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quinta-feira, 2 de junho de 2011

A virtude do vencedor é nunca desistir

Por: Bispo Renato Cardoso

"Estando Josué ao pé de Jericó, levantou os olhos e olhou... Ora, Jericó estava rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel; ninguém saía, nem entrava. Então, disse o SENHOR a Josué: Olha, entreguei na tua mão Jericó, o seu rei e os seus valentes." [Josué 5.13; 6.1,2]

Josué olhou para Jericó e com certeza pediu a Deus em seu coração, “Como vamos passar por essas muralhas? O que faremos?” O anjo do Senhor se apresentou e lhe deu instruções, pedindo de Josué obediência e fé.

A primeira coisa que Deus pediu a Josué foi olhar para Jericó com os olhos da fé — já entregue nas suas mãos. Em seguida, pediu que rodeasse as muralhas por seis dias, uma vez por dia, e no sétimo dia sete vezes.

Algo chama a atenção aqui.

Por quê sete vezes no sétimo dia? Afinal, não era logo no sétimo dia que o povo teria que invadir Jericó e lutar? E portanto, não fazia mais sentido dar as sete voltas nos primeiros dias e deixar uma só para o final, para que o povo não ficasse muito cansado para a batalha no último dia?

A verdade é que sempre é mais fácil começar uma coisa do que terminar. Muitos começam e não terminam. Os que terminam são os que estão preparados a fazer o sacrifício necessário. Terminar sempre é mais difícil que começar. Mas é no terminar que está a vitória.

Portanto, quem quiser vencer, veja já com os olhos da fé a sua Jericó vencida, conquistada. E em seguida, comece a luta e determine ir até o fim. Saiba que será difícil terminar, o sacrifício maior está sempre no final, mas só os que vão até o fim é que vencem.

"A virtude do vencedor é nunca desistir".

sábado, 14 de maio de 2011

10 anos cumprindo o chamado de Deus!

Começamos a “pensar” sobre os 10 anos do Ministério da Consolidação no final do mês de abril. Nesse tempo experimentamos um peso muito grande de responsabilidade e temor diante de Deus. A visão tem estado cada vez mais nítida nos últimos anos e sabemos da importância do nosso papel para o reino.

Lidamos com pessoas em formação, que conhecem a Deus de ouvir falar, mas anseiam por estar mais perto Dele (por isso deram o passo essencial de aceitar a Jesus como suficiente Salvador). Não podemos errar; temos que doar o melhor do tempo, da experiência, do amor, da paciência, etc. Temos que tornar sólida e consistente a caminhada do novo cristão com o seu Mestre.

Nesses 10 anos tentamos fazer isso. Os relacionamentos, testemunhos e vivências atestam que conseguimos. Desde o início cercados da misericórdia e graça do Senhor, prosseguimos rumo aos próximos 10 anos – Tu o sabes, Senhor!

A comemoração

No dia 07/05/2011 ofertamos ao Senhor um Culto de Integração Especial, de ações de graças pelos 10 anos da Consolidação. Foi um momento inesquecível e emocionante, onde pudemos relembrar testemunhos, orar juntos e pedir a misericórdia do Senhor sobre as nossas vidas!

Tivemos a participação do Ministério Hesed conduzindo os louvores e do Dc. Sergio na preleção, com texto base em Marcos 2:1-12. “Em uma geração de “muitos”, Deus tem levantado “alguns” que dedicam sua vida a levar os enfermos e doentes a Ele.” “Só alguns percebem que há paralíticos que precisam ser levados a Deus!”

Veja fotos em nossa Galeria de Imagens.

domingo, 3 de abril de 2011

Louvar a Deus é uma atitude do coração

Por: Ronaldo Lidório

É comum observar que alguns que muito tem, com abundância e mais do que precisam, por vezes permanecem em contínuo murmúrio pelo que julgam ainda lhes faltar. Nada lhes é suficiente. Outros, mesmo tendo pouquíssimo, o pouco que tem lhes basta para encher o coração de louvor e agradecimento a Deus.

Isto nos leva a uma percepção bíblica de que o louvor não é definido pelas circunstâncias da vida, mas pela atitude do coração.

O Salmo 34 é um convite ao louvor e à maturidade espiritual. Nele o salmista manifesta o seu compromisso de louvar ao Senhor em “todo o tempo”(v.1).

Louvar ao Senhor ao ganhar o que se desejou, ao ter o pedido atendido ou ao ser surpreendido por uma ótima notícia não exige nada especial do nosso coração. A proposta bíblica, porém, é bem mais ampla: é louvar a Deus em “todo o tempo”, no dia bom e também no dia mau, em plena saúde e nos dias de enfermidade, quando aplaudido ou quando criticado, ao receber uma resposta positiva do Senhor ou quando Ele nos fecha um caminho que desejávamos seguir.

Louvar a Deus em “todo o tempo” implica em reconhecer que todos os planos do Senhor são planos de amor. Que, de fato, todas as coisas cooperam, de alguma forma que pouco compreendemos, para o bem dos que sinceramente amam a Deus, e isto nos basta. Louvar a Deus em “todo o tempo” implica também em reconhecer que as circunstâncias da vida, mesmo as mais difíceis, possuem algum motivo de louvor.

