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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Igreja Perseguida clama pela compaixão dos irmãos

ERITREIA - Uma organização que defende os cristãos perseguidos em todo o mundo está pedindo aos cristãos dos Estados Unidos para "sentir a dor" dos cristãos que morrem e são torturados por sua fé.

A agencia EritreaOfficials na Eritreia, no qual o país faz fronteira com o Sudão e a Etiópia, recentemente prendeu 30 cristãos que oravam em uma casa localizada em Asmara, na capital. Os presos eram membros da Igreja Filadélfia [tradução livre], um grupo evangélico proibido no país.

Jonathan Racho, diretor regional da International Christian Concern África (ICC, sigla em inglês), declarou ao OneNews Now que apenas três igrejas obtém da liberdade de culto na Eritreia.

"As igrejas [que] são reconhecidos no país são a Igreja Católica Romana, a Igreja Ortodoxa Eritreia e a Igreja Evangélica Luterana", relata Racho. "Todas as outras foram proibidas."

De acordo com a ICC, cerca de 3.000 cristãos eritreus foram presos e torturados por sua fé. Muitos já estão detidos em prisões subterrâneas ou contêineres de metal e, muitas vezes morrem nas condições degradantes, sem assistência médica adequada.

Clamor

Por conta dessa situação toda, a Igreja Perseguida convoca os cristãos a agirem.

"Eles [cristãos] querem que os cristãos do ocidente sintam a dor que estão sentindo", explica o porta-voz do TPI. "Nós somos o corpo de Cristo, por isso, se uma parte do corpo está doente ou com dor, a outra também sente. É um absurdo não sentir a dor e o sofrimento dos nossos irmãos e irmãs em todo o mundo."

Racho acrescenta que a oração e a ação nascem da compaixão para com a igreja perseguida.

Fonte: www.portasabertas.org.br / Tradução: Carla Priscilla Silva 

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Free to Believe [Livre para acreditar]

A Organização da Conferência Islâmica, que compreende 57 países, sendo a maioria de população muçulmana, apresentará mais uma vez a Resolução da Difamação da Religião na Assembleia Geral das Nações Unidas, no final deste ano.

Essa resolução:

- dá ao governo o poder para determinar quais visões religiosas podem ou não podem se expressar nesses países;

- dá ao Estado o direito de punir aqueles que expressam posições religiosas “inaceitáveis”, de acordo com o que eles acreditam;

- torna a perseguição legal;

- visa criminalizar palavras e ações consideradas contra uma religião em particular, nesse caso, o Islã.

- tem o poder de estabelecer legitimidade internacional para leis nacionais que punem a blasfêmia ou, por outro lado, proíbem críticas à religião.

Muitos países apoiaram essa resolução no passado, mas alguns agora estão mudando de ideia. Este ano, existe uma possibilidade real de que ela seja derrotada. E você pode ajudar. Está na hora de mudarmos isso.

Participe da petição global realizada pela Portas Abertas Internacional e una-se a milhares de cristãos ao redor do mundo. O abaixo-assinado será entregue às Nações Unidas em dezembro deste ano.

» Como posso ajudar?

Divulgue a campanha para outras pessoas, em sua igreja, escola, faculdade, trabalho, utilizando os recursos disponibilizados em nosso site. Faça o download de alguns recursos como vídeos, apresentação em powerpoint e arquivos para marca-página e adesivo. Além disso, você pode imprimir o abaixo-assinado quantas vezes quiser e distribuir para muitas pessoas.

Preencha seus dados no formulário, que funciona como um abaixo-assinado eletrônico e ajude a mudar a história da liberdade religiosa em muitos países.

Fonte: Free to Believe

terça-feira, 6 de julho de 2010

“Procuro meus irmãos”

“No final da década de 1950, portanto, no início do meu ministério, eu me encontrava pregando na Alemanha Oriental, certamente um dos países comunistas mais fechados naquela época. E ali estava eu, um holandês, na casa dos 20 anos, pregando numa igreja evangélica.

Quando terminei minha mensagem, o pastor veio sentar-se ao meu lado. Rodeando meus ombros com seu braço, ele começou a lembrar a história de Gênesis 37, onde se conta que José ficou perdido nos campos de Siquém. Quando um homem se aproximou e perguntou-lhe o que estava procurando, José respondeu: “Procuro meus irmãos” (Gn 37:14-16).

O pastor então começou a chorar e, em meio a grande comoção, disse-me: “É exatamente isso que você está fazendo, André. Está procurando seus irmãos”.

O maior interesse de Deus no mundo, hoje, não é a democracia, o capitalismo ou qualquer outro sistema. Deus se interessa pelo Corpo de Cristo, a Igreja, e esse deve ser também o centro do nosso interesse!

Deus está interessado no fortalecimento da Igreja, em prepará-la para a volta de seu Filho, em prover condições pra que a Igreja, mesmo frente a terríveis embates com o inimigo de nossas almas, mantenha firme o testemunho de Jesus. Esse é o nosso grande desafio.

