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terça-feira, 22 de outubro de 2013

[Diário de Missões] Relatório - Tribo Indígena

Por: Josué Guilherme

Olá queridos! Que a paz de Cristo esteja com cada um de vocês!

Nos dias 5 e 6 de Outubro estive contribuindo juntamente com um grupo de 40 pessoas em uma operação-invasão a uma tribo indígena no interior da Paraíba, região da Bahia da Traição, parte litorânea. “Marcação” é o nome da área, nela existem várias tribos indígenas e a que alcançamos foi a Tramataia, uma das maiores tribos da região nordeste, com pouco mais que 250 famílias.

A tribo é bem civilizada, porém faz questão de preservar seus costumes. Eles sobrevivem da pesca e possuem também aquários e viveiros criados pela própria comunidade. Muito interessante a sobrevivência deste povoado. Cerca de 80% dos indígenas são analfabetos.

A nossa missão foi de apoiar um trabalho já inaugurado na aldeia, a Igreja Missão Evangélica Pentecostal. Uma pequena igreja, porém cremos que irá fazer grande diferença naquela região. Ficamos alocados em uma escola emprestada e autorizada pelo cacique, que muito relutou em nos receber.

Passamos dois dias de intenso evangelismo estratégico. Na praça local fizemos um lindo trabalho com aproximadamente 150 crianças, que ouviram e aprenderam das escrituras. Já no culto da praça quase 300 pessoas estiveram ali recebendo o evangelho pregado, também com abordagens específicas. Tivemos a percepção que o entendimento do evangelho foi claro na região, com algumas conversões genuínas.

Tive uma experiência muito boa na evangelização de uma família já destruída por poderes demoníacos, vivendo numa miséria terrível. Lá dediquei alguns longos minutos ao conversar e entrar na realidade e assim aplicar a palavra que liberta. Foi notório ver no semblante da senhora Dona Neriz, responsável pela família, o convencimento do Espírito Santo! A medida que ia falando do amor de Cristo e seu sacrifício, conseguia ver em seu semblante a transformação e o impacto do poder maravilhoso e transformador do evangelho. No final da conversa, sem nem precisar fazer apelo ela confessa a Cristo como Salvador! Mesmo assim, fiz a oração de confissão do Livro da Vida, oramos juntos pedindo a Deus, paz, libertação, saúde e salvação para a sua casa e o seu povo.

Irmãos, saí dali maravilhado e edificado, sentindo seguro do plano que Deus mais uma vez realizou em vidas tão dispersas e oprimidas pelo pecado, mas agora resgatadas e salvas pelo poder que há na Palavra!

Parte disso compartilho com vocês, que em todo tempo tem contribuído, seja com ofertas, orações, e-mails, os quais me fortalecem e ajudam a permanecer. Que o Senhor da colheita nos dê cada dia mais saúde, vigor e abundante graça para seguirmos adiante.

Agradeço a Deus pela vida de cada um de vocês! Quanto aos recursos, têm sido pouco, mas o suficiente para que Deus também manifeste a sua provisão e a realização do que tem e precisa ser feito. Gostaria de ir ainda mais além, mas vamos até onde conseguimos pela graça de Deus!

“Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus”. (Atos 20:24)

Fiquem na paz de Cristo que excede todo entendimento!

Josué Guilherme

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josueguilhermerj@gmail.com e saiba como ajudar!

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O projeto “Diário de Missões” é fruto de um sentimento genuíno de propagar a Palavra de Deus e o plano de Salvação a todos! Se você conhece alguém (ou você mesmo!) que está no campo e quer compartilhar suas experiências, fale conosco através do e-mail consolidacao.adb@gmail.com ! Esse espaço é “feito por quem está no campo – efetivamente – para quem também está, através da intercessão e apoio.”

sábado, 5 de outubro de 2013

Quem é Jesus Cristo?

Quem é Jesus Cristo? Diferentemente da pergunta “Deus existe?”, bem poucas pessoas perguntam se Jesus Cristo existiu ou não. Geralmente se aceita que Jesus foi de fato um homem que andou na terra, em Israel, há quase 2000 anos. O debate começa quando se analisa o assunto da completa identidade de Jesus. Quase todas as grandes religiões ensinam que Jesus foi um profeta, um bom mestre ou um homem piedoso. O problema é que a Bíblia nos diz que Jesus foi infinitamente mais do que um profeta, bom mestre ou homem piedoso.