Neste salmo não encontramos um cenário de perfeição que nos leva ao louvor, mas um louvor que é proferido na realidade da vida que possui seus desafios realistas e constantes. Os versos 4, 5 e 6 nos falam sobre temores, angústicas e prisões. O verso 8 nos leva, entretanto, ao reconhecimento de que além das cores que pintam o presente cenário da nossa vida, Ele é bom. Somos conduzidos não apenas a compreender a Sua bondade, mas a experimentá-la: “provai e vede que o Senhor é bom”! Deus não é apresentado como aquele que realiza atos de bondade, mas como aquele que é bom em sua essência. É da natureza de Deus ser bom.

Alguns passam por angústias e tornam-se murmuradores. Outros passam por angústias e reconhecem a bondade do Senhor. A diferença está na atitude do coração.

O louvor a Deus combate também a ansiedade da alma.Depressões, ansiedades, fobias e temores são as enfermidades do nosso século. Jamais tantos medicamentos foram produzidos e consumidos para estes problemas emocionais como hoje. Neste salmo vemos que, ao lidar com o louvor, pacificamos também nossos corações. No verso 1 ele nos fala sobre a alegria, no 2 sobre a libertação de nossos temores e no 5 da libertação das nossas angústias. Louvar a Deus alegra o coração do Pai e também pacifica a nossa alma, uma vez que reconheço que minha vida está nas mãos daquele que, em todas as coisas, é bom.

Em 1873 um navio francês, o Ville de Havre, seguia da costa leste americana para a Europa. Entre os passageiros encontravam-se a senhora Spafford e seus quatro filhos, esposa de um cristão piedoso, jovem advogado de Chicago. Nesta viagem o navio sofre um acidente e vem a naufragar, morrendo quase todos os tripulantes. Dias de desespero se seguem com a ausência de notícias para as famílias dos desaparecidos em alto mar. Finalmente o senhor Spafford recebe um telegrama comunicando que sua esposa foi encontrada ainda com vida, mas estava só. A mensagem sobre a perda de seus quatro filhos lhe aflige a alma. Ele chora e lamenta. Depois senta-se e escreve a letra de um hino que se tornaria conhecido em todo o mundo: “It is well with my soul” (Está bem a minha alma), conhecido como “Sou feliz com Jesus”. Nele ele diz:

Se paz a mais doce me deres gozar
Se dor a mais forte sofrer
Oh, seja o que for, Tu me fazes saber
Que feliz com Jesus sempre sou


O louvor a Deus não é definido pelos marcadores da nossa história,mas sim pela bondade do Senhor que vai além das linhas do horizonte do entendimento da vida. Louvar a Deus é reconhecer que a Sua bondade será sempre maior do que qualquer tragédia que possa se abater sobre nossa existência. É cantar a Sua bondade nos dias de luz e alegria, e não deixar de fazê-lo nos dias de neblina forte e cores cinzas. Sua bondade é maior que a vida.

Um dia, em luz plena e eterna, cantaremos a Sua bondade, em “todo o tempo”. Não precisaremos de fatos da vida para fazê-lo. A Sua presença nos bastará.

domingo, 27 de março de 2011

Escolha a Vida!

"Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência." [Deuteronônio 30:19]

Nós nunca vamos aproveitar a vida a menos que tomemos uma decisão de qualidade para fazer isso. Satanás é perito em roubar e nossa alegria e este é um dos seus alvos favoritos. Neemias 8:10 nos diz que a alegria do Senhor é nossa força. Em João 10:10 lemos que "o ladrão" vem para matar, roubar e destruir, mas Jesus veio para que possamos ter e gozar a vida. Satanás é o ladrão, e uma das coisas que ele pretende roubar a nossa alegria. Se ele puder roubar a nossa alegria de nós, seremos fracos e quando estamos fracos, o inimigo leva vantagem sobre nós.

Crentes fracos não são ameaça para ele e sua obra de destruição. A fim de vivermos como Deus quer que vivamos, a primeira coisa que devemos fazer é verdadeiramente acreditar que a vontade de Deus é que nós experimentemos contínua alegria. Então devemos decidir entrar nessa alegria. Experimentar gozo em nossa alma é de vital importância para a nossa saúde física, mental, emocional e espiritual. Provérbios 17:22 diz: Um coração alegre é bom remédio e uma mente alegre trabalha a cura, mas um espírito abatido seca até os ossos. É a vontade de Deus para nós desfrutarmos a vida! Agora é hora de decidir entrar na vida plena e abundante que Deus quer para nós.

Alegria e diversão estão disponíveis assim como a miséria está disponível. A justiça e a paz estão disponíveis como também estão a condenação e tumulto. Há bênçãos e maldições disponíveis, e é por isso que Deuteronômio 30:19 diz-nos a escolher vida e bênçãos.

Tradução: Thaísa Sterque / From the book New Day, New You: 365 Devotions for Enjoying Everyday Life by Joyce Meyer. Copyright © 2007 by Joyce Meyer. Published by FaithWords. All rights reserved.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Deus não tem pressa

Deus não tem pressa. Aliás, desconfio que ele não tenha relógio. Mas, ao contrário do que possa parecer, a frase "deus tarda, mas não falha" também não lhe diz respeito.

Acompanhe o que talvez seja a segunda proposta de trabalho de Deus ao homem. É bom lembrar que a primeira — feita a Noé —, da ideia à realização, levou não menos do que cem anos. Agora, trata-se de um projeto novo. Uma espécie de PAC (Plano Ancestral de Crescimento) da humanidade: "Quando Abrão estava com noventa e nove anos de idade o Senhor lhe apareceu e disse: ‘Eu sou o Deus todo-poderoso; ande segundo a minha vontade e seja íntegro. Estabelecerei a minha aliança entre mim e você e multiplicarei muitíssimo a sua descendência’" (Gn 17.1-2).

