Cadastre seu e-mail:

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Por que Jesus foi ao casamento?

Por que Jesus, em sua primeira viagem, levou seus seguidores para uma festa? Será que eles não têm trabalho a fazer? Será que ele não tem princípios para ensinar? Não foi limitado o seu tempo? Como poderia um casamento se encaixar com o seu propósito na terra?

Por que Jesus foi o casamento? A resposta? É encontrada no segundo versículo de João 2: "Jesus e seus seguidores também foram convidados para o casamento." Jesus não foi convidado porque ele era uma celebridade. Ele não era ainda. O convite não foi motivado por seus milagres. Ele não tinha executado nenhum ainda.

Por que eles iriam convidá-lo? Suponho que eles gostavam dele.

Grande coisa? Acho que sim. Eu acho que é importante que as pessoas comuns numa cidade pequena gostem de estar com Jesus. Eu acho que é digno de destaque que o Todo-Poderoso não agiu exaltado e poderoso. O Santo não era santarrão. Aquele que sabia tudo não era um sabe-tudo. Aquele que fez as estrelas não mantinha a cabeça nelas. Aquele que possui todas as coisas da terra nunca tolerou isso.

Jesus poderia ter sido tudo isso, mas ele não era. Seu propósito não era para se exibir, mas aparecer. Ele teve um grande esforço para ser tão humano quanto o cara na rua. Ele não precisava estudar, mas ainda assim foi para a sinagoga. Ele não tinha necessidade de ter renda, mas ainda trabalhava na oficina. Ele havia conhecido a comunhão dos anjos e ouvido as harpas do céu, mas ainda ia a festas promovidas por cobradores de impostos. E sobre os seus ombros repousava o desafio de redimir a criação, mas ele ainda teve tempo de andar 90 milhas de Jericó a Cana para ir a um casamento.

Como resultado, as pessoas gostavam dele. Oh, havia aqueles que se aborreciam em suas reivindicações. Eles o chamavam blasfemo, mas nunca o chamaram de fanfarrão. Eles o acusaram de heresia, mas nunca de arrogância. Ele foi marcado como um radical, mas nunca foi chamado de inacessível.

A sua fé fez dele amável, mas não detestável. Será que a nossa faria o mesmo?

Fonte: "When God Whispers Your Name", de Max Lucado / Copyright Thomas Nelson, 1994 /  Tradução: Thaisa Sterque

Nenhum comentário:

Postar um comentário