C.S. Lewis, em seu livro Mero Cristianismo, escreve o seguinte: “Tento aqui impedir que alguém diga a grande tolice que sempre dizem sobre Ele [Jesus Cristo]: ‘Estou pronto a aceitar Jesus como um grande mestre em moral, mas não aceito sua afirmação em ser Deus.’ Isto é exatamente a única coisa que não devemos dizer. Um homem que foi simplesmente homem, dizendo o tipo de coisa que Jesus disse, não seria um grande mestre em moral. Poderia ser um lunático, no mesmo nível de um que afirma ser um ovo pochê, ou mais, poderia ser o próprio Demônio dos Infernos. Você decide. Ou este homem foi, e é, o Filho de Deus, ou é então um louco, ou coisa pior... Você pode achar que ele é tolo, pode cuspir nele ou matá-lo como um demônio; ou você pode cair a seus pés e chamá-lo Senhor e Deus. Mas não vamos vir com aquela bobagem de que ele foi um grande mestre aqui na terra. Ele não nos deixou esta opção em aberto. Ele não teve esta intenção.”

Então, quem Jesus afirmou ser? Segundo a Bíblia, quem foi? Primeiramente, vamos examinar as palavras de Jesus em João 10:30: “Eu e o Pai somos um.” Em um primeiro momento, pode não parecer uma afirmação em ser Deus. Entretanto, veja a reação dos judeus perante Sua afirmação: “Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (João 10:33). Os judeus compreenderam o que Jesus havia dito como uma afirmação em ser Deus. Nos versículos seguintes, Jesus jamais corrige os judeus dizendo: “Não afirmei ser Deus”. Isto indica que Jesus realmente estava dizendo que era Deus ao declarar: "Eu e o Pai somos um” (João 10:30). Outro exemplo é João 8:58, onde Jesus declarou: “Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.” Mais uma vez, em resposta, os judeus tomaram pedras para atirar em Jesus (João 8:59). Ao anunciar Sua identidade como “Eu sou”, Jesus fez uma aplicação direta do nome de Deus no Velho Testamento (Êxodo 3:14). Por que os judeus, mais uma vez, se levantariam para apedrejar Jesus se Ele não tivesse dito algo que creram ser uma blasfêmia, ou seja, uma auto-afirmação em ser Deus?

João 1:1 diz que “o Verbo era Deus”. João 1:14 diz que “o Verbo se fez carne”. Isto mostra claramente que Jesus é Deus em carne. Tomé, o discípulo, declarou a Jesus: “Senhor meu, e Deus meu! (João 20:28). Jesus não o corrige. O Apóstolo Paulo O descreve como: “...grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tito 2:13). O Apóstolo Pedro diz o mesmo: “...nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” (II Pedro 1:1). Deus o Pai também é testemunha da completa identidade de Jesus: “Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino” (Hebreus 1:8). No Velho Testamento, as profecias a respeito de Cristo anunciam sua divindade: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).

Então, como argumentou C.S. Lewis, crer que Jesus foi um bom mestre não é opção. Jesus claramente e inegavelmente se auto-afirma Deus. Se Ele não é Deus, então mente, conseqüentemente não sendo também profeta, bom mestre ou homem piedoso. Tentando explicar as palavras de Jesus, “estudiosos” modernos afirmam que o “Jesus verdadeiramente histórico” não disse muitas das coisas a Ele atribuídas pela Bíblia. Quem somos nós para mergulharmos em discussões com a Palavra de Deus no tocante ao que Jesus disse ou não disse? Como pode um “estudioso” que está 2000 anos afastado de Jesus ter a percepção do que Jesus disse ou não, melhor do que aqueles que com o próprio Jesus viveram, serviram e aprenderam (João 14:26)?

Por que se faz tão importante a questão sobre a identidade verdadeira de Jesus? Por que importa se Jesus é ou não Deus? O motivo mais importante para que Jesus seja Deus é que se Ele não é Deus, Sua morte não teria sido suficiente para pagar a pena pelos pecados do mundo inteiro (I João 2:2). Somente Deus poderia pagar tamanho preço (Romanos 5:8; II Coríntios 5:21). Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nossa dívida. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer. A Salvação está disponível somente através da fé em Jesus Cristo! A natureza divina de Jesus é o motivo pelo qual Ele é o único caminho para salvação. A divindade de Jesus é o porquê de ter proclamado: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

Fonte: http://www.gotquestions.org/Portugues/Quem-Jesus-Cristo.html