerca de todas as coisas que acontecem. Abraçar a soberania de Deus é beber da fonte de seu senhorio e fazer um passeio de barco na tempestade da decisão.

Com muita freqüência em nossa vida, nos encontramos em pé diante do guichê de Deus, achando que conhecemos o itinerário. Boa saúde, uma promoção no trabalho, uma gravidez. Muitas vezes Deus verifica o itinerário que Ele criou e diz sim. Todavia, há momentos em que Ele diz: “Não. Essa não é a jornada que planejei para você. É preciso passar pela rota da Cidade da Luta”.

Margaret Clarkson, em seu livro maravilhosamente intitulado “Grace Grows Best in Winter” (A Graça Cresce mais no Inverno), escreveu:

A soberania de Deus é a rocha inabalável a que o coração humano em sofrimento deve se apegar. As circunstâncias em volta de nossas vidas não são acidentes: podem até ser obra do mal, mas esse mal está sob o controle da poderosa mão de nosso Deus soberano. Todo mal está sujeito a Ele, e o mal não pode tocar seus filhos a menos que Ele permita. Deus é o Senhor da história da humanidade e da história pessoal de cada membro de sua família redimida.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs.88, 91 e 93).

Possuir Bíblia no Uzbequistão pode custar US$ 500

Igrejas e casas foram invadidas pela polícia, os pastores foram presos 

No Uzbequistão, a repressão aos cristãos cresce a cada dia. Líderes da igreja foram presos e com eles suas bíblias, literaturas e computadores. A ofensiva do Governo sobre os cristãos, que começou em 3 de maio, ainda está em curso.

A repressão começou depois que uma mãe muçulmana reclamou que seu filho tinha sido batizado. Logo, igrejas e casas foram invadidas pela polícia. Os pastores foram presos, pessoas que possuíam uma Bíblia na língua do Uzbequistão foram multadas em cerca de US$ 500, equivale a dois meses de salários para um cidadão de classe média do Uzbequistão.

Embora o país seja de maioria muçulmana, (88% da população), o cristianismo é ptraticado no país sob a forma de Igreja Ortodoxa Russa, por quase 10% da população.

A lei contra o proselitismo tem pena máxima de quinze dias de reclusão. Essa pode ser a razão para que tribunais apliquem multas com mais freqüência. Elas chegam a 80 vezes o salário mínimo, que é de US$ 250 por mês, ou seja, US$ 20 mil.

Fonte: Persecution / Redação CPADNews

sábado, 22 de maio de 2010

Concurso de contos e poesias sobre a história das Sociedades Bíblicas no mundo

A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) lança neste mês de maio o Concurso Literário "A História de Mary Jones - O início do movimento das Sociedades Bíblicas", com o objetivo de destacar a vida da jovem galesa que, no século XVIII, inspirou a criação da aliança mundial de organizações de difusão da Bíblia Sagrada. As inscrições estão abertas até o dia 20/8 e os deficientes visuais também podem participar, pois há material específico para eles e um dos objetivos da iniciativa é incentivar a escrita e leitura em braile, além de fomentar a criatividade de todos. A cerimônia de premiação está prevista para o dia 25 de setembro, no Museu da Bíblia, em Barueri (SP). O regulamento completo está no site da SBB.

Para participar, o autor deve ter como texto base o livro "A História de Mary Jones - O Início do movimento das Sociedades Bíblicas", que pode ser adquirido gratuitamente na SBB. O Concurso terá duas categorias: autores com idade igual ou superior a 15 anos e autores com idade de até 14 anos completos (na data da inscrição).

Pessoas com deficiência visual devem se cadastrar no programa “A Bíblia para pessoas com deficiência”, da Sociedade Bíblica do Brasil, por meio do site www.sbb.org.br ou entrar em contato pelo 0800-727-8888. Os demais também podem entrar em contato pelo mesmo telefone. Os inscritos receberão a obra em braile ou impressa em tinta. As inscrições também podem ser feitas pessoalmente ou por correio (endereços no site).

