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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Deus fala, o homem vive

Por: Pr. Olavo Feijó

"E dissestes: Eis aqui o SENHOR nosso Deus nos fez ver a sua glória e a sua grandeza, e ouvimos a sua voz do meio do fogo; hoje vimos que Deus fala com o homem, e que este permanece vivo." [Deuteronômio 5:24]

No final da sua vida, Moisés relembra ao povo judeu as coisas maravilhosas que aconteceram, quando Jeová lhe deu as tábuas da Lei, no meio de grande fogo, nuvem, escuridão e uma voz poderosa. E relembra também a milagrosa descoberta feita pelo povo: “Hoje vimos que Deus fala com os homens e que o homem fica vivo” (Deuteronômio 5:24).

Como naquele tempo, “Deus fala com os homens”. Também, como naquele tempo, “o homem fica vivo”... Mas nem sempre. Durante os quarenta anos do deserto, toda aquela geração que saiu do Egito e que, apesar de tudo aquilo que o Senhor lhes ensinou, não obedeceu a Ele, toda aquela geração pareceu no deserto. Não obedecer ao Senhor é o caminho certo do suicídio.

Somos bem aventurados porque o Senhor, através da Bíblia, fala conosco. Por isso mesmo, entretanto, somos responsáveis, quando não ligamos para os ensinos divinos. O objetivo da fala do Senhor é nos dar vida espiritual. Jesus confirma a Bíblia toda quando diz: “Eu vim para que tenham vida e vida em abundância”. A escolha é nossa. Ouvir e não ligar. Ouvir e fingir que Ele nada disse. O Senhor fala visando sempre nosso bem. É essencial crer nisso. Deus fala, o homem vive!

sábado, 16 de outubro de 2010

O programa CQC da Band entrevista Pr. Silas Malafaia

O programa CQC, da BAND, entrevistou o pastor Silas Malafaia. Apesar de a atração ser conhecida por suas ironias a personalidades e artistas, aproveitou a programação para discutir um assunto polêmico que está em evidência durante esse período eleitoral: aborto.

Confira o resultado dessa gravação na próxima segunda-feira, 18 de outubro, às 22h15, na BAND.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Free to Believe [Livre para acreditar]

A Organização da Conferência Islâmica, que compreende 57 países, sendo a maioria de população muçulmana, apresentará mais uma vez a Resolução da Difamação da Religião na Assembleia Geral das Nações Unidas, no final deste ano.

Essa resolução:

- dá ao governo o poder para determinar quais visões religiosas podem ou não podem se expressar nesses países;

- dá ao Estado o direito de punir aqueles que expressam posições religiosas “inaceitáveis”, de acordo com o que eles acreditam;

- torna a perseguição legal;

- visa criminalizar palavras e ações consideradas contra uma religião em particular, nesse caso, o Islã.

- tem o poder de estabelecer legitimidade internacional para leis nacionais que punem a blasfêmia ou, por outro lado, proíbem críticas à religião.

Muitos países apoiaram essa resolução no passado, mas alguns agora estão mudando de ideia. Este ano, existe uma possibilidade real de que ela seja derrotada. E você pode ajudar. Está na hora de mudarmos isso.

Participe da petição global realizada pela Portas Abertas Internacional e una-se a milhares de cristãos ao redor do mundo. O abaixo-assinado será entregue às Nações Unidas em dezembro deste ano.

» Como posso ajudar?

Divulgue a campanha para outras pessoas, em sua igreja, escola, faculdade, trabalho, utilizando os recursos disponibilizados em nosso site. Faça o download de alguns recursos como vídeos, apresentação em powerpoint e arquivos para marca-página e adesivo. Além disso, você pode imprimir o abaixo-assinado quantas vezes quiser e distribuir para muitas pessoas.

Preencha seus dados no formulário, que funciona como um abaixo-assinado eletrônico e ajude a mudar a história da liberdade religiosa em muitos países.

Fonte: Free to Believe

Escrevendo a melhor história

Escrever uma história requer um preparo adequado. Escrever a melhor história requer uma dedicação sem igual.

Você e eu somos personagens da mais importante história, a história da nossa vida. Existem capítulos maravilhosos que já fazem parte, mas existem outros tantos capítulos que comporão a história de nossas vidas.

