Cadastre seu e-mail:

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Sobre o Espírito Santo (parte 2)

Suas ações interrompem o fluir do Espírito em sua vida? O pecado encoberto interfere na circulação do Espírito. O pecado confessado, no entanto, conecta o cabo e restaura o poder.

(...) O Espírito Santo invisivelmente, embora de modo indispensável, funciona como o leme para o barco de sua alma, mantendo você navegando e na rota.

(...) “...o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5:5). Observe a preposição de. O Espírito Santo derrama o amor de Deus em nosso coração, não amor por Deus. Deus entrega um balde de amor ao Espírito e instrui: “Embebedam seus corações”.

(...) Nenhum de nós ora tanto quanto deveria, mas todos oramos mais do que pensamos, porque o Espírito Santo transforma nossos suspiros em petições e nossas lágrimas em súplicas. Ele fala por você e o protege. Ele assegura que você será ouvido. E também garante que você chegará ao lar.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs.76, 77 ,80 ,82 e 84).

Globo e Família, nada a ver!

Uma notícia muito interessante e altamente relevante foi publicada no site da BBC Brasil (www.bbcbrasil.com) no dia 30 de janeiro. Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, liderado por Alberto Chong e Eliana La Ferrara, mostrou que as novelas da TV Globo, que chegavam a 98% dos municípios do pais durante os anos 90, tiveram influência no aumento de divórcios no Brasil.

Segundo a notícia, a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram foi significativa onde o sinal da Globo era disponível. Esse aumento do divórcio foi ainda maior em municípios pequenos.

Segundo o relatório final, o enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.

No estudo, Chong e La Ferrara, analisaram 115 novelas entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis aos seus maridos. “A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, as funções desempenhadas por mulheres emancipadas e uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras”, diz a pesquisa.

Já sabíamos dessa triste associação. O que nos faltavam eram as pesquisas científicas, como a elaborada pelo BID.

Uma das cenas, transmitida pela Rede Globo, que nunca me esqueço, foi levada ao ar nesse período do estudo. A cena se deu no seriado Malhação, destinado ao público adolescente. Um pai estava conversando com o filho na piscina. O tema era justamente o divórcio. O menino, de uns 7 anos, perguntou ao pai porque tinha se separado da mãe. O pai então respondeu: “Filho, casamento é igual sala de cinema. Você entra e se não gostar do filme, sai e vai para outra”. Quantos ouviram aquela frase e a adotaram com filosofia de vida?

O que chega, através do sinal da Globo, nos lares brasileiros, especialmente através das novelas, é todo o tipo de mensagem que contraria o ideal de Deus para o casamento, para a família e para a expressão sadia da sexualidade. O que podemos fazer diante dessa constatação?

O primeiro passo é conscientizar-se do perigo das novelas para a construção de famílias saudáveis. As famílias, especialmente as cristãs, precisam se conscientizar desse fato.

Segundo, precisamos, como famílias cristãs, barrar a entrada das novelas no cotidiano da família. Concordem ou não, as novelas são mais que entretenimento. São veículos de transmissão de valores, de ideologias. Na maioria das vezes, diabólicas!

Terceiro, precisamos criar na família um espírito crítico quando recebemos uma mensagem que não coaduna com os valores cristãos. Esse espírito crítico precisa ser desenvolvido na família, especialmente com os filhos.

Quarto, os pastores e igrejas precisam alertar publicamente às famílias dos prejuízos que as novelas trazem para o fortalecimento da vida conjugal e familiar.

Por último, precisamos ensinar as famílias como usarem sabiamente o tempo quando o aparelho de televisão estiver desligado.

O slogan da Rede Globo é “Globo e você, tudo a ver”. Mas, à luz do estudo publicado pelo BID e das nossas próprias constatações, poderíamos concluir o artigo afirmando “Globo e família, nada a ver”.

