Nesse sábado que se aproxima (03/09) vamos nos reunir para uma festa santa! “Festa” porque temos motivos de sobra para nos alegrar! E “santa” porque é uma reunião do povo escolhido e separado para viver uma vida que agrade a Deus, uma vida santa!
Serão momentos de comunhão, adoração, relacionamento e Palavra, onde há liberdade para sentir a Presença de Deus e ser tocado por Ele!
Queremos estender esse convite a você! Venha estar conosco e experimentar algo mais profundo da parte de Deus! Venha conhecer pessoas que caminham em comunhão e querem fazer a diferença nesse tempo!
Esperamos por você!
>> Informações:
Evento: Culto de Integração
Tema: Missões: Você está disposto a ir?
Data / Horário: 03/09 as 18h
Local: Assembléia de Deus em Bonsucesso
Rua Frei Jaboatão, 44
Contato: 2573-9546 / 8187-0581 (falar c/George)
E-mail: consolidacao.adb@gmail.com
Louvor com Ministério Hesed (@Hesed_oficial)
Palavra com Josué Guilherme (@josueguilherme), que retornou do Projeto Missionário da JUVEP (www.juvep.com.br), realizado no distrito de Missão Velha, em Jamacarú-CE.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de julho de 2010
A cultura e a comunicação do evangelho
Por: Florencio de Ataídes
A palavra “cultura” pode ser entendida como costumes, língua e tradições de um povo. Ou seja, é resultado de comportamentos que um grupo herda de seus antepassados, transmitindo-os às gerações seguintes. A cultura não é estática, mas dinâmica, pois novos costumes e valores são assimilados constantemente. Segundo David J. Hesselgrave, “a cultura constantemente se transforma em decorrência das inovações, das pressões internas e dos empréstimos transculturais” (“A Comunicação Transcultural do Evangelho”, p. 86). Essas mudanças não acontecem abruptamente -- são um processo que leva algum tempo.
A cultura pode chocar-se com os conceitos bíblicos, constituindo-se num problema para missionários. O trabalho transcultural requer sensibilidade diante dos costumes e rituais do povo, distinguindo aquilo que é demoníaco e o que é cultural.
Quando o missionário considera a sua cultura superior àquela do povo com o qual está trabalhando, surgem barreiras intransponíveis e os prejuízos são irreparáveis! É preciso ter interesse pela cultura do povo, imergindo nela para compreender e contextualizar a mensagem do evangelho, para que haja uma comunicação adequada e sem prejuízo ao seu conteúdo. O Pacto de Lausanne entende que “o evangelho não pressupõe a superioridade de nenhuma cultura sobre a outra, mas avalia todas as culturas de acordo com o seu critério de verdade e justiça, insistindo nos absolutos morais de cada cultura” (“O Evangelho e a Cultura”, p. 73). O antropólogo Paul G. Hiebert afirma que “por causa do pecado do homem, todas as culturas também possuem estruturas e práticas pecaminosas” (“O Evangelho e a Diversidade das Culturas”, p. 33).
O papel do missionário não é mudar a cultura do povo com o qual está trabalhando, mas levar o evangelho em sua essência, apenas orientando os convertidos e ensinando-lhes o puro evangelho de Jesus Cristo. Essa é a sua tarefa primordial; o resto é trabalho de Deus!
Florencio de Ataídes é pastor da Igreja Presbiteriana Renovada, diretor da Escola de Missões Priscila e Áquila, bacharel em teologia pelo SPR, licenciado em história pela Fatema, pós-graduado em filosofia pela UCG e mestre em missiologia pelo CEM.
A palavra “cultura” pode ser entendida como costumes, língua e tradições de um povo. Ou seja, é resultado de comportamentos que um grupo herda de seus antepassados, transmitindo-os às gerações seguintes. A cultura não é estática, mas dinâmica, pois novos costumes e valores são assimilados constantemente. Segundo David J. Hesselgrave, “a cultura constantemente se transforma em decorrência das inovações, das pressões internas e dos empréstimos transculturais” (“A Comunicação Transcultural do Evangelho”, p. 86). Essas mudanças não acontecem abruptamente -- são um processo que leva algum tempo.
A cultura pode chocar-se com os conceitos bíblicos, constituindo-se num problema para missionários. O trabalho transcultural requer sensibilidade diante dos costumes e rituais do povo, distinguindo aquilo que é demoníaco e o que é cultural.
Quando o missionário considera a sua cultura superior àquela do povo com o qual está trabalhando, surgem barreiras intransponíveis e os prejuízos são irreparáveis! É preciso ter interesse pela cultura do povo, imergindo nela para compreender e contextualizar a mensagem do evangelho, para que haja uma comunicação adequada e sem prejuízo ao seu conteúdo. O Pacto de Lausanne entende que “o evangelho não pressupõe a superioridade de nenhuma cultura sobre a outra, mas avalia todas as culturas de acordo com o seu critério de verdade e justiça, insistindo nos absolutos morais de cada cultura” (“O Evangelho e a Cultura”, p. 73). O antropólogo Paul G. Hiebert afirma que “por causa do pecado do homem, todas as culturas também possuem estruturas e práticas pecaminosas” (“O Evangelho e a Diversidade das Culturas”, p. 33).