O leitor sabe do que Deus está falando. E não é a primeira vez que o Todo-Poderoso toca no assunto. Cinquenta anos antes, Deus havia sugerido uma mudança radical na vida do velho e manso Abraão. E, até agora, nada. Mas Deus repete as suas intenções.

Aqui, volto ao argumento inicial. Nós temos pressa — necessidade intensa de alcançar um objetivo. Não nos contentamos com o “enquanto”. A travessia não nos interessa, queremos chegar “lá”. No entanto, Deus não é assim. Ou você faria um contrato de longo prazo com alguém de 99 anos de idade? Mas, ao conversar com Abraão, como se fosse necessário, Deus relembra também quem ele [Deus] é. Depois, como se falasse a um bando de adolescentes com hormônios à flor da pele, reclama obediência e integridade. E, por último, com fina ironia, fala dos seus planos, claro, para o futuro...

Deus não tem pressa. Melhor, Deus tem tempo. E, graças a ele, mesmo sem saber exatamente que horas são, nós cabemos nos seus planos. Nesses dias corridos e em meio aos imprevistos, não há melhor consolo do que escutar: “Ainda dá tempo”... (Sl 90). Nas palavras de C. S. Lewis, "a Deus pertence o nosso futuro, não importa se o deixamos em suas mãos ou não".

Por: Marcos Bontempo / Fonte: www.ultimato.com.br

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Combustível adulterado

DEUS NOS criou: inventou-nos como um homem inventa uma máquina. Um carro que tenha sido feito para ser movido a gasolina não funciona direito com outro tipo de combustível. E Deus projetou a máquina humana para funcionar à base dele mesmo. Ele é o combustível do qual os nossos espíritos devem se alimentar. Não há nenhum outro.

Eis por que não é bom pedir a Deus que nos faça felizes do nosso próprio jeito, sem nos preocuparmos com a religião. Deus não pode nos dar felicidade e paz fora de si mesmo simplesmente porque não existem desse modo. Não há nada parecido com isso.

Eis aqui a chave de toda a história. Gasta-se uma energia enorme, civilizações inteiras são construídas, instituições excelentes são arquitetadas; mas toda vez acontece algo errado. Algum defeito fatal sempre leva pessoas egoístas e cruéis ao topo e tudo cai novamente na miséria e na ruína. De fato, a máquina está trabalhando sob solavancos. Ela até parecia ter dado a partida com tudo funcionando e ter andado alguns quilômetros, mas depois quebrou.

Estavam tentando fazê-la funcionar com o combustível errado. Foi precisamente isso que Satanás fez em nós, seres humanos.

– de Mere Christianity [Cristianismo Puro e Simples]

Retirada de Um Ano com C. S. Lewis (Editora Ultimato, 2009)

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal e a Palavra de Deus

Por Lenildo Medeiros

Convincente, forte, completa, eloqüente. O Natal é a Palavra definitiva de Deus ao mundo, dita numa forma mais que audível... ou mais que legível... Na verdade, comunicada de maneira totalmente perceptível a quem quiser entender, pois em forma humana, com o nascimento de Jesus para nossa salvação. Como diz a Bíblia, “e o Verbo (a Palavra) se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1:14).

Jesus é a completa revelação de Deus ao homem. Como confirmam as Escrituras: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho” (Hebreus 1:1,2). Na manjedoura, naquele estábulo, além da mensagem sobre a importância da humildade e da simplicidade, e além do ensino de que o poder não depende de aparências, estava sendo pregada a mensagem da paz, da vida, do amor, da justiça e da alegria verdadeiras e eternas, a mensagem do Reino de Deus.

Quando Jesus nasceu, sua missão já estava definida. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que Deus seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). E podemos dizer como no evangelho: “Graças à misericórdia de nosso Deus, o sol nascente das alturas nos visitará” (Lucas 1:78). Pois o significado do Natal está neste novo amanhecer do Altíssimo Deus para todo aquele que crê.

Nos dias de hoje, muitos acham que Natal é apenas dar presentes, quando a família se reúne e o intuito de festejar. Mas, festejar o quê? O que torna o dia 25 de dezembro tão importante em quase todo o mundo? Natal é o nascimento de Jesus Cristo, o amor e a misericórdia de Deus em nossa vida. Jesus veio a este mundo, andou entre as pessoas, operou milagres e ensinou lições preciosas. Mas, sua presença não está limitada ao tempo e, mais de dois mil anos após seu nascimento, ele ainda está em nosso meio, podendo voltar a nascer a cada dia, mas, agora, no coração daquele que crê no Evangelho.

O que dá significado a esta linda festa é que, num tempo em que o homem vivia afastado de Deus e sem liberdade espiritual, nasceu aquele que daria à humanidade a verdadeira Salvação. Jesus é “Deus conosco” para sempre.

Além diso, o nascimento de Jesus é fundamental também porque vivemos em um mundo desigual, de injustiças. De acordo com a Bíblia, toda injustiça é diabólica, apesar de efetivada por estruturas sociais e mãos humanas. E o Filho de Deus se manifestou para “destruir as obras do diabo” (I João 3.8). Jesus veio ao mundo para socorrer os injustiçados e derrotar os injustos. Lá em Belém, quando olhavam aquele menino recém nascido, as pessoas talvez não soubessem que, um dia, ele seria crucificado. Mas sabiam que Deus usaria o menino para o nosso bem.