Um pouco da história da jovem Mary Jones

Foi o sonho e a perseverança de Mary Jones – uma menina de apenas 9 anos que lutou para conseguir um exemplar da Bíblia – que lançou, há 200 anos, a semente responsável pelo surgimento da primeira Sociedade Bíblica do mundo. Nascida no País de Gales, no século XVIII, a menina de família pobre viveu em uma época em que os livros – particularmente a Bíblia – eram difíceis de serem encontrados e muito caros.

Disposta a qualquer sacrifício, Mary Jones trabalhou duro, economizou dinheiro por seis anos e ainda fez uma exaustiva viagem a pé de quase 40 quilômetros para atingir a sua meta. Sensibilizado com a experiência da menina, um grupo de cristãos ingleses decidiu fazer algo de concreto para tornar a Bíblia acessível a todos os povos. Assim, em 1804, na Inglaterra, foi fundada a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, dando origem a uma obra que se ampliou e ganhou alcance mundial.

A SBB faz parte das Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), uma aliança mundial fundada em 1946 com o objetivo de facilitar o processo de tradução, produção e distribuição das Escrituras Sagradas por meio de estratégias de cooperação mútua. As SBU congregam 145 Sociedades Bíblicas, atuantes em mais de 200 países e territórios. Essas entidades são orientadas pela missão de promover a maior distribuição possível de Bíblias, numa linguagem que as pessoas possam compreender e a um preço que possam pagar.

Fonte: Sociedade Bíblica do Brasil / Agência Soma

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Seu Pai não tem a intenção de deixá-lo cair

Em seu encantador livro “The Dance of Hope” (A Dança da Esperança), meu amigo Bill Frey conta a história de um estudante cego chamado John, de quem ele foi tutor na Universidade do Colorado em 1951. Um dia Bill perguntou a John como ele havia ficado cego. O estudante descreveu um acidente que acontecera em sua adolescência. A tragédia tirou não só a visão do garoto, mas também sua esperança. Ele disse a Bill: “Fiquei amargurado e com raiva de Deus por ter permitido que aquilo acontecesse, e descontei minha ira em todos ao meu redor. Eu achava que não tinha mais futuro, e que por isso não moveria um dedo sequer em meu benefício. Deixaria os outros esperarem por mim. Fechei a porta do meu quarto e me recusei a sair exceto para as refeições.”

Tal revelação surpreendeu Bill. O estudante não demonstrava mais nenhuma amargura ou raiva. Então ele pediu que John explicasse a mudança. John atribuiu isso a seu pai. Cansado da festa da piedade e pronto a fazer com que seu filho progredisse na vida, ele lembrou o menino do vento do inverno que estava se aproximando e disse-lhe para preparar as janelas extras que protegeriam as janelas comuns do mau tempo. “Faça o trabalho antes que eu volte para casa”, o pai insistiu, batendo a porta ao sair.

John reagiu com ira. Resmungando, praguejando e apalpando o caminho até a garagem, ele encontrou as janelas, a escada e as ferramentas, e então começou a trabalhar. “Ele vai lamentar quando eu cair da escada e quebrar o pescoço.” Porém, ele não caiu. Pouco a pouco, ele deu a volta na casa e terminou a tarefa.

O serviço atingiu o objetivo do pai. John relutantemente percebeu que ainda podia trabalhar e começou a reconstruir sua vida. Anos depois, aprendeu algo mais sobre aquele dia. Quando partilhou esse detalhe com Bill, seus olhos se encheram de lágrimas. “Descobri mais tarde que em momento algum daquele dia meu pai esteve longe de mim por mais de um metro e meio de distância”.

O pai não tinha a intenção de deixar o menino cair.

Seu Pai também não tem a intenção de deixá-lo cair.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs.80 e 81).

segunda-feira, 10 de maio de 2010

In necessariis unitas, in dubiis libertas, in omnibus caritas

No essencial, unidade; no secundário, diversidade; em todas as coisas, caridade.
-- Lema dos morávios

Dois jovens morávios souberam que numa ilha no leste da Índia havia 3 mil escravos pertencentes a um ateu britânico. Sem permissão de ir para lá como missionários, eles decidiram se vender como escravos e usar o dinheiro para pagar as passagens para a ilha. No dia da partida, suas famílias estavam reunidas no porto, sabendo que jamais os veriam outra vez. Quando o barco estava se afastando, os dois rapazes gritaram: “Que através das nossas vidas o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa por seu sacrifício”.

