“É dentro do nosso sofrimento, e nunca fora dele, que Jesus entra em nossa tristeza, toma-nos pela mão, puxa-nos gentilmente fazendo-nos ficar de pé e nos convida a dançar. E descobrimos o caminho da oração, como o salmista: “Converteste o meu pranto em dança” (Salmo 30:11), porque, no âmago da nossa tristeza, encontramos a graça de Deus".
“Se nos voltarmos para Deus, sem nos rebelarmos contra nossa ferida, permitimos que Ele a transforme em bem ainda maior. E deixamos que outros se unam a nós e descubram isso conosco”.
“Conforme formos levando a Deus nossas feridas – honestamente, e não superficialmente – algo de mudança em nossa vida pode começar a acontecer".
"Descobrimos que Deus é aquele que nos chama para a cura. Percebemos que toda dança de celebração deve entrelaçar pesar e benção num mesmo passo alegre”.
"Muitos de nós somos tentados a pensar que, se sofremos, a única coisa importante é o alívio da dor. Queremos escapar a qualquer custo. Mas quando aprendemos a mover-nos através do sofrimento, em lugar de tentar evitá-lo, vamos aceita-lo de modo diferente. Estaremos dispostos a deixá-lo ensinar-nos. Começaremos, até mesmo, a perceber como Deus pode usá-lo.
O sofrimento deixa de ser aborrecimento ou maldição de que temos de fugir sem poupar esforços, para tornar-se um caminho para uma realização mais profunda.
Basicamente, lamentar significa enfrentar o que nos fere na presença daquele que pode curar."
Fonte: “Transforma meu pranto em Dança” de Henri Nouwen, Editora Thomas Nelson Brasil
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Conhecer a vontade de Deus
Para quem compareceu (ou não) ao último Culto de Integração, dia 03/10, segue o texto-base da mensagem que foi compartilhada. As fotos do Culto já estão disponíveis na nossa Galeria. Acesse!
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Conhecer a vontade de Deus
O sofrimento nos faz crescer em Deus
“Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós que somos salvos, poder de Deus.” (1 Co 1:18) “Por que, qual dos homens sabe as coisas do homem senão o seu próprio espírito que nele está? Assim também, as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão Espírito de Deus. Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente.”(1 Co 2:11-12) Só o Espírito Santo pode nos fazer conhecer a vontade de Deus, porque Ele conhece a profunda riqueza da sabedoria de Deus, porque Ele está em Deus, é Deus, e habita em nós que somos salvos em Cristo. O que fazer em meio ao sofrimento? Por que sofremos? O que Deus nos ensina através do sofrimento? São perguntas que o homem faz a si mesmo quando passa pela dor, pelo sofrimento.
Porque o nosso Deus não permite que as coisas que nos fazem sofrer aconteçam por acaso. Nunca. E Deus não erra. Nunca. E não falha em seus propósitos. Se sofremos, é porque decidimos que, como Cristo, que pagou o preço, carregou a cruz (que era nossa), aprendeu a obediência pelo sofrimento e tudo resultou para a glória de Deus, nós também confiamos que o nosso sofrer resulta na manifestação da glória de Deus. Hoje em dia poucas pessoas querem pagar o preço. Ou acham que são boas demais para sofrer.
Quem melhor que Jesus em sua perfeição, que sendo Deus, pagou o preço como homem, se fazendo pecador por nós, morrendo na cruz, sendo inocente? Ele era homem, sentia dor física, e com certeza, sofreu por nós. Nos mostrou que a obediência é o caminho para alcançar a vitória. Ele mesmo nos disse que no mundo passaríamos por aflições, mas para termos bom ânimo, pois Ele venceu o mundo - pela sua obediência ao PAI através do sofrimento (Jo 16:33). Jesus foi obediente até o fim. Podemos ver como Ele orou ao PAI, no jardim do Getsêmani. Ele dizia: ”Meu PAI, se possível passa de mim este cálice! Todavia não seja como eu quero, e sim como Tu queres” (Mt 26:39). E ainda: “Meu PAI, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a Tua vontade”. (Mt 26:42). A palavra de Deus relata que por três vezes Ele fez essa oração.