Aqueles que sabem o verdadeiro significado do Natal costumam lembrar do livro de Isaías, capítulo 61, versos 1 a 3, onde há uma profecia do nascimento do Messias e sua missão, que diz assim:

“O espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de alegria em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado.”

E podemos crer que o Espírito do Senhor Deus também está sobre cada um de nós, e que ele nos enviou e ungiu para pregar as boas novas, para curar os quebrantados de coração e consolar os que choram. Porque Jesus disse aos discípulos, em João 20:21: “Assim como o Pai me enviou, eu vos envio a vós”. Assim, o presente mais precioso que podemos dar a Jesus nesta data em que se comemora o seu nascimento é uma vida de compromisso total com esta Missão cristã.

Aproveite a época do Natal para ouvir a Palavra de Deus. Aprenda a amar como Jesus amou, a enxergar as pessoas como Ele fez. Jesus se entregou por amor a nós. Sua vida é o incomparável exemplo de compaixão, amor, serviço e fidelidade. Siga os passos de Jesus, que nasceu lá em Belém, mas renasce e revive todas as manhãs nos corações daqueles que o aceitam como Senhor e Salvador de suas vidas.

Fonte: Agência Soma (www.agenciasoma.org.br)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Não preciso de Templo

Por: Pr. Olavo Feijó

"Vai, e dize a meu servo Davi: Assim diz o SENHOR: Edificar-me-ás tu uma casa para minha habitação?" [2 Samuel 7:5]

Certo dia, depois de admirar o palácio em que vivia, em contraste com a tenda simples, onde ficava a Arca do Senhor, Davi tomou uma nobre decisão: vou construir um grande templo para Jeová. Para a surpresa do rei, o Senhor mandou, através do profeta Natã, o seguinte recado: “Diga ao meu servo Davi que não faça um templo para eu morar!” (II Samuel 7:5).

Construir grandes templos tem sido, na verdade, não uma necessidade do Senhor, mas uma preocupação daqueles que dizem que O adoram. Em vários textos, a Bíblia afirma que o Senhor “não habita em casas feitas por mãos humanas”. O tamanho e a suntuosidade dos templos refletem a vaidade e a necessidade de poder dos líderes religiosos que administram os templos.

Se o Senhor não precisa de santuários para morar, então onde é que Ele habita? O Apóstolo Paulo responde: “O vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós”. De igual modo, o “sacrifício”, para Deus, é o “coração quebrantado e contrito”. Conclui-se, então, que o templo em que o Senhor quer habitar é o nosso corpo, o nosso coração. Em outras palavras, o corpo e a alma do cristão constituem a morada do Senhor.

Com tanta responsabilidade, é de se entender a oração do Salmista: “criar em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito estável”. Lembremo-nos da instrução do Senhor: “não faça um templo para eu morar!” 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Posição errada

"Cuidado para não serem levados pelos erros de pessoas imorais [...]. Porém continuem a crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor." [2 Pedro 3.17-18]

Somos de Cristo. Esta é uma posição absolutamente segura. Marca o fim do que era velho e o início do que é novo (2Co 5.17). Deus “nos libertou do poder da escuridão e nos trouxe em segurança para o Reino do seu Filho amado” (Cl 1.13). Por termos recebido a Cristo e crido nele, ganhamos o direito de nos tornarmos filhos de Deus (Jo 1.12). “E herdaremos as bênçãos que ele guarda para o seu povo e também herdaremos com Cristo o que Deus tem guardado para ele” (Rm 8.17).

A posição é tão segura e maravilhosa, que em todo o universo não há nada que “pode nos separar do amor de Deus, que por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor: nem a morte nem a vida, nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais: nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo” (Rm 8.38-39). Perder esta posição é perder o que há de mais seguro em nossas vidas, a única bagagem que nos acompanha na morte. É jogar fora o que há de mais precioso e causa maior honra em toda a nossa existência humana.

Pedro nos faz ainda uma última exortação: é preciso tomar cuidado para não cair de nossa posição segura nem deixar de crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Retirada de Devocionais Para Todas as Estações (Editora Ultimato, 2009).

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Deus fala, o homem vive

Por: Pr. Olavo Feijó

"E dissestes: Eis aqui o SENHOR nosso Deus nos fez ver a sua glória e a sua grandeza, e ouvimos a sua voz do meio do fogo; hoje vimos que Deus fala com o homem, e que este permanece vivo." [Deuteronômio 5:24]

No final da sua vida, Moisés relembra ao povo judeu as coisas maravilhosas que aconteceram, quando Jeová lhe deu as tábuas da Lei, no meio de grande fogo, nuvem, escuridão e uma voz poderosa. E relembra também a milagrosa descoberta feita pelo povo: “Hoje vimos que Deus fala com os homens e que o homem fica vivo” (Deuteronômio 5:24).

Como naquele tempo, “Deus fala com os homens”. Também, como naquele tempo, “o homem fica vivo”... Mas nem sempre. Durante os quarenta anos do deserto, toda aquela geração que saiu do Egito e que, apesar de tudo aquilo que o Senhor lhes ensinou, não obedeceu a Ele, toda aquela geração pareceu no deserto. Não obedecer ao Senhor é o caminho certo do suicídio.

