Por: Elben M. Lenz César
É muito singela a história da transformação de 480 litros de água em vinho da melhor qualidade, acontecida durante os festejos de um casamento realizado em Caná da Galiléia, logo no início do ministério de Jesus. Sabedora do constrangimento pelo qual estava passando a família do noivo, a mãe de Jesus se aproximou dele e lhe disse: “O vinho acabou”. Depois, aproximando-se também dos desnorteados serventes lhes ordenou: “Façam o que Ele mandar”. A Jesus, Maria não deu ordem alguma. Apenas comunicou o fato: “Acabou o vinho”.
Aqui está um precioso modelo de oração. Embora Deus saiba de tudo que nos ocorre, é muito saudável mencionar nas preces as diferentes situações embaraçosas que nos acontecem, quase sempre de surpresa.
Em algumas situações, podemos procurar o Senhor e segredar-lhe humildemente: “Acabou o ânimo”, “Acabou o pão”, “Acabou a alegria”, “Acabou a paciência”, “Acabou a esperança”, “Acabaram os recursos”, “Acabou o amor” e assim por diante.
Essas são orações sem rodeio, que mencionam o âmago do problema, corajosas, sinceras, humildes. Essas orações significam uma exposição da alma, da angústia que está até então presa lá dentro. É uma confissão: “Acabou o vinho”.
Uma vez introduzido na questão alheia, Jesus age, dá ordens, toma providências. No caso das bodas de Caná, Ele mandou fazer duas coisas: “Encham de água os seis potes de pedra” e “Tirem um pouco de água destes potes e levem ao dirigente da festa” (Jo 2.1-12). Embora fosse apenas um convidado, e não o noivo nem o pai do noivo, nem o mestre de cerimônias nem um dos serventes, Jesus foi obedecido e a água se transformou em vinho, melhor que o anteriormente servido.
Se Jesus solucionou um problema de etiqueta social, não resolveria problemas mais sérios, envolvendo as necessidades físicas, as necessidades emocionais e as necessidades morais?
Você precisa da bem-aventurada ousadia para confessar sempre que necessário: “Acabou o vinho”!
Fonte: Revista Ultimato (edição 268)
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Uma revelação de amor
"Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores." [Romanos 5.8]
Como crer no amor de Deus quando parece haver tantas evidências em contrário? O apóstolo Paulo declara em Romanos 5 duas razões principais pelas quais podemos estar seguros de que Deus nos ama. A primeira é que ele “derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu” (v. 5). A segunda é que “Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (v. 8). Então, como podemos duvidar do amor de Deus? Muitas vezes ficamos perplexos com as tragédias da vida. Mas Deus tem provado o seu amor para conosco por meio da morte de seu Filho e o derramado em nosso coração por meio do dom do Espírito. De maneira objetiva na história e de modo subjetivo na experiência, Deus nos tem dado boas razões para crermos em seu amor. A integração do ministério histórico do Filho de Deus (na cruz) com o ministério contemporâneo de seu Espírito (em nosso coração) é uma das características mais benéficas e prazerosas do evangelho.
O que a Bíblia faz não é resolver o problema do sofrimento, mas dar-nos a perspectiva correta a partir da qual enxergá-lo. Assim, sempre que estivermos dilacerados pela angústia, podemos escalar o monte Calvário e, daquele mirante único e privilegiado, examinar cuidadosamente as calamidades da vida. O que torna o sofrimento insuportável não é tanto a dor que o acompanha, mas o sentimento de que Deus não se importa.
Nós o imaginamos se espreguiçando em uma poltrona no céu, indiferente aos sofrimentos do mundo. É essa caricatura caluniosa de Deus que a cruz quebra em pedaços. Devemos vê-lo não em uma poltrona confortável, mas na cruz. Pois o Deus que permite que soframos sofreu uma vez em Jesus Cristo e continua a sofrer hoje conosco. Há ainda uma marca de dúvida sobre o sofrimento humano, mas sobre ela nós colocamos ousadamente uma outra marca — a cruz de Cristo.