E foi obediente, entregando-se por nós, para que o supremo propósito de Deus se cumprisse e nós fossemos salvos pelo seu sangue derramado. Deus tem falado comigo acerca de imaginar o sofrimento pelo que os outros passam, como sendo consigo, e passar realmente pelo sofrimento. Jesus, mesmo sabendo que iria sofrer, não sabia como seria se não sofresse. Ele foi cuspido, esbofeteado, xingado, e passou por tudo calado. Ao orar ao PAI, em agonia, no jardim, Ele imaginava que iria ser doloroso, mas só conheceu a dor, passando por tudo e sendo obediente. Quando enfrentamos situações difíceis, aqueles que nos amam nos dizem: ”Eu posso imaginar o que você esta sentindo”. Eles imaginam, mas não sabem como é... Ao abrir os olhos, sua realidade é diferente. Vem o alívio por que nada do que imaginou aconteceu consigo. É como dizer a uma mãe que perdeu o seu bebê que sabe a dor que ela sente, mas acordar de noite e ver que o seu bebê está no berço, dormindo tranqüilamente. Falhamos muito em consolar pessoas em determinadas situações, porque não passamos por aquilo. Palavras que são ditas e que não deveriam ter saído de nossa boca, um simples abraço transmite muito mais solidariedade.
Mas quando alguém diz: “Eu sei o que você está sentindo, porque já passei por isso”, é totalmente diferente! Olhamos de outra forma para a pessoa, sentimos afinidade com ela, sentimos que ela pode nos ajudar. Creio que é por isso que muitas vezes o SENHOR permite que alguns sofram, para podermos consolar os que sofrem da mesma maneira com que fomos consolados. “É Ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2 Co 1:4-5). Deus é fiel, Ele nos conforta, nos sustenta na tribulação, e não permite que passemos além do que podemos suportar.
Nós temos o consolador, que é o Espírito Santo, que habita em nós e nos revela a Glória de Deus, que se manifestará através do nosso sofrimento. Se “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8:28), devemos confiar que de alguma maneira nossos sofrimentos resultam para o nosso bem, para um crescimento espiritual, por que fomos chamados por Deus, para sermos por Ele aperfeiçoados e purificados como o ouro mais fino, como que pelo fogo. Aceitemos a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita em toda a plenitude da sua Graça, para que alcancemos a alegria completa que nos está proposta, pois a palavra diz: ”O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem ao amanhecer” (Sl 30:5b) e ainda: “Os que com lagrimas semeiam, com júbilo ceifarão” (Sl 126:5). Confiemos na palavra do Senhor e nas suas promessas porque está escrito que: “Para Deus, não haverá impossíveis, em todas as suas promessas” (Lc 1:37). A Ele seja a glória para sempre, amém!
Fonte: Rocca Ribeiro (Portal Melodia).
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Conhecer a vontade de Deus
O sofrimento nos faz crescer em Deus
“Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós que somos salvos, poder de Deus.” (1 Co 1:18) “Por que, qual dos homens sabe as coisas do homem senão o seu próprio espírito que nele está? Assim também, as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão Espírito de Deus. Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente.”(1 Co 2:11-12) Só o Espírito Santo pode nos fazer conhecer a vontade de Deus, porque Ele conhece a profunda riqueza da sabedoria de Deus, porque Ele está em Deus, é Deus, e habita em nós que somos salvos em Cristo. O que fazer em meio ao sofrimento? Por que sofremos? O que Deus nos ensina através do sofrimento? São perguntas que o homem faz a si mesmo quando passa pela dor, pelo sofrimento.