A Igreja dos Morávios começou com John Huss no final do século 14 e estabeleceu uma comunidade na Saxônia chamada Herrnhut, onde, no século 17, houve um avivamento a partir de uma reunião de oração ininterrupta, 24 horas por dia, sete dias por semana, que durou 100 anos.

Os primeiros missionários morávios foram um oleiro e um carpinteiro, enviados para o Caribe em 1732. Trinta anos depois, centenas de missionários haviam seguido para muitas partes do mundo, como o Ártico, a África e o Oriente, sustentando-se com suas profissões. Em Labrador, eles compraram navios e ensinaram atividades produtivas ao povo, levando o evangelho e melhoria de vida. No Suriname, atuaram no comércio, criando alfaiatarias, fábricas de relógios e panificadoras. Sua influência econômica crescia juntamente com a influência espiritual.

“A contribuição mais importante dos morávios foi a ênfase na ideia de que todo cristão é um missionário e deve testemunhar por meio de sua vida diária. Se o exemplo dos morávios tivesse sido estudado mais cuidadosamente por outros cristãos, é possível que o homem de negócios pudesse ter retido seu lugar de honra na missão cristã em desenvolvimento, além do pregador, do professor e do médico”, afirmou William Danker.

Por: Enedina Sacramento, casada, seis filhos, é membro do Comitê Gestor da Interserve Brasil-CEM. / Fonte: Ultimato

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Nunca aceite qualquer glória

Por: A. W. Tozer

Deus é zeloso de sua glória e não a dará a ninguém. Ele não irá nem mesmo compartilhar sua glória com quem quer que seja. É muito natural, diria eu, que as pessoas esperem que seu serviço cristão talvez lhes dê uma oportunidade de demonstrar seus talentos. Verdadeiramente querem servir ao Senhor, mas também querem que os demais saibam o quanto e a que custo estão servindo ao Senhor. Elas querem ter reputação entre os santos.

Este é um terreno muito perigoso: buscar reputação entre os santos. Já é ruim o bastante procurar reputação no mundo, mas é pior procurar reputação entre o povo de Deus. Nosso Senhor desistiu de sua reputação, e nós devemos fazer o mesmo.

Meister Eckhart, certa ocasião, pregou um sermão sobre a purificação que Cristo fez no templo. Disse ele: "Ora, nada havia de errado com aqueles homens que vendiam e compravam ali. Nada havia de errado em trocar dinheiro ali; aquilo tinha de ser feito. O pecado deles se resumia no fato de fazerem isso para ter lucro. Eles ganhavam certa porcentagem ao servirem ao Senhor". E então Eckhart fez a aplicação: "Quem quer que sirva por uma comissão, por um pouquinho de glória que possa tirar desse serviço, é um comerciante e deve ser expulso do templo".

Concordo plenamente com isso. Se você está servindo ao Senhor e, quase sem perceber - talvez inconscientemente mesmo -, espera obter uma pequena comissão de cinco por cento, cuidado! Isso irá espantar o poder de Deus de seu espírito. Você precisa determinar que nunca irá aceitar qualquer glória, mas cuidar para que seja entregue integralmente a Deus.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

4º Culto de Integração do ano: “Tua graça nos basta”

No dia 1º de maio, apesar do feriado, nos reunimos para celebrar o nome do Senhor no Culto de Integração. Poderíamos estar em tantos outros lugares, mas escolhemos a boa parte, que não nos será tirada!

A proposta é integração e o convite se estende a todos aqueles que querem se achegar mais, conhecer mais a Cristo, conhecer pessoas que estão na mesma caminhada, se fortalecer para continuar e nunca andar sozinho. Aliás, esse é o nosso tema: “Não caminhe sozinho, caminhe junto”.