Somos bem aventurados porque o Senhor, através da Bíblia, fala conosco. Por isso mesmo, entretanto, somos responsáveis, quando não ligamos para os ensinos divinos. O objetivo da fala do Senhor é nos dar vida espiritual. Jesus confirma a Bíblia toda quando diz: “Eu vim para que tenham vida e vida em abundância”. A escolha é nossa. Ouvir e não ligar. Ouvir e fingir que Ele nada disse. O Senhor fala visando sempre nosso bem. É essencial crer nisso. Deus fala, o homem vive!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Escrevendo a melhor história

Escrever uma história requer um preparo adequado. Escrever a melhor história requer uma dedicação sem igual.

Você e eu somos personagens da mais importante história, a história da nossa vida. Existem capítulos maravilhosos que já fazem parte, mas existem outros tantos capítulos que comporão a história de nossas vidas.

Serão capítulos emocionantes, cheios de suspense e surpresas. Mas, a pergunta é: serão capítulos vitoriosos ou que descreverão o nosso fracasso? Quem não se preocupa com a sua história, a entrega a um final melancólico e triste?

Muitos têm hoje uma história sem graça, cheia de episódios tristes e com muitas derrotas acumuladas. Não sabem de onde vieram, onde estão nem para onde irão. Vivem sem compromisso com a verdade e nem se interessam por escrever uma história bonita. Muitos desses vivem repetindo: “Deixa a vida me levar, vida leva eu”.

Em II Crônicas encontramos frases muito objetivas que descrevem a história de uma vida toda. Algumas frases nos contam histórias tristes. A vida do rei Jeorão, narrada em 2Cr 21.1-20 é uma dessas. Embora tivesse herdado o trono do seu pai, o bom rei Josafá, e tivesse recebido muitos presentes em prata, ouro e pedras preciosas, quando assumiu o trono e se fortificou, certamente por temor matou todos os seus irmãos e também alguns príncipes de Israel. Jeorão escreveu a sua história andando nos caminhos tortuosos dos reis de Israel, que tinham se desviado completamente do Senhor. Jeorão começou a reinar com a idade de trinta e dois anos. Era bem jovem. Reinou por oito anos. E por sua história que estava sendo escrita de modo triste e não exemplar mereceu a disciplina do Senhor que levantou contra ele o ânimo dos filisteus e dos arábios para guerrearem contra ele. Depois de uma grande derrota o Senhor o feriu nas suas entranhas com uma enfermidade incurável. Durante dois anos sofreu dores terríveis e aos quarenta anos morreu e o cronista foi lacônico em descrever essa história de vida: “E se foi, sem deixar saudades de si”. Que triste história. Partir sem deixar saudades!

Por outro lado, encontramos também a história do rei Uzias: “Todo o povo de Judá tomou a Uzias, que tinha dezesseis anos, em lugar de seu pai Amazias... Uzias tinha dezesseis anos quando começou a reinar, e reinou cinqüenta e dois anos em Jerusalém... Ele fez o que era correto diante do Senhor... Ele buscou a Deus... e enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar” (2Cr 26.1-5). Que história! Que contraste marcante! Quando buscamos o Senhor, quando pedimos que Ele escreva a nossa história, o que Ele escreve é sempre bom e exemplar. Mas, quando deixamos o Senhor, a nossa história se complica, tanto quanto se complicou a história de Uzias quando se envaideceu diante de tudo o que o Senhor tinha lhe dado.

Permita que Deus escreva a sua história, pois somente assim ela será bonita e exemplar. Só Deus pode escrever a melhor história!

Que Deus o abençoe,

Por Pr. Itamir Neves

(Fonte: http://www.vidanova.com.br/teologiabrasileira.asp)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Necessidades básicas

“Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir”. [Mateus 6.25]

A adoção aparece no Sermão do Monte como a base da vida de fé, isto é, a vida de confiança em Deus para a provisão das necessidades materiais de todo aquele que busca o reino de Deus e sua justiça.

Creio ser desnecessário observar que uma pessoa pode viver uma vida de fé sem ter de renunciar a um bom emprego, embora alguns sejam chamados a fazer isto. No entanto, todos os cristãos são chamados a uma vida de fé, no sentido de seguir a vontade de Deus a qualquer custo, confiando-lhe todas as conseqüências.

E mais cedo ou mais tarde, todos são tentados a colocar seu status e segurança, em termos humanos, acima da lealdade ao chamado de Deus. Então, se resistirem a essa tentação, serão imediatamente tentados a se preocupar com as prováveis conseqüências de sua decisão, principalmente quando seguir a Jesus os obrigar a perder parte da segurança ou prosperidade que, de outro modo, poderiam desfrutar.

Aos que são tentados dessa forma em sua vida de fé, Jesus oferece a verdade da adoção (a certeza da adoção na família de Deus) de modo que possam suportar a tentação.

Retirada de “O Conhecimento de Deus ao Longo do Ano” (Editora Ultimato, 2008) / Texto adaptado

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Direitos dados pelo Criador e direitos inventados pela criatura

1. Nas premissas bíblicas não há elementos capazes de autorizar o domínio do homem sobre outros homens, à exceção do domínio próprio, que é o domínio do homem sobre si mesmo.

2. Ao se conceituar adequadamente pecado, percebe-se que pecado é sempre uma alteração da ordem estabelecida por Deus, não necessariamente ordem (mandamento), mas ordem (equilíbrio), embora o mandamento seja o principal agente mantenedor do equilíbrio.

3. Pode-se observar que todos os indivíduos das espécies animais criados por Deus situam-se no binômio macho e fêmea, e a mesma atração que atua entre o homem e a mulher os atrai entre si. No rompimento desse equilíbrio está o gérmen em potencial da extinção de uma espécie.