O papel do missionário não é mudar a cultura do povo com o qual está trabalhando, mas levar o evangelho em sua essência, apenas orientando os convertidos e ensinando-lhes o puro evangelho de Jesus Cristo. Essa é a sua tarefa primordial; o resto é trabalho de Deus!
Florencio de Ataídes é pastor da Igreja Presbiteriana Renovada, diretor da Escola de Missões Priscila e Áquila, bacharel em teologia pelo SPR, licenciado em história pela Fatema, pós-graduado em filosofia pela UCG e mestre em missiologia pelo CEM.
Fonte: Ultimato
segunda-feira, 10 de maio de 2010
In necessariis unitas, in dubiis libertas, in omnibus caritas
No essencial, unidade; no secundário, diversidade; em todas as coisas, caridade.
-- Lema dos morávios
Dois jovens morávios souberam que numa ilha no leste da Índia havia 3 mil escravos pertencentes a um ateu britânico. Sem permissão de ir para lá como missionários, eles decidiram se vender como escravos e usar o dinheiro para pagar as passagens para a ilha. No dia da partida, suas famílias estavam reunidas no porto, sabendo que jamais os veriam outra vez. Quando o barco estava se afastando, os dois rapazes gritaram: “Que através das nossas vidas o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa por seu sacrifício”.
A Igreja dos Morávios começou com John Huss no final do século 14 e estabeleceu uma comunidade na Saxônia chamada Herrnhut, onde, no século 17, houve um avivamento a partir de uma reunião de oração ininterrupta, 24 horas por dia, sete dias por semana, que durou 100 anos.
Os primeiros missionários morávios foram um oleiro e um carpinteiro, enviados para o Caribe em 1732. Trinta anos depois, centenas de missionários haviam seguido para muitas partes do mundo, como o Ártico, a África e o Oriente, sustentando-se com suas profissões. Em Labrador, eles compraram navios e ensinaram atividades produtivas ao povo, levando o evangelho e melhoria de vida. No Suriname, atuaram no comércio, criando alfaiatarias, fábricas de relógios e panificadoras. Sua influência econômica crescia juntamente com a influência espiritual.
“A contribuição mais importante dos morávios foi a ênfase na ideia de que todo cristão é um missionário e deve testemunhar por meio de sua vida diária. Se o exemplo dos morávios tivesse sido estudado mais cuidadosamente por outros cristãos, é possível que o homem de negócios pudesse ter retido seu lugar de honra na missão cristã em desenvolvimento, além do pregador, do professor e do médico”, afirmou William Danker.
Por: Enedina Sacramento, casada, seis filhos, é membro do Comitê Gestor da Interserve Brasil-CEM. / Fonte: Ultimato
-- Lema dos morávios
Dois jovens morávios souberam que numa ilha no leste da Índia havia 3 mil escravos pertencentes a um ateu britânico. Sem permissão de ir para lá como missionários, eles decidiram se vender como escravos e usar o dinheiro para pagar as passagens para a ilha. No dia da partida, suas famílias estavam reunidas no porto, sabendo que jamais os veriam outra vez. Quando o barco estava se afastando, os dois rapazes gritaram: “Que através das nossas vidas o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa por seu sacrifício”.
A Igreja dos Morávios começou com John Huss no final do século 14 e estabeleceu uma comunidade na Saxônia chamada Herrnhut, onde, no século 17, houve um avivamento a partir de uma reunião de oração ininterrupta, 24 horas por dia, sete dias por semana, que durou 100 anos.
Os primeiros missionários morávios foram um oleiro e um carpinteiro, enviados para o Caribe em 1732. Trinta anos depois, centenas de missionários haviam seguido para muitas partes do mundo, como o Ártico, a África e o Oriente, sustentando-se com suas profissões. Em Labrador, eles compraram navios e ensinaram atividades produtivas ao povo, levando o evangelho e melhoria de vida. No Suriname, atuaram no comércio, criando alfaiatarias, fábricas de relógios e panificadoras. Sua influência econômica crescia juntamente com a influência espiritual.
“A contribuição mais importante dos morávios foi a ênfase na ideia de que todo cristão é um missionário e deve testemunhar por meio de sua vida diária. Se o exemplo dos morávios tivesse sido estudado mais cuidadosamente por outros cristãos, é possível que o homem de negócios pudesse ter retido seu lugar de honra na missão cristã em desenvolvimento, além do pregador, do professor e do médico”, afirmou William Danker.
Por: Enedina Sacramento, casada, seis filhos, é membro do Comitê Gestor da Interserve Brasil-CEM. / Fonte: Ultimato
sábado, 24 de abril de 2010
Estatísticas atualizadas do desafio missionário indígena no Brasil
“A Igreja indígena está em franco