Tivemos a participação muito abençoada do Ministério Hesed no momento de louvor e adoração, onde pudemos declarar que, apesar das dificuldades, a graça do nosso Deus está sobre nós e há de nos bastar.

O preletor da noite foi o irmão Cláudio Ventura, que nos abençoou com seu testemunho de vida. “O evangelho de Cristo transforma vidas! O apelo de Jesus é para que todos venham da maneira que estão, mas não é possível ficar do mesmo jeito. Sempre há mudança!”

O texto bíblico utilizado foi II Coríntios 12:8-10 entre outras referências.

O próximo Culto de Integração será no dia 05/06/2010! Não perca!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Sobre o Espírito Santo (parte 2)

Suas ações interrompem o fluir do Espírito em sua vida? O pecado encoberto interfere na circulação do Espírito. O pecado confessado, no entanto, conecta o cabo e restaura o poder.

(...) O Espírito Santo invisivelmente, embora de modo indispensável, funciona como o leme para o barco de sua alma, mantendo você navegando e na rota.

(...) “...o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5:5). Observe a preposição de. O Espírito Santo derrama o amor de Deus em nosso coração, não amor por Deus. Deus entrega um balde de amor ao Espírito e instrui: “Embebedam seus corações”.

(...) Nenhum de nós ora tanto quanto deveria, mas todos oramos mais do que pensamos, porque o Espírito Santo transforma nossos suspiros em petições e nossas lágrimas em súplicas. Ele fala por você e o protege. Ele assegura que você será ouvido. E também garante que você chegará ao lar.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs.76, 77 ,80 ,82 e 84).

Globo e Família, nada a ver!

Uma notícia muito interessante e altamente relevante foi publicada no site da BBC Brasil (www.bbcbrasil.com) no dia 30 de janeiro. Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, liderado por Alberto Chong e Eliana La Ferrara, mostrou que as novelas da TV Globo, que chegavam a 98% dos municípios do pais durante os anos 90, tiveram influência no aumento de divórcios no Brasil.

Segundo a notícia, a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram foi significativa onde o sinal da Globo era disponível. Esse aumento do divórcio foi ainda maior em municípios pequenos.

Segundo o relatório final, o enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.

No estudo, Chong e La Ferrara, analisaram 115 novelas entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis aos seus maridos. “A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, as funções desempenhadas por mulheres emancipadas e uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras”, diz a pesquisa.

Já sabíamos dessa triste associação. O que nos faltavam eram as pesquisas científicas, como a elaborada pelo BID.

Uma das cenas, transmitida pela Rede Globo, que nunca me esqueço, foi levada ao ar nesse período do estudo. A cena se deu no seriado Malhação, destinado ao público adolescente. Um pai estava conversando com o filho na piscina. O tema era justamente o divórcio. O menino, de uns 7 anos, perguntou ao pai porque tinha se separado da mãe. O pai então respondeu: “Filho, casamento é igual sala de cinema. Você entra e se não gostar do filme, sai e vai para outra”. Quantos ouviram aquela frase e a adotaram com filosofia de vida?

O que chega, através do sinal da Globo, nos lares brasileiros, especialmente através das novelas, é todo o tipo de mensagem que contraria o ideal de Deus para o casamento, para a família e para a expressão sadia da sexualidade. O que podemos fazer diante dessa constatação?

O primeiro passo é conscientizar-se do perigo das novelas para a construção de famílias saudáveis. As famílias, especialmente as cristãs, precisam se conscientizar desse fato.

Segundo, precisamos, como famílias cristãs, barrar a entrada das novelas no cotidiano da família. Concordem ou não, as novelas são mais que entretenimento. São veículos de transmissão de valores, de ideologias. Na maioria das vezes, diabólicas!

Terceiro, precisamos criar na família um espírito crítico quando recebemos uma mensagem que não coaduna com os valores cristãos. Esse espírito crítico precisa ser desenvolvido na família, especialmente com os filhos.

Quarto, os pastores e igrejas precisam alertar publicamente às famílias dos prejuízos que as novelas trazem para o fortalecimento da vida conjugal e familiar.