4. Mais do que um dom, a sexualidade é um direito, e os direitos do homem são flagrantemente reconhecidos por Deus: “a César o que é de César” (Mt 22.21). Todavia, os direitos inventados pelo homem são de sua responsabilidade.

5. Quando homens e mulheres deixam-se alterar em sua identidade sexual, não importa quando, como ou por que, só existe um caminho para reassumi-la. Alterações da natureza transformam-se em amarras de tamanha resistência que não podem mais ser rompidas pelas pessoas, nem pela medicina, senão por um poder maior: “Se, pois, o Filho [de Deus] vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).

6. A humanidade encontra-se em processo irreversível de solidão. Quanto mais promíscua é uma pessoa, maior a solidão que ela acumula, porque a solidão é diretamente proporcional à sua incapacidade de amar.

7. A famosa expressão “amor livre”, tão em voga modernamente, de amor só tem o rótulo.

8. Na ótica do Criador só existem dois seres capazes de se formar uma só carne. O problema, portanto, não é ser ou não homossexual, mas estar ou não estar homossexualizado.

9. No plano criador de Deus, ninguém é homossexual.

Celso Milan é funcionário aposentado do Banco Central e escritor. As frases acima foram retiradas com sua permissão do seu mais recente livro Conceituação - temas polêmicos, p. 55.

[Nota do blog: Texto extraído da Revista Ultimato de Setembro-Outubro/1998, mas bem propício aos nossos dias. Fonte www.ultimato.com.br]

sábado, 18 de setembro de 2010

Dois remédios para as desculpas

HÁ DOIS remédios para esse perigo. Um deles é lembrar que Deus conhece todas as desculpas legítimas muito melhor do que nós. E se, de fato, existem “circunstâncias atenuantes”, não precisamos ter medo de que elas passem despercebidas diante Dele. Deus deve conhecer muitas desculpas que nem sequer imaginamos. Portanto, depois da morte, as almas humildes terão a grata surpresa ao saber que em certas circunstâncias elas pecaram muito menos do que estavam pensando. Todo o processo de perdão real é por conta dele. O que temos de apresentar diante de Deus é aquele restinho indesculpável, que se chama pecado. Ficar discutindo sobre todas aquelas partes que poderiam (supomos) ser perdoadas é perda de tempo. Quando você vai ao médico, você fala das partes que estão com defeito – digamos, por exemplo, um braço quebrado. Seria perda de tempo ficar explicando que as suas pernas, olhos e garganta estão bem. Você pode até estar errado na sua suposição, mas, se eles realmente estiverem em ordem, o médico o saberá.

O segundo remédio é acreditar real e verdadeiramente no perdão dos pecados. Grande parte da nossa preocupação em dar desculpas vem de não conseguirmos realmente acreditar no perdão, de acharmos que Deus poderá nos rejeitar se não ficar satisfeito e que podemos tirar algum tipo de vantagem da situação em nosso favor. Mas isso não seria nenhum perdão. O perdão real significa olhar com firmeza para o pecado (o montante de pecado que restou sem qualquer desculpa), depois de apresentadas todas as circunstâncias atenuantes, e encará-lo em todo o seu horror, sujeira, falta de sentido e malícia, e, ainda sim, conseguir reconciliar-se totalmente com o homem que o praticou. É isso e somente isso que significa o perdão, e podemos obtê-lo de Deus sempre que lhe pedirmos.

– de The Weight of Glory [Peso de Glória]

Retirado de Um Ano com C. S. Lewis (Editora Ultimato, 2005).

terça-feira, 14 de setembro de 2010

“Eu e você, andando juntos - A celebração da amizade!"

No dia 21/08/10, todas as nossas expectativas foram supridas de uma forma mais que excelente! Tudo o que planejamos (na tentativa de fazer o melhor para Deus), foi pequeno demais em comparação com a “resposta divina” ao nosso anseio. Deus se manifestou nos mais simples detalhes do Culto de Integração!

Como o tema sugeriu, abordamos a importância de andarmos juntos, celebrando a amizade que Deus nos fez nutrir por cada um ali presente. Foram momentos em que a comunhão falou mais alto! Oramos uns pelos outros, e ainda pudemos profetizar na vida de cada um que “somos corpo” e “bem ajustados, totalmente ligados” no Senhor!

Veja algumas fotos abaixo, e no próximo culto, não deixe de comparecer!






quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Se minha jumenta falasse

Por: Jair Souza Leal

Talvez, se os animais falassem, eles pudessem nos impedir de andar fora dos propósitos do Senhor como uma jumenta fez com o profeta Balaão. Enquanto o profeta Balaão se afastava da vontade do Senhor, sua jumenta permanecia fiel, mostrando ser mais obediente a Deus do que ele.

Balaão, o profeta, é quem devia ter as visões espirituais, mas é sua jumenta que enxerga o mundo espiritual. É ela que vê o poderoso anjo em missão nada amigável. Por ter perdido o temor do Senhor ele se tornou insensato, a ponto de conversar com um animal como se fosse o Dr. Dolittle, ouvindo, argumentando, fazendo ameaças.

A jumenta precisou falar para que ele entendesse a sua burrice - com todo respeito aos animais. Este animal foi um verdadeiro herói: impediu a morte do seu dono, e ensinou a ele o que é fidelidade. Aprendemos dele que há pessoas tão insensatas que sequer merecem os animais que possuem.