Serão capítulos emocionantes, cheios de suspense e surpresas. Mas, a pergunta é: serão capítulos vitoriosos ou que descreverão o nosso fracasso? Quem não se preocupa com a sua história, a entrega a um final melancólico e triste?

Muitos têm hoje uma história sem graça, cheia de episódios tristes e com muitas derrotas acumuladas. Não sabem de onde vieram, onde estão nem para onde irão. Vivem sem compromisso com a verdade e nem se interessam por escrever uma história bonita. Muitos desses vivem repetindo: “Deixa a vida me levar, vida leva eu”.

Em II Crônicas encontramos frases muito objetivas que descrevem a história de uma vida toda. Algumas frases nos contam histórias tristes. A vida do rei Jeorão, narrada em 2Cr 21.1-20 é uma dessas. Embora tivesse herdado o trono do seu pai, o bom rei Josafá, e tivesse recebido muitos presentes em prata, ouro e pedras preciosas, quando assumiu o trono e se fortificou, certamente por temor matou todos os seus irmãos e também alguns príncipes de Israel. Jeorão escreveu a sua história andando nos caminhos tortuosos dos reis de Israel, que tinham se desviado completamente do Senhor. Jeorão começou a reinar com a idade de trinta e dois anos. Era bem jovem. Reinou por oito anos. E por sua história que estava sendo escrita de modo triste e não exemplar mereceu a disciplina do Senhor que levantou contra ele o ânimo dos filisteus e dos arábios para guerrearem contra ele. Depois de uma grande derrota o Senhor o feriu nas suas entranhas com uma enfermidade incurável. Durante dois anos sofreu dores terríveis e aos quarenta anos morreu e o cronista foi lacônico em descrever essa história de vida: “E se foi, sem deixar saudades de si”. Que triste história. Partir sem deixar saudades!

Por outro lado, encontramos também a história do rei Uzias: “Todo o povo de Judá tomou a Uzias, que tinha dezesseis anos, em lugar de seu pai Amazias... Uzias tinha dezesseis anos quando começou a reinar, e reinou cinqüenta e dois anos em Jerusalém... Ele fez o que era correto diante do Senhor... Ele buscou a Deus... e enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar” (2Cr 26.1-5). Que história! Que contraste marcante! Quando buscamos o Senhor, quando pedimos que Ele escreva a nossa história, o que Ele escreve é sempre bom e exemplar. Mas, quando deixamos o Senhor, a nossa história se complica, tanto quanto se complicou a história de Uzias quando se envaideceu diante de tudo o que o Senhor tinha lhe dado.

Permita que Deus escreva a sua história, pois somente assim ela será bonita e exemplar. Só Deus pode escrever a melhor história!

Que Deus o abençoe,

Por Pr. Itamir Neves

(Fonte: http://www.vidanova.com.br/teologiabrasileira.asp)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Necessidades básicas

“Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir”. [Mateus 6.25]

A adoção aparece no Sermão do Monte como a base da vida de fé, isto é, a vida de confiança em Deus para a provisão das necessidades materiais de todo aquele que busca o reino de Deus e sua justiça.

Creio ser desnecessário observar que uma pessoa pode viver uma vida de fé sem ter de renunciar a um bom emprego, embora alguns sejam chamados a fazer isto. No entanto, todos os cristãos são chamados a uma vida de fé, no sentido de seguir a vontade de Deus a qualquer custo, confiando-lhe todas as conseqüências.

E mais cedo ou mais tarde, todos são tentados a colocar seu status e segurança, em termos humanos, acima da lealdade ao chamado de Deus. Então, se resistirem a essa tentação, serão imediatamente tentados a se preocupar com as prováveis conseqüências de sua decisão, principalmente quando seguir a Jesus os obrigar a perder parte da segurança ou prosperidade que, de outro modo, poderiam desfrutar.

Aos que são tentados dessa forma em sua vida de fé, Jesus oferece a verdade da adoção (a certeza da adoção na família de Deus) de modo que possam suportar a tentação.

Retirada de “O Conhecimento de Deus ao Longo do Ano” (Editora Ultimato, 2008) / Texto adaptado