Por último, precisamos ensinar as famílias como usarem sabiamente o tempo quando o aparelho de televisão estiver desligado.

O slogan da Rede Globo é “Globo e você, tudo a ver”. Mas, à luz do estudo publicado pelo BID e das nossas próprias constatações, poderíamos concluir o artigo afirmando “Globo e família, nada a ver”.

Por: Pr. Gilson Bifano / Fonte: www.clickfamilia.org.br

domingo, 25 de abril de 2010

Sobre o Espírito Santo

A verdadeira questão não é: “Como ter mais do Espírito?”, mas, sim: “Como você, Espírito, pode ter mais de mim?” Esperaríamos uma resposta grandiosa a essa pergunta. Construa um orfanato. Memorize o livro de Levítico. Dê banho em leprosos.

“Faça isso e seja cheio”, pensamos.

“Faça isso sozinho e fique exausto”, Deus nos corrige.

Você deseja ter o Espírito de Deus? Aqui está o que precisa fazer. Peça. “Porque qualquer que pede recebe... Pois, se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lucas 11:10,13).

O Espírito Santo encherá sua vida à medida que você, cômodo por cômodo, convidá-lo a fluir.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (pág.65-66).

sábado, 24 de abril de 2010

Estatísticas atualizadas do desafio missionário indígena no Brasil

“A Igreja indígena está em franco crescimento, e isto se dá a partir das relações inter-tribais locais, atuação missionária com ênfase no discipulado e treinamento indígena e três fortes movimentos indígenas nacionais. A presença missionária coordena mais de duas centenas de programas e projetos sociais de relevância que minimizam o sofrimento em áreas críticas, sobretudo em educação e saúde, e valorizam a sociedade indígena local”. A boa notícia vem do relatório 2010 Etnias Indígenas Brasileiras, do Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB). Mas segundo o estudo, ainda há muito o que fazer: “não há presença missionária em 95 etnias conhecidas, 27 etnias isoladas e 25 a pesquisar, totalizando 147 etnias sem presença missionária”.

A pesquisa, coordenada pelo antropólogo e pastor Ronaldo Lidório, informa também que “a Igreja Indígena está presente, em diferentes níveis de representação, em 150 etnias, possuindo igreja local com liderança própria em 51 e sem liderança própria em 99. A presença missionária evangélica se encontra em 182 etnias indígenas, representando mais de 30 agências missionárias evangélicas e quase 100 diferentes denominações. Em 165 destas etnias há programas e projetos sociais coordenados por missionários evangélicos. Destas, 92 possuem um programa social ativo, 54 possuem dois programas sociais ativos, e 19 possuem 3 ou mais programas perfazendo 257 programas e projetos com ênfase nas áreas de educação (análise linguística, registro, letramento, publicações locais e tradução), saúde (assistência básica, primeiros socorros e clínicas médicas), subsistência e sociocultural (valorização cultural, promoção da cidadania, mercado justo e inclusão social)”.

Há 16 seminários e cursos bíblicos no Brasil com ênfase no preparo indígena e três movimentos nacionais de iniciativa e coordenação indígena evangélica: o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI); a Associação de Mulheres Evangélicas Indígenas (AMEI) e a Associação Indígena de Tradudores Evangélicos (AITE).

O relatório destaca “um movimento nacional com ênfase nos direitos humanos e especial combate ao infanticídio” que foi iniciado pela ATINI – VOZ PELA VIDA, e “aglutinou nos últimos anos apoio e participação de todos os segmentos evangélicos despertando o debate, expondo fatos contundentes e resultando em ações de valorização à vida e apoio a crianças em risco de infanticídio”.

Leia mais sobre o relatório Etnias Indígenas Brasileiras 2010, da AMTB.

Fonte: Agência Soma

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mergulhe e beba

Quando Cristo entra nas “cidades Fatigadas” do mundo, fica no cruzamento da avenida Esgotada com a rua Exausta e clama: “Se alguém tem sede, que venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isso disse ele do Espírito, que haviam de receber os que nele cressem...” (João 7:37-39).