Balaão pensava estar com a razão, e descarregava sua fúria no pobre animal. É fácil se irar e cometer injustiças com aquele que nos é fiel, sendo nós a causa do problema.

Quem nesta história bíblica parece ser o animal irracional? Na verdade, o homem desobediente a Deus é mais irracional do que um animal, porque toda a natureza, em especial os animais, embora não tenham sido criados à imagem e semelhança de Deus como o homem, obedecem as suas ordens sem questionar.

Antes do dilúvio Deus enviou um casal de cada espécie até a arca, mansamente, e eles foram (Gn 7:15-16). Corvos foram enviados por Deus para alimentar o profeta Elias na época de uma grande seca (1 Reis 17:4-6). Um feroz e faminto leão teve de se controlar para não devorar o profeta Daniel, pois sua obediência a Deus era maior do que o seu instinto selvagem (Dn 6:16-24).

E quem foi enviado para salvar o desobediente profeta que foi lançado ao mar? Um grande peixe (Jn 1:15-17). E para trazer os recursos que Jesus precisava para pagar impostos? Um peixe (Mt 17:27). E quem foi usado para despertar a consciência de Pedro enquanto ele negava seu Senhor? Um galo (Lc 22:60-62).

Na verdade, não só os animais, mas, "até os ventos e o mar lhe obedecem" (Mt 8:27). Como recompensa a esta obediência, Deus cuida de cada um deles: alimentando, protegendo (Mt 6:26; Lc 12:6).

Não deveríamos aprender com a natureza e com os animais o que significa obedecer a Deus? Deus vai precisar usar um animal para nos ensinar a obedecer? Os mais estúpidos animais conhecem o seu dono (Is 1:3), você conhece o seu Deus? Quem tem sido mais fiel e temente a Deus, você, ou seu animal de estimação?

Deus cuida e protege os animais porque estes lhe obedecem. Porque Deus deveria cuidar de você? Porque deveria te proteger?

Precisamos aprender com os jumentos, galos, formigas, o que significa ser fiel e obediente ao Senhor. Então, não seja uma toupeira: obedeça ao Senhor, mas não seja uma tartaruga nessa obediência. Corra como a corça ou como a lebre para a presença de Deus, voe como águia para os seus braços. Seja manso como a pomba, prudente como a serpente, puro como o cordeiro. Seja ovelha do pastor Jesus, não um lobo vestido de ovelha em meio ao rebanho.

O jumento que Jesus montou teve prazer em carregá-lo, o de Balaão, não. O jumento que Jesus montou não precisou falar, pois estava sendo guiado no caminho correto, por alguém que era temente a Deus, um verdadeiro profeta.

Você vai precisar esperar o seu animal falar para começar a obedecer a Deus? Vai esperar o galo cantar para não mais negar a Jesus o Leão da tribo de Judá?

Fonte: Instituto Jetro

terça-feira, 20 de julho de 2010

O Propósito de Deus para conosco

No dia 03/07 realizamos mais um Culto de Integração e o Senhor nos marcou com uma palavra sobre o Seu maravilhoso propósito para as nossas vidas. Não houve quem, naquela noite especial, não fosse tocado pela glória de Deus! Não faltaram lágrimas, gratidão e mãos levantadas ao Deus que nos inclui em Seus planos!

Leia um pouco do que foi ministrado:

“Quando Deus criou o ser humano Ele soprou sobre ele e o mesmo ficou cheio do Espírito Santo. Entretanto, por causa do pecado (desobediência a ordem de Deus), Adão, o primeiro homem, pecou e foi destituído da glória de Deus e conseqüentemente gerou filhos e filhas destituídos da glória de Deus, do Espírito Santo.

Deus sabia que isso poderia acontecer, pois, criara o homem com liberdade de escolha e sabia que ele poderia escolher a desobediência e conseqüentemente a morte. Então, de antemão Deus também preparou o Salvador para entrar em ação caso o homem pecasse. Por causa da morte do Salvador, hoje, a glória de Deus, o Espírito Santo, está sendo RESTITUÍDO aos homens e mulheres que o desejam. Assim como a destituição da glória de Deus aconteceu como fruto da vontade humana, da mesma forma acontece em relação à restituição. Se você deseja ser restituído da glória de Deus, aceite a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, pois, em tudo aquilo que Adão falhou, Ele, a nossa semelhança foi fiel; e por causa da sua morte o salário do pecado foi pago. Você foi substituído lá na Cruz. Sem merecer, Jesus Cristo morreu a tua morte, para que, sem merecer, você pudesse herdar a vida dEle. A vida de Cristo é aquela mesma que estava em Adão no Éden... É a Glória de Deus, o Espírito de Deus.”

“Quando aceitamos esta maravilhosa salvação nos tornamos aptos para receber de volta dentro de nós o Maravilhoso e Único Espírito Santo de Deus: João 20:19-23 “Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! E, dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor. Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos.”

“A mesma coisa que o Senhor Deus fez no Jardim do Éden ao criar o homem, o nosso Senhor Jesus faz aqui ao recriar-nos - Ele sopra e diz: “Recebei o Espírito Santo”. E quando recebemos o Espírito Santo em nós, além dele testemunhar ao nosso espírito que somos filhos de Deus, Ele faz com que algumas coisas comecem a acontecer e elas precisam ser desenvolvidas por cada um de nós. Marcos 16:16: “Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado. Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados.”

