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terça-feira, 23 de abril de 2013

Ouvindo a Sua Voz

"O pastor abre a porta e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora." (João 10:3)

À medida em que você começa a conhecer o seu Pastor, aprende que quando ele chama, vale a pena obedecer. Quando Ele diz algo, é para o seu próprio bem. Se Ele diz: "Vá por esse caminho", é porque Ele tem pastos verdejantes e águas tranquilas esperando por você. Se Ele diz: "Pare! Não faça isso", é porque Ele quer lhe proteger do perigo iminente, de algo que possivelmente traria risco a sua vida.

Deus falar conosco é um fato concreto e é mostrado claramente ao longo das Escrituras. Para alguns, como Moisés, Deus falou de forma audível. Para outros, como o profeta Elias, Ele falou silenciosamente em pelo menos uma oportunidade.

Muitas vezes esperamos por grandes acontecimentos, por enormes circunstâncias por meio das quais Deus fale conosco. Mas, na maioria das vezes, Ele fala conosco com uma voz mansa e calma. Só que é preciso desligar a TV, o som e tudo mais que possa distrair a nossa atenção para apenas ouvir. Com tanto barulho no mundo, com tantas informações que nos bombardeiam a todo momento, podemos ouvir tudo isso deixando de escutar a voz mais importante de todas. Talvez uma razão para não ouvirmos Deus, seja o fato de nunca pararmos para fazer isso. Devemos prestar atenção às palavras do Salmo 46:10, que diz: "Parem de lutar! Saibam que eu sou Deus!"

Uma vez que ouçamos a voz de Deus, precisamos segui-la. Jesus disse: "As ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz" (João 10:4). A palavra "seguir" significa decidir deliberadamente obedecer a algo. É uma escolha deliberada das ovelhas seguirem o pastor. Precisamos decidir seguir o nosso Pastor, para fazer o que Ele nos diz para fazer.

Quando o Deus Todo-Poderoso fala com você, com aquela voz mansa e calma, você ouve? Você O segue?

Fonte: http://www.devocionaisdiarios.com/

domingo, 14 de abril de 2013

Manumissão magnificente

Por: John Piper

“Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.” (Romanos 6.17-18)

Manumissão: alforria legal de um escravo. Manumit: “dar liberdade a um escravo”, do latim manus “mão” + mittere “soltar, enviar etc.”

Somos escravos ou do pecado ou de Deus. Não há uma terceira alternativa. Você pode dar-lhe nomes diferentes. Mas se resume nisto: ou servimos ao pecado, ou servimos a Deus. O pecado reina ou Deus reina. Por isso, Romanos 6 descreve a conversão em termos de uma mudança de senhor de escravo. “Graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado... fostes feitos servos da justiça... Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus” (Rm 6.17-18, 22).

Mas, cuidado! Não leve todas as implicações do servir ao pecado para o servir a Deus. Existem diferenças radicais. Considere estes versículos cruciais de Romanos 6.20-23: “Quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça. Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte. Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”.

VELHA ESCRAVIDÃO
O senhor é o pecado (20)
Isentos em relação à justiça (20)
Benefício? Nenhum (21)
O fim? Morte (21)
O senhor paga salário (23)
O salário é a morte (23)

NOVA “ESCRAVIDÃO”
O senhor é Deus (22)
Livres do pecado (22)
Fruto? Santificação (22)
O fim? A vida eterna (22)
O senhor dá dons (23)
O dom é a vida eterna (23)

Existe um contraste radical nos paralelos aqui descritos. Todo o conceito de escravidão, conforme o conhecemos, é transformado quando Deus se torna o “Senhor do escravo”.

O velho senhor do escravo paga salário, mas Deus, por sua vez, concede dom. “O salário do pecado... o dom gratuito de Deus...” Isto é muito importante! Não nos relacionamos com Deus como assalariados. Relacionamo-nos com Ele como recebedores de dom. Nosso “papel como escravo” não é trabalhar para receber salário, e sim andar em submissão onde os dons existem, e isto significa andar pela fé.

Por que Paulo não respondeu sua própria pergunta no versículo 21: “Naquele tempo, que resultado colhestes?” A resposta é que o pecado não produz frutos; ele exige obras e paga salário. Mas, quando nos tornamos “escravos” de Deus, o fruto que obtemos é a santificação, e o “pagamento” de Deus para isso não é um salário, e sim um dom -- a vida eterna.

Portanto, nosso “novo Senhor de escravos” não exige “obras”; Ele produz fruto. Ele não paga salário pelas obras; Ele concede dons em recompensa de seu próprio fruto. E o dom é a vida eterna, enquanto o único salário que um pecador pode receber é a morte. Acautele-se de um relacionamento com Deus que envolva o pagamento de salário. Não existe tal coisa. O “senhor de escravos” nos relacionamentos espirituais que envolvem o pagamento de salário é sempre o pecado; e o salário é sempre a morte.

Em vista desta liberdade (manumissão) magnificente, exorto-o a fazer aquilo que é óbvio: “Nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça” (Rm 6.13).

Fonte: Devocional “Uma vida voltada para Deus”, de John Piper

[O Ministério da Consolidação está meditando nesse devocional. Quer meditar conosco? Obtenha o seu gratuitamente no linkhttp://consolidacaoadb.blogspot.com.br/p/downloads.html e boa leitura!]

sábado, 6 de abril de 2013

A felicidade do choro

“Bem-aventurados os que choram, 
porque serão consolados.” 
 [Mateus 5:4]

Essa é uma verdade paradoxal. Jesus está dizendo que felizes são os infelizes; felizes são os que choram e não os que rasgam a cara em sonoras gargalhadas. É claro que Jesus não está exaltando o espírito amargo, abatido e murmurador. Você é feliz quando chora pelos seus pecados e fraquezas, para lamentar seus próprios erros em vez de apontar os erros dos outros. Não são felizes aqueles que fazem os outros chorar.

Não são felizes aqueles que abrem feridas na vida dos outros. Felizes são aqueles que choram por si mesmos, pelas suas próprias mazelas e se entristecem pelas suas próprias falhas. Jesus disse que os que choram são muito felizes, porque serão consolados. O consolo de quem chora pelos seus próprios pecados vem do próprio Deus.

Quando confessamos nossos pecados, Deus nos perdoa, nos purifica, nos restaura e nos oferece uma nova chance de recomeçar. Você tem chorado pelos seus pecados? Você tem derramado suas lágrimas aos pés do Salvador? Você tem encontrado no Senhor Jesus a fonte do perdão e do consolo? Faça isso agora mesmo e você será feliz, muito feliz.

Ore assim: "Amado Pai, tu és o Deus que concede novas oportunidades. O teu perdão apaga cada um dos meus erros. Hoje, portanto, assumo o compromisso de viver uma nova vida. Em nome de Jesus. Amém."