“Venham a mim!” Não “venha a minha igreja” ou “ venha ao meu sistema”, mas “venha a mim!”

Venha a mim e beba. Não tomar uns golinhos. Não apenas experimente. É hora de beber com vontade. Gargantas sedentas engolem água. Almas sedentas engolem Cristo. (...) Encher-se de uma vez anualmente ou ingestões mensais não funcionarão. Você está caminhando no Vale da Morte, e aquela miragem que você vê não é uma miragem, mas, na verdade, o rio que você precisa. Mergulhe e beba.

E, ao fazer isso, veja o que acontece: “rios de água viva correrão do seu ventre”.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (pág.64).

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Lastro

Lastro é o peso usado para dar estabilidade a um objeto. Os navios carregam lastro sólido, na forma de pedras, areia ou metais. Hoje em dia, usa-se água para permitir a redução do lastro quando o navio está carregado. Quando o navio é descarregado, enchem-se os tanques para manter a estabilidade, o balanço e a integridade estrutural da embarcação.

Essa prática antiga produziu uma metáfora muito usada: “O “lastro” de uma pessoa ou de uma vida”. Diz-se que a experiência se transforma em lastro. Ou seja, esse “peso” passa a dar estabilidade à pessoa. Ela já não “aderna” com facilidade. Suporta as tempestades sem “emborcar”.

Também se diz que a família é o lastro de um jovem. Aqui, a versão moderna de lastro, que é aumentado e diminuído conforme a necessidade, é figura perfeita. Casa-se com a idéia de que o jovem, pela sua pouca experiência, precisa de mais lastro para enfrentar as crises da vida adulta. As tempestades atingem a todos, mas afundam os barcos mais leves. Também a família pode aumentar ou diminuir seu “peso” sobre um jovem, conforme perceba que ele está “navegando de forma instável”, ou que sua estrutura pode se romper.

Embora adultos tenham, em geral, o lastro da experiência, muitas vezes já não têm a família, ou esta já não funciona como tal. Nesse sentido, tanto adultos quanto jovens precisam saber onde buscar essa segurança e estabilidade para suas vidas.

Gostaria de sugerir uma importante fonte de lastro: a igreja. Ela é a segunda família. Com a diferença de que nunca desaparece, nunca se desfaz. Nossas famílias de sangue um dia se desintegram, seja por morte, seja porque nos mudamos para longe. Porém a igreja sempre estará lá, à nossa espera.

Sabemos disso. O problema é que tendemos a não considerar a igreja como família. Não aceitamos quando ela “aumenta o lastro” sobre nós. Não nos envolvemos tanto nem permitimos “aproximações exageradas”. E quando mantemos distância, quando permanecemos “visitantes assíduos”, retiramos da igreja esse elemento familiar; retiramos seu poder de estabilizar nossa vida para a hora da tempestade.

Sim, a casa edificada sobre a rocha é aquela que se constrói comunitariamente, com vinho e pão. E a imagem de uma construção, aqui, é útil: é algo que não se faz da noite para o dia. Há um longo e penoso processo de assentamento de tijolos com argamassa.

Na hora da tempestade, o “visitante assíduo” pede ajuda. E há de recebê-la, claro. Porém há uma ajuda que ninguém lhe poderá dar nessa hora: “lastro”. Não se mexe em lastro de navio em meio à tempestade.

Quanto a isso, o jovem tem as maiores dificuldades e também as maiores oportunidades. Seu lastro é pequeno, por causa da pouca experiência de vida. Mas, se começar agora, não chegará à velhice como “a palha que o vento dispersa” (Sl 1.4).

Jovem, descubra a bênção de envolver-se “até o pescoço” com sua igreja, com as pessoas da igreja. Sirva-as com perseverança, alegria e ação de graças. Parta-se como pão. Derrame-se como vinho, sem nada cobrar. Perceba que as brigas entre irmãos e a superproteção dos mais velhos são “coisa de família”. Com o tempo, você se perceberá um navio de grande calado, que não aderna com a tempestade.