Para saber mais: Romanos 8.28-39
Retirado de A Bíblia Toda o Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)
Como crer no amor de Deus quando parece haver tantas evidências em contrário? O apóstolo Paulo declara em Romanos 5 duas razões principais pelas quais podemos estar seguros de que Deus nos ama. A primeira é que ele “derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu” (v. 5). A segunda é que “Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (v. 8). Então, como podemos duvidar do amor de Deus? Muitas vezes ficamos perplexos com as tragédias da vida. Mas Deus tem provado o seu amor para conosco por meio da morte de seu Filho e o derramado em nosso coração por meio do dom do Espírito. De maneira objetiva na história e de modo subjetivo na experiência, Deus nos tem dado boas razões para crermos em seu amor. A integração do ministério histórico do Filho de Deus (na cruz) com o ministério contemporâneo de seu Espírito (em nosso coração) é uma das características mais benéficas e prazerosas do evangelho.
O que a Bíblia faz não é resolver o problema do sofrimento, mas dar-nos a perspectiva correta a partir da qual enxergá-lo. Assim, sempre que estivermos dilacerados pela angústia, podemos escalar o monte Calvário e, daquele mirante único e privilegiado, examinar cuidadosamente as calamidades da vida. O que torna o sofrimento insuportável não é tanto a dor que o acompanha, mas o sentimento de que Deus não se importa.
Nós o imaginamos se espreguiçando em uma poltrona no céu, indiferente aos sofrimentos do mundo. É essa caricatura caluniosa de Deus que a cruz quebra em pedaços. Devemos vê-lo não em uma poltrona confortável, mas na cruz. Pois o Deus que permite que soframos sofreu uma vez em Jesus Cristo e continua a sofrer hoje conosco. Há ainda uma marca de dúvida sobre o sofrimento humano, mas sobre ela nós colocamos ousadamente uma outra marca — a cruz de Cristo.
Para saber mais: Romanos 8.28-39
Retirado de A Bíblia Toda o Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Sobre o Espírito Santo (parte 2)
Suas ações interrompem o fluir do Espírito em sua vida? O pecado encoberto interfere na circulação do Espírito. O pecado confessado, no entanto, conecta o cabo e restaura o poder.
(...) O Espírito Santo invisivelmente, embora de modo indispensável, funciona como o leme para o barco de sua alma, mantendo você navegando e na rota.
(...) “...o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5:5). Observe a preposição de. O Espírito Santo derrama o amor de Deus em nosso coração, não amor por Deus. Deus entrega um balde de amor ao Espírito e instrui: “Embebedam seus corações”.
(...) Nenhum de nós ora tanto quanto deveria, mas todos oramos mais do que pensamos, porque o Espírito Santo transforma nossos suspiros em petições e nossas lágrimas em súplicas. Ele fala por você e o protege. Ele assegura que você será ouvido. E também garante que você chegará ao lar.
Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs.76, 77 ,80 ,82 e 84).
(...) O Espírito Santo invisivelmente, embora de modo indispensável, funciona como o leme para o barco de sua alma, mantendo você navegando e na rota.
(...) “...o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5:5). Observe a preposição de. O Espírito Santo derrama o amor de Deus em nosso coração, não amor por Deus. Deus entrega um balde de amor ao Espírito e instrui: “Embebedam seus corações”.
(...) Nenhum de nós ora tanto quanto deveria, mas todos oramos mais do que pensamos, porque o Espírito Santo transforma nossos suspiros em petições e nossas lágrimas em súplicas. Ele fala por você e o protege. Ele assegura que você será ouvido. E também garante que você chegará ao lar.
Fonte: “Quem tem sede venha”, Max Lucado, CPAD (págs.76, 77 ,80 ,82 e 84).
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