Por: Pr. Gilson Bifano / Fonte: www.clickfamilia.org.br

domingo, 25 de abril de 2010

Sobre o Espírito Santo

A verdadeira questão não é: “Como ter mais do Espírito?”, mas, sim: “Como você, Espírito, pode ter mais de mim?” Esperaríamos uma resposta grandiosa a essa pergunta. Construa um orfanato. Memorize o livro de Levítico. Dê banho em leprosos.

“Faça isso e seja cheio”, pensamos.

“Faça isso sozinho e fique exausto”, Deus nos corrige.

Você deseja ter o Espírito de Deus? Aqui está o que precisa fazer. Peça. “Porque qualquer que pede recebe... Pois, se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lucas 11:10,13).

O Espírito Santo encherá sua vida à medida que você, cômodo por cômodo, convidá-lo a fluir.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (pág.65-66).

sábado, 24 de abril de 2010

Estatísticas atualizadas do desafio missionário indígena no Brasil

“A Igreja indígena está em franco crescimento, e isto se dá a partir das relações inter-tribais locais, atuação missionária com ênfase no discipulado e treinamento indígena e três fortes movimentos indígenas nacionais. A presença missionária coordena mais de duas centenas de programas e projetos sociais de relevância que minimizam o sofrimento em áreas críticas, sobretudo em educação e saúde, e valorizam a sociedade indígena local”. A boa notícia vem do relatório 2010 Etnias Indígenas Brasileiras, do Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB). Mas segundo o estudo, ainda há muito o que fazer: “não há presença missionária em 95 etnias conhecidas, 27 etnias isoladas e 25 a pesquisar, totalizando 147 etnias sem presença missionária”.

A pesquisa, coordenada pelo antropólogo e pastor Ronaldo Lidório, informa também que “a Igreja Indígena está presente, em diferentes níveis de representação, em 150 etnias, possuindo igreja local com liderança própria em 51 e sem liderança própria em 99. A presença missionária evangélica se encontra em 182 etnias indígenas, representando mais de 30 agências missionárias evangélicas e quase 100 diferentes denominações. Em 165 destas etnias há programas e projetos sociais coordenados por missionários evangélicos. Destas, 92 possuem um programa social ativo, 54 possuem dois programas sociais ativos, e 19 possuem 3 ou mais programas perfazendo 257 programas e projetos com ênfase nas áreas de educação (análise linguística, registro, letramento, publicações locais e tradução), saúde (assistência básica, primeiros socorros e clínicas médicas), subsistência e sociocultural (valorização cultural, promoção da cidadania, mercado justo e inclusão social)”.

Há 16 seminários e cursos bíblicos no Brasil com ênfase no preparo indígena e três movimentos nacionais de iniciativa e coordenação indígena evangélica: o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI); a Associação de Mulheres Evangélicas Indígenas (AMEI) e a Associação Indígena de Tradudores Evangélicos (AITE).

O relatório destaca “um movimento nacional com ênfase nos direitos humanos e especial combate ao infanticídio” que foi iniciado pela ATINI – VOZ PELA VIDA, e “aglutinou nos últimos anos apoio e participação de todos os segmentos evangélicos despertando o debate, expondo fatos contundentes e resultando em ações de valorização à vida e apoio a crianças em risco de infanticídio”.

Leia mais sobre o relatório Etnias Indígenas Brasileiras 2010, da AMTB.

Fonte: Agência Soma

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mergulhe e beba

Quando Cristo entra nas “cidades Fatigadas” do mundo, fica no cruzamento da avenida Esgotada com a rua Exausta e clama: “Se alguém tem sede, que venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isso disse ele do Espírito, que haviam de receber os que nele cressem...” (João 7:37-39).

“Venham a mim!” Não “venha a minha igreja” ou “ venha ao meu sistema”, mas “venha a mim!”

Venha a mim e beba. Não tomar uns golinhos. Não apenas experimente. É hora de beber com vontade. Gargantas sedentas engolem água. Almas sedentas engolem Cristo. (...) Encher-se de uma vez anualmente ou ingestões mensais não funcionarão. Você está caminhando no Vale da Morte, e aquela miragem que você vê não é uma miragem, mas, na verdade, o rio que você precisa. Mergulhe e beba.