Como membros do Corpo de Cristo, não podemos ficar somente como espectadores. Isso arruína o nosso testemunho e nos torna irrelevantes como Igreja. Tornamo-nos fracos e estéreis, para não dizer mortos!

Minha oração é para que não vivamos mais atrás da cortina de ferro da ignorância. Precisamos procurar continuamente os nossos irmãos, especialmente naqueles países onde ainda não se respiram os ventos da liberdade. É nossa responsabilidade e nossa alegria estar vitalmente unidos à Igreja de Cristo, onde quer que ela exista.

Se falharmos agora, talvez não haja uma nova oportunidade. Vamos dedicar nossas vidas a Jesus e fazer o que nunca fizemos antes. Nossa tarefa ainda não terminou.”

Por: Irmão André, fundador do Ministério Portas Abertas / Fonte: Fanzine Underground, julho/2010

Brasileiros muçulmanos já chegam a um milhão

Faz parte do imaginário popular a ideia de que o povo brasileiro é aberto, acolhedor, livre de preconceitos. Com uma Constituição forte e moderna, pode-se afirmar que no Brasil todos possuem os mesmos direitos e oportunidades, sem distinção de raça, credo ou sexo.

De fato, não há restrições legais para a prática das mais diversas religiões e o preconceito racial, por exemplo, há tempos é punido com rigor.

No entanto, há uma forma sutil de preconceito ou de animosidade que só é perceptível a quem faz parte de determinado grupo e que, na maioria das vezes, não chega a configurar uma violação das leis do país. Em algumas cidades, sobretudo do interior, protestantes e católicos vivem às turras; o mesmo acontece entre cristãos (católicos e protestantes) e espíritas em determinadas localidades e, nesse caso, a rixa é tão grande que não é raro que os envolvidos acabem na delegacia de polícia.

Uma prova para a paz

Pois a tradicional hospitalidade brasileira está para ser posta à prova mais uma vez. Vários veículos de comunicação vêm apontando o avanço do islamismo no Brasil. Em reportagem recente, o jornal francês Le Figaro publicou uma extensa matéria sobre o aumento do número de muçulmanosnas periferias dos grandes centros brasileiros. No ano passado, a revista Época relatou o mesmo fenômeno, mostrando como a religião muçulmana tem feito adeptos, sobretudo junto às comunidades mais pobres, que veem na mensagem islâmica de igualdade racial e justiça uma forma legítima de combater o racismo e a violência policial a que são submetidas com frequência.

Embora não seja possível precisar o número de muçulmanos no Brasil, estima-se que eles já sejam um milhão de fiéis. Conforme indicam os estudos, esse número só tende a crescer e a pergunta que fica é: como será a convivência entre os brasileiros de várias religiões e os brasileiros muçulmanos?

Terroristas de uma hora para outra?

Em países de maioria muçulmana, os adeptos de outras religiões, sobretudo os cristãos, enfrentam muitas dificuldades para professar sua fé com liberdade. No Brasil, qualquer pessoa tem o direito de optar pela religião que quiser, tem o direito de mudar de religião, tem o direito de frequentar o templo que bem entender, tem o direito até de não crer. E isso não é só no papel, já faz parte da cultura do brasileiro.

Mas, é interessante imaginar como seria a convivência entre os grupos, por exemplo, de cristãos pentecostais, tradicionais ou mesmo católicos com os convertidos ao islamismo... Quanto do preconceito enraizado no imaginário coletivo viria à tona e faria com que vizinhos ou colegas de faculdade passassem a ser vistos como terroristas, pelo fato de terem se tornado muçulmanos?

Os brasileiros em geral e os cristãos em particular devem estar preparados para essa nova realidade que se anuncia. Que aqueles que conhecem a salvação em Cristo jamais se desviem do seu chamado original de pregar o evangelho a toda criatura e que haja em cada um o desejo da paz. Afinal, os pacificadores serão chamados filhos de Deus (Mt 5.9).

Por: Cristina Ignácio (Missão Portas Abertas / www.portasabertas.org.br)

sexta-feira, 12 de março de 2010

Visão Mundial suspenderá operações no Paquistão


A organização World Vision (Visão Mundial) está suspendendo suas operações no Paquistão depois que militantes atacaram o escritório no distrito de Mansehra na quarta-feira, 10 de março, matando seis pessoas.

A rede de notícias BBC relata que a polícia e a agência disseram que as vítimas, incluindo duas mulheres, eram paquistaneses que trabalhavam para a Visão Mundial na área.

Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelo ataque, mas militantes muçulmanos e o Talibã são suspeitos.

No início da semana, após um bombardeio em Lahore, o Talibã afirmou que continuaria com mais ataques em todo o país enquanto os Estados Unidos continuassem no país e enquanto o exército paquistanês prosseguisse com suas operações nas áreas tribais.

Em declaração, a Visão Mundial afirmou que não recebeu nenhuma ameaça antes do ataque.

“Centenas de pessoas foram mortas nos ataques de aviões não tripulados nas áreas rurais do Paquistão desde 2008”, conta a matéria da BBC.
 

A Visão Mundial confirmou que sete integrantes da equipe ficaram feridos durante o ataque.

Fonte: Missão Portas Abertas