“Então este é o propósito da nossa existência humana - carregar dentro de nós o Maravilhoso Espírito Santo. Nosso corpo é uma lâmpada, nossa autoridade espiritual é o óleo e o Espírito Santo é o Fogo de Deus. Quando tudo isso se ajunta, se torna convergente, nos tornamos luz para nós mesmos e para os que estão nas trevas.”

“Os nossos corpos foram criados com a capacidade de receber e armazenar a Glória de Deus. Isso não tem nada a ver com a nossa teologia, com a maneira que entendemos Deus. Eu estou falando de coisas físicas. A Glória do Senhor é física embora seja invisível. Quando a Glória do Senhor encheu o templo os sacerdotes tiveram que sair, pois Ela encheu o templo, não cabia mais ninguém. A Glória do Senhor se manifestou queimando o sacrifício de Abrão, dos pais de Sansão, de Davi, etc. O vento é invisível, mas você pode senti-lo através do corpo e também ver os seus efeitos ao seu redor. Assim também é a Glória do Senhor: invisível, mas, real e palpável. O nosso corpo foi minuciosamente projetado e construído por Deus para catalizar, armazenar a sua Glória, indiferente da nossa teologia.”

[O texto foi extraído da mensagem “O Propósito de Deus para conosco” do Pr. Antônio Cirilo – Ministério Santa Geração]

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Gregos e troianos

Poderia alguém ser puro com balanças desonestas e pesos falsos? (Mq 6.11)

Não dá para colocar na mesma mesa o pecado e a pureza. São coisas diametralmente opostas. Uma repudia a outra.

Aqueles que não querem renunciar totalmente ao gosto pelos prazeres transitórios nem ao ideal de santidade estão numa situação confusa, indeterminada, indefinida, irreverente e, além de tudo, inadmissível. É isso que Miquéias quer demonstrar ao povo de Jerusalém: “Poderia alguém ser puro com balanças desonestas e pesos falsos?”.

Muitas outras perguntas dessa natureza podem ser feitas. Por exemplo: Poderia alguém ser puro com mãos sujas de sangue? Com língua mentirosa? Com olhos adúlteros? Com débitos não saldados? Com coração cheio de ódio?

Outro profeta enfrentou situação semelhante senão mais grave. Em sua época, Israel queria agradar a gregos e troianos, queria garantir o apoio de Deus e de Baal. Então Elias o enfrentou fazendo a seguinte pergunta: “Até quando vocês vão oscilar [ou dançar, ou escorregar, ou coxear, ou claudicar] para um lado e para o outro?” (1 Rs 18.21).

Com o auxílio de Deus não vou capengar entre o bem e o mal. Ficarei de um lado só — o lado certo!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sobre a preocupação

Deus lhe oferece exatamente isso: a possibilidade de uma vida livre da ansiedade. Não menos preocupação, mas nenhuma preocupação. Ele criou um abrigo para o seu coração. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Filipenses 4:7).

A preocupação não muda nada. Você não acrescenta um dia à sua vida ou um pouco de vida ao seu dia ficando preocupado. Sua ansiedade só lhe causa mal-estar, nada mais. A respeito das coisas que nos preocupamos:

40% nunca acontecem
30% relacionam-se a feitos imutáveis do passado
12% concentram-se em opiniões dos outros que não podem ser controladas
10% estão centradas na saúde pessoal, que só piora enquanto nos preocupamos
8% estão ligadas a problemas reais que podemos influenciar

Noventa e dois por cento de nossas preocupações são desnecessárias! A preocupação não só é irrelevante, e nada faz; ela também é falta de reverência, falta de confiança em Deus.

A preocupação denuncia uma fé frágil, uma “blasfêmia inconsciente”. Não duvidamos de Deus de modo intencional, mas, quando nos preocupamos, não o fazemos essencialmente?

Em vez de preocupar-se com algo, ore.

A preocupação diminui à medida que olhamos para cima. Deus sabe o que pode acontecer nesta jornada, e quer nos levar ao lar.

Ore por tudo.

Orações confiantes prenunciam a paz de Deus. Não uma paz aleatória, nebulosa, terrena, mas a paz dEle. Importada do céu. A mesma tranqüilidade que marca a sala do trono, Deus oferece a você.

Preocupar-se é uma alternativa, não uma obrigação.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs. 96 a 101)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sobre a soberania de Deus

Confessar a soberania de Deus é reconhecer o Reino de Deus, sua autoridade real e o poder de veto acerca de todas as coisas que acontecem. Abraçar a soberania de Deus é beber da fonte de seu senhorio e fazer um passeio de barco na tempestade da decisão.

Com muita freqüência em nossa vida, nos encontramos em pé diante do guichê de Deus, achando que conhecemos o itinerário. Boa saúde, uma promoção no trabalho, uma gravidez. Muitas vezes Deus verifica o itinerário que Ele criou e diz sim. Todavia, há momentos em que Ele diz: “Não. Essa não é a jornada que planejei para você. É preciso passar pela rota da Cidade da Luta”.

Margaret Clarkson, em seu livro maravilhosamente intitulado “Grace Grows Best in Winter” (A Graça Cresce mais no Inverno), escreveu:

A soberania de Deus é a rocha inabalável a que o coração humano em sofrimento deve se apegar. As circunstâncias em volta de nossas vidas não são acidentes: podem até ser obra do mal, mas esse mal está sob o controle da poderosa mão de nosso Deus soberano. Todo mal está sujeito a Ele, e o mal não pode tocar seus filhos a menos que Ele permita. Deus é o Senhor da história da humanidade e da história pessoal de cada membro de sua família redimida.

Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs.88, 91 e 93).