E, ao fazer isso, veja o que acontece: “rios de água viva correrão do seu ventre”.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (pág.64).

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Lastro

Lastro é o peso usado para dar estabilidade a um objeto. Os navios carregam lastro sólido, na forma de pedras, areia ou metais. Hoje em dia, usa-se água para permitir a redução do lastro quando o navio está carregado. Quando o navio é descarregado, enchem-se os tanques para manter a estabilidade, o balanço e a integridade estrutural da embarcação.

Essa prática antiga produziu uma metáfora muito usada: “O “lastro” de uma pessoa ou de uma vida”. Diz-se que a experiência se transforma em lastro. Ou seja, esse “peso” passa a dar estabilidade à pessoa. Ela já não “aderna” com facilidade. Suporta as tempestades sem “emborcar”.

Também se diz que a família é o lastro de um jovem. Aqui, a versão moderna de lastro, que é aumentado e diminuído conforme a necessidade, é figura perfeita. Casa-se com a idéia de que o jovem, pela sua pouca experiência, precisa de mais lastro para enfrentar as crises da vida adulta. As tempestades atingem a todos, mas afundam os barcos mais leves. Também a família pode aumentar ou diminuir seu “peso” sobre um jovem, conforme perceba que ele está “navegando de forma instável”, ou que sua estrutura pode se romper.

Embora adultos tenham, em geral, o lastro da experiência, muitas vezes já não têm a família, ou esta já não funciona como tal. Nesse sentido, tanto adultos quanto jovens precisam saber onde buscar essa segurança e estabilidade para suas vidas.

Gostaria de sugerir uma importante fonte de lastro: a igreja. Ela é a segunda família. Com a diferença de que nunca desaparece, nunca se desfaz. Nossas famílias de sangue um dia se desintegram, seja por morte, seja porque nos mudamos para longe. Porém a igreja sempre estará lá, à nossa espera.

Sabemos disso. O problema é que tendemos a não considerar a igreja como família. Não aceitamos quando ela “aumenta o lastro” sobre nós. Não nos envolvemos tanto nem permitimos “aproximações exageradas”. E quando mantemos distância, quando permanecemos “visitantes assíduos”, retiramos da igreja esse elemento familiar; retiramos seu poder de estabilizar nossa vida para a hora da tempestade.

Sim, a casa edificada sobre a rocha é aquela que se constrói comunitariamente, com vinho e pão. E a imagem de uma construção, aqui, é útil: é algo que não se faz da noite para o dia. Há um longo e penoso processo de assentamento de tijolos com argamassa.

Na hora da tempestade, o “visitante assíduo” pede ajuda. E há de recebê-la, claro. Porém há uma ajuda que ninguém lhe poderá dar nessa hora: “lastro”. Não se mexe em lastro de navio em meio à tempestade.

Quanto a isso, o jovem tem as maiores dificuldades e também as maiores oportunidades. Seu lastro é pequeno, por causa da pouca experiência de vida. Mas, se começar agora, não chegará à velhice como “a palha que o vento dispersa” (Sl 1.4).

Jovem, descubra a bênção de envolver-se “até o pescoço” com sua igreja, com as pessoas da igreja. Sirva-as com perseverança, alegria e ação de graças. Parta-se como pão. Derrame-se como vinho, sem nada cobrar. Perceba que as brigas entre irmãos e a superproteção dos mais velhos são “coisa de família”. Com o tempo, você se perceberá um navio de grande calado, que não aderna com a tempestade.

Por: Rubem Amorese / Fonte: Ultimato

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sobre o pecado

“O pecado não vê o mundo com Deus nele. Onde podemos pensar no pecado como enganos ou passos errados, Deus vê como uma atitude sem Deus que leva a atitudes sem Deus. O infectado pelo pecado dá a Deus o mesmo respeito que alunos intermediários dão a um professor substituto – reconhecem, mas não levam a sério.

