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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sobre a preocupação

Deus lhe oferece exatamente isso: a possibilidade de uma vida livre da ansiedade. Não menos preocupação, mas nenhuma preocupação. Ele criou um abrigo para o seu coração. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Filipenses 4:7).

A preocupação não muda nada. Você não acrescenta um dia à sua vida ou um pouco de vida ao seu dia ficando preocupado. Sua ansiedade só lhe causa mal-estar, nada mais. A respeito das coisas que nos preocupamos:

40% nunca acontecem
30% relacionam-se a feitos imutáveis do passado
12% concentram-se em opiniões dos outros que não podem ser controladas
10% estão centradas na saúde pessoal, que só piora enquanto nos preocupamos
8% estão ligadas a problemas reais que podemos influenciar

Noventa e dois por cento de nossas preocupações são desnecessárias! A preocupação não só é irrelevante, e nada faz; ela também é falta de reverência, falta de confiança em Deus.

A preocupação denuncia uma fé frágil, uma “blasfêmia inconsciente”. Não duvidamos de Deus de modo intencional, mas, quando nos preocupamos, não o fazemos essencialmente?

Em vez de preocupar-se com algo, ore.

A preocupação diminui à medida que olhamos para cima. Deus sabe o que pode acontecer nesta jornada, e quer nos levar ao lar.

Ore por tudo.

Orações confiantes prenunciam a paz de Deus. Não uma paz aleatória, nebulosa, terrena, mas a paz dEle. Importada do céu. A mesma tranqüilidade que marca a sala do trono, Deus oferece a você.

Preocupar-se é uma alternativa, não uma obrigação.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs. 96 a 101)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sobre a soberania de Deus

Confessar a soberania de Deus é reconhecer o Reino de Deus, sua autoridade real e o poder de veto acerca de todas as coisas que acontecem. Abraçar a soberania de Deus é beber da fonte de seu senhorio e fazer um passeio de barco na tempestade da decisão.

Com muita freqüência em nossa vida, nos encontramos em pé diante do guichê de Deus, achando que conhecemos o itinerário. Boa saúde, uma promoção no trabalho, uma gravidez. Muitas vezes Deus verifica o itinerário que Ele criou e diz sim. Todavia, há momentos em que Ele diz: “Não. Essa não é a jornada que planejei para você. É preciso passar pela rota da Cidade da Luta”.

Margaret Clarkson, em seu livro maravilhosamente intitulado “Grace Grows Best in Winter” (A Graça Cresce mais no Inverno), escreveu:

A soberania de Deus é a rocha inabalável a que o coração humano em sofrimento deve se apegar. As circunstâncias em volta de nossas vidas não são acidentes: podem até ser obra do mal, mas esse mal está sob o controle da poderosa mão de nosso Deus soberano. Todo mal está sujeito a Ele, e o mal não pode tocar seus filhos a menos que Ele permita. Deus é o Senhor da história da humanidade e da história pessoal de cada membro de sua família redimida.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs.88, 91 e 93).

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Seu Pai não tem a intenção de deixá-lo cair

Em seu encantador livro “The Dance of Hope” (A Dança da Esperança), meu amigo Bill Frey conta a história de um estudante cego chamado John, de quem ele foi tutor na Universidade do Colorado em 1951. Um dia Bill perguntou a John como ele havia ficado cego. O estudante descreveu um acidente que acontecera em sua adolescência. A tragédia tirou não só a visão do garoto, mas também sua esperança. Ele disse a Bill: “Fiquei amargurado e com raiva de Deus por ter permitido que aquilo acontecesse, e descontei minha ira em todos ao meu redor. Eu achava que não tinha mais futuro, e que por isso não moveria um dedo sequer em meu benefício. Deixaria os outros esperarem por mim. Fechei a porta do meu quarto e me recusei a sair exceto para as refeições.”

Tal revelação surpreendeu Bill. O estudante não demonstrava mais nenhuma amargura ou raiva. Então ele pediu que John explicasse a mudança. John atribuiu isso a seu pai. Cansado da festa da piedade e pronto a fazer com que seu filho progredisse na vida, ele lembrou o menino do vento do inverno que estava se aproximando e disse-lhe para preparar as janelas extras que protegeriam as janelas comuns do mau tempo. “Faça o trabalho antes que eu volte para casa”, o pai insistiu, batendo a porta ao sair.

John reagiu com ira. Resmungando, praguejando e apalpando o caminho até a garagem, ele encontrou as janelas, a escada e as ferramentas, e então começou a trabalhar. “Ele vai lamentar quando eu cair da escada e quebrar o pescoço.” Porém, ele não caiu. Pouco a pouco, ele deu a volta na casa e terminou a tarefa.

O serviço atingiu o objetivo do pai. John relutantemente percebeu que ainda podia trabalhar e começou a reconstruir sua vida. Anos depois, aprendeu algo mais sobre aquele dia. Quando partilhou esse detalhe com Bill, seus olhos se encheram de lágrimas. “Descobri mais tarde que em momento algum daquele dia meu pai esteve longe de mim por mais de um metro e meio de distância”.

O pai não tinha a intenção de deixar o menino cair.

Seu Pai também não tem a intenção de deixá-lo cair.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs.80 e 81).

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mergulhe e beba

Quando Cristo entra nas “cidades Fatigadas” do mundo, fica no cruzamento da avenida Esgotada com a rua Exausta e clama: “Se alguém tem sede, que venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isso disse ele do Espírito, que haviam de receber os que nele cressem...” (João 7:37-39).

“Venham a mim!” Não “venha a minha igreja” ou “ venha ao meu sistema”, mas “venha a mim!”

Venha a mim e beba. Não tomar uns golinhos. Não apenas experimente. É hora de beber com vontade. Gargantas sedentas engolem água. Almas sedentas engolem Cristo. (...) Encher-se de uma vez anualmente ou ingestões mensais não funcionarão. Você está caminhando no Vale da Morte, e aquela miragem que você vê não é uma miragem, mas, na verdade, o rio que você precisa. Mergulhe e beba.

E, ao fazer isso, veja o que acontece: “rios de água viva correrão do seu ventre”.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (pág.64).