Por: Rubem Amorese / Fonte: Ultimato

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sobre o pecado

“O pecado não vê o mundo com Deus nele. Onde podemos pensar no pecado como enganos ou passos errados, Deus vê como uma atitude sem Deus que leva a atitudes sem Deus. O infectado pelo pecado dá a Deus o mesmo respeito que alunos intermediários dão a um professor substituto – reconhecem, mas não levam a sério.

Não estar centrado em Deus nos leva a nos centrarmos em nós mesmos. Pagamos um alto preço pela obsessão por nós mesmos.

A contaminação da pessoa leva a corrupção do povo. Como o pastor puritano Joseph Alleine escreveu: “Ó, homem miserável, em que monstro deformado o pecado lhe transformou! Deus fez você ‘pouco abaixo dos anjos’; o pecado o tem feito pouco melhor que os demônios”.

Extraia a Deus; espere o caos terreno e, muito pior, espere a miséria eterna.”

Fonte: “Quem tem sede venha”, por Max Lucado, CPAD (pags. 32-33)

sábado, 10 de abril de 2010

Rio Solidário: mobilização em prol das vítimas das chuvas

Na próxima terça-feira, 13 de abril, às 19h30, no Templo Principal da Igreja Batista da Lagoinha vai acontecer o evento “Rio Solidário” em prol das vítimas das chuvas no Rio de Janeiro. Unidos ao pastor André Valadão estarão Nívea Soares, Mariana Valadão, Ministério Fluir, Jó 42 e Referência Jovem.

Serão doados roupas, calçados e alimentos não perecíveis. Também será levantado uma oferta especial para os desabrigados e necessitados que sofrem em conseqüência das chuvas e desabamentos no Rio de Janeiro nos últimos dias.

Deixe Deus agir por meio de sua vida levando fé e esperança para a vida daquelas pessoas. Divulgue este evento e traga sua oferta!

Informações:

Evento: Rio Solidário
Data: 13 de abril, terça-feira, as 19h30.
Local: Templo Principal da Igreja Batista da Lagoinha, à Rua Manoel Macedo, 360 – Bairro São Cristóvão - BH/MG.
Telefone geral: (31) 3429-9450.
Organização: Igreja Batista da Lagoinha.

Site: http://www.riosolidario.com.br
Twitter: http://www.twitter.com/RioSolidario

ENTRADA FRANCA!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Transforma o nosso pranto em dança

“É dentro do nosso sofrimento, e nunca fora dele, que Jesus entra em nossa tristeza, toma-nos pela mão, puxa-nos gentilmente fazendo-nos ficar de pé e nos convida a dançar. E descobrimos o caminho da oração, como o salmista: “Converteste o meu pranto em dança” (Salmo 30:11), porque, no âmago da nossa tristeza, encontramos a graça de Deus".

“Se nos voltarmos para Deus, sem nos rebelarmos contra nossa ferida, permitimos que Ele a transforme em bem ainda maior. E deixamos que outros se unam a nós e descubram isso conosco”.

“Conforme formos levando a Deus nossas feridas – honestamente, e não superficialmente – algo de mudança em nossa vida pode começar a acontecer".

"Descobrimos que Deus é aquele que nos chama para a cura. Percebemos que toda dança de celebração deve entrelaçar pesar e benção num mesmo passo alegre”.

"Muitos de nós somos tentados a pensar que, se sofremos, a única coisa importante é o alívio da dor. Queremos escapar a qualquer custo. Mas quando aprendemos a mover-nos através do sofrimento, em lugar de tentar evitá-lo, vamos aceita-lo de modo diferente. Estaremos dispostos a deixá-lo ensinar-nos. Começaremos, até mesmo, a perceber como Deus pode usá-lo.

O sofrimento deixa de ser aborrecimento ou maldição de que temos de fugir sem poupar esforços, para tornar-se um caminho para uma realização mais profunda.

Basicamente, lamentar significa enfrentar o que nos fere na presença daquele que pode curar."

Fonte: “Transforma meu pranto em Dança” de Henri Nouwen, Editora Thomas Nelson Brasil