Não estar centrado em Deus nos leva a nos centrarmos em nós mesmos. Pagamos um alto preço pela obsessão por nós mesmos.

A contaminação da pessoa leva a corrupção do povo. Como o pastor puritano Joseph Alleine escreveu: “Ó, homem miserável, em que monstro deformado o pecado lhe transformou! Deus fez você ‘pouco abaixo dos anjos’; o pecado o tem feito pouco melhor que os demônios”.

Extraia a Deus; espere o caos terreno e, muito pior, espere a miséria eterna.”

Fonte: “Quem tem sede venha”, por Max Lucado, CPAD (pags. 32-33)

sábado, 10 de abril de 2010

Rio Solidário: mobilização em prol das vítimas das chuvas

Na próxima terça-feira, 13 de abril, às 19h30, no Templo Principal da Igreja Batista da Lagoinha vai acontecer o evento “Rio Solidário” em prol das vítimas das chuvas no Rio de Janeiro. Unidos ao pastor André Valadão estarão Nívea Soares, Mariana Valadão, Ministério Fluir, Jó 42 e Referência Jovem.

Serão doados roupas, calçados e alimentos não perecíveis. Também será levantado uma oferta especial para os desabrigados e necessitados que sofrem em conseqüência das chuvas e desabamentos no Rio de Janeiro nos últimos dias.

Deixe Deus agir por meio de sua vida levando fé e esperança para a vida daquelas pessoas. Divulgue este evento e traga sua oferta!

Informações:

Evento: Rio Solidário
Data: 13 de abril, terça-feira, as 19h30.
Local: Templo Principal da Igreja Batista da Lagoinha, à Rua Manoel Macedo, 360 – Bairro São Cristóvão - BH/MG.
Telefone geral: (31) 3429-9450.
Organização: Igreja Batista da Lagoinha.

Site: http://www.riosolidario.com.br
Twitter: http://www.twitter.com/RioSolidario

ENTRADA FRANCA!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Transforma o nosso pranto em dança

“É dentro do nosso sofrimento, e nunca fora dele, que Jesus entra em nossa tristeza, toma-nos pela mão, puxa-nos gentilmente fazendo-nos ficar de pé e nos convida a dançar. E descobrimos o caminho da oração, como o salmista: “Converteste o meu pranto em dança” (Salmo 30:11), porque, no âmago da nossa tristeza, encontramos a graça de Deus".

“Se nos voltarmos para Deus, sem nos rebelarmos contra nossa ferida, permitimos que Ele a transforme em bem ainda maior. E deixamos que outros se unam a nós e descubram isso conosco”.

“Conforme formos levando a Deus nossas feridas – honestamente, e não superficialmente – algo de mudança em nossa vida pode começar a acontecer".

"Descobrimos que Deus é aquele que nos chama para a cura. Percebemos que toda dança de celebração deve entrelaçar pesar e benção num mesmo passo alegre”.

"Muitos de nós somos tentados a pensar que, se sofremos, a única coisa importante é o alívio da dor. Queremos escapar a qualquer custo. Mas quando aprendemos a mover-nos através do sofrimento, em lugar de tentar evitá-lo, vamos aceita-lo de modo diferente. Estaremos dispostos a deixá-lo ensinar-nos. Começaremos, até mesmo, a perceber como Deus pode usá-lo.

O sofrimento deixa de ser aborrecimento ou maldição de que temos de fugir sem poupar esforços, para tornar-se um caminho para uma realização mais profunda.

Basicamente, lamentar significa enfrentar o que nos fere na presença daquele que pode curar."

Fonte: “Transforma meu pranto em Dança” de Henri Nouwen, Editora Thomas Nelson Brasil

sábado, 3 de abril de 2010

Há esperança para mim?

"Porque há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova." (Jó 14:7-9)

Viver como um cristão é simplesmente viver pela fé, viver pela vida de Deus em nós.