Porque o nosso Deus não permite que as coisas que nos fazem sofrer aconteçam por acaso. Nunca. E Deus não erra. Nunca. E não falha em seus propósitos. Se sofremos, é porque decidimos que, como Cristo, que pagou o preço, carregou a cruz (que era nossa), aprendeu a obediência pelo sofrimento e tudo resultou para a glória de Deus, nós também confiamos que o nosso sofrer resulta na manifestação da glória de Deus. Hoje em dia poucas pessoas querem pagar o preço. Ou acham que são boas demais para sofrer.
Quem melhor que Jesus em sua perfeição, que sendo Deus, pagou o preço como homem, se fazendo pecador por nós, morrendo na cruz, sendo inocente? Ele era homem, sentia dor física, e com certeza, sofreu por nós. Nos mostrou que a obediência é o caminho para alcançar a vitória. Ele mesmo nos disse que no mundo passaríamos por aflições, mas para termos bom ânimo, pois Ele venceu o mundo - pela sua obediência ao PAI através do sofrimento (Jo 16:33). Jesus foi obediente até o fim. Podemos ver como Ele orou ao PAI, no jardim do Getsêmani. Ele dizia: ”Meu PAI, se possível passa de mim este cálice! Todavia não seja como eu quero, e sim como Tu queres” (Mt 26:39). E ainda: “Meu PAI, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a Tua vontade”. (Mt 26:42). A palavra de Deus relata que por três vezes Ele fez essa oração.
E foi obediente, entregando-se por nós, para que o supremo propósito de Deus se cumprisse e nós fossemos salvos pelo seu sangue derramado. Deus tem falado comigo acerca de imaginar o sofrimento pelo que os outros passam, como sendo consigo, e passar realmente pelo sofrimento. Jesus, mesmo sabendo que iria sofrer, não sabia como seria se não sofresse. Ele foi cuspido, esbofeteado, xingado, e passou por tudo calado. Ao orar ao PAI, em agonia, no jardim, Ele imaginava que iria ser doloroso, mas só conheceu a dor, passando por tudo e sendo obediente. Quando enfrentamos situações difíceis, aqueles que nos amam nos dizem: ”Eu posso imaginar o que você esta sentindo”. Eles imaginam, mas não sabem como é... Ao abrir os olhos, sua realidade é diferente. Vem o alívio por que nada do que imaginou aconteceu consigo. É como dizer a uma mãe que perdeu o seu bebê que sabe a dor que ela sente, mas acordar de noite e ver que o seu bebê está no berço, dormindo tranqüilamente. Falhamos muito em consolar pessoas em determinadas situações, porque não passamos por aquilo. Palavras que são ditas e que não deveriam ter saído de nossa boca, um simples abraço transmite muito mais solidariedade.
Mas quando alguém diz: “Eu sei o que você está sentindo, porque já passei por isso”, é totalmente diferente! Olhamos de outra forma para a pessoa, sentimos afinidade com ela, sentimos que ela pode nos ajudar. Creio que é por isso que muitas vezes o SENHOR permite que alguns sofram, para podermos consolar os que sofrem da mesma maneira com que fomos consolados. “É Ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2 Co 1:4-5). Deus é fiel, Ele nos conforta, nos sustenta na tribulação, e não permite que passemos além do que podemos suportar.
Nós temos o consolador, que é o Espírito Santo, que habita em nós e nos revela a Glória de Deus, que se manifestará através do nosso sofrimento. Se “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8:28), devemos confiar que de alguma maneira nossos sofrimentos resultam para o nosso bem, para um crescimento espiritual, por que fomos chamados por Deus, para sermos por Ele aperfeiçoados e purificados como o ouro mais fino, como que pelo fogo. Aceitemos a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita em toda a plenitude da sua Graça, para que alcancemos a alegria completa que nos está proposta, pois a palavra diz: ”O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem ao amanhecer” (Sl 30:5b) e ainda: “Os que com lagrimas semeiam, com júbilo ceifarão” (Sl 126:5). Confiemos na palavra do Senhor e nas suas promessas porque está escrito que: “Para Deus, não haverá impossíveis, em todas as suas promessas” (Lc 1:37). A Ele seja a glória para sempre, amém!
Fonte: Rocca Ribeiro (Portal Melodia).
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