E agora, como praticar?

Tudo bem, já aceitei Jesus como meu Salvador, mas continuo me sentindo a mesma pessoa. Será que não aconteceu nada? Continuo gostando das mesmas coisas de que gostava antes... Como é que eu posso ser cristão desse jeito?

Depois da regeneração, muitos cristãos têm um sentimento estranho por não perceberem mudanças visíveis no seu comportamento. Por um lado querem continuar com o Senhor, mas, por outro, até pensam em desistir. O que fazer?

Em primeiro lugar, ao contrário do que muitos afirmam, não há necessidade se sentirmos coisa alguma quando recebemos Cristo como nosso Senhor. Há quem exija lágrimas, calor no coração ou que sintamos um fardo caindo das costas. Isso até pode ocorrer, mas não é prova de que Jesus entrou em nosso espírito. A regeneração está absolutamente relacionada à fé. A Bíblia diz que precisamos crer, e ponto final (Jo 1:12,13). Nosso crer é manifestado por meio de uma oração ou invocar o nome do Senhor (Rm 10:9, 10), mas a ênfase está em crer. Nada mais. E se o início da vida cristã acontece com a fé, o restante dela não foge a esse princípio. Deus falou claramente: "O justo viverá por fé" (Rm 1:17; Hb 2:4). Do início ao fim da vida com Deus não podemos confiar no que nosso coração sente. Precisamos, sim, viver por fé.

Como isso funciona na prática? Quando fomos regenerados recebemos Jesus como nosso Salvador. Sua vida entrou em nós por meio do Espírito Santo - e viver como um cristão é simplesmente viver segundo essa vida. Deus sabe muito bem que para nos é impossível viver de maneira agradável a Ele, e você já deve ter descoberto isso também, não é? Por um lado você deseja viver sem pecar, sem pensar naquelas coisas, mas quando menos espera, isso acontece. Aí surge um sentimento de frustração misturado com raiva, misturado com vontade de dizer: "Isso não é para mim". Mas você sabe que precisa viver de maneira santa, incontaminada, sem pecado, afastado do mundo. Então, se Deus exige isso de nós, mesmo sabendo que nunca conseguiremos, Ele não está sendo injusto? O problema não está em Deus, mas em nós. Nós é que não entendemos direito o que Ele quer. Deus NUNCA esperou que por nós mesmos cumpríssemos Sua vontade. O que Ele deseja é que vivamos por Sua vida, e permitamos que Ele mesmo em nós cumpra a Sua vontade.

Somente Jesus agrada a Deus. E Deus deseja que vivamos exatamente como Jesus viveu! Como isso é possível? Somente se permitirmos que o Cristo que recebemos viva por meio de nós. É isso que a Bíblia chama de viver pela fé. Viver pela fé é viver pela vida de Deus em nós. É isso que Paulo quis dizer ao afirmar: "Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim." (Gl 2:20)

Essa é a receita, mas como praticá-la? Em primeiro lugar, precisamos ter uma visão clara, uma revelação profunda sobre esse assunto. Depois é preciso alimentar a nova vida que recebemos, a fim de que essa vida cresça, através da leitura da Bíblia, com oração. Outro alimento muito bom é a oração, mas não gaste sua oração pedindo coisas. Em primeiro lugar confesse tudo o que ofendeu ao Senhor, arrependa-se cabalmente de cada pecado. Feito isso, ore livremente com o principal objetivo de "ver" o Senhor, de "tocar" o Senhor, de ser "tocado" por Ele. Na primeira parte da oração você estará se esvaziando de si mesmo, de suas justificativas, de seu esforço de ser um bom cristão, e, na segunda, você estará sendo mais e mais cheio de Deus. Dessa maneira, espontaneamente, Deus viverá mais e mais por meio de você.

Comece a praticar agora mesmo!

Nota: Texto extraído e adaptado do livro “Há Esperança Para Mim?”, Editora Árvore da Vida / Fonte: www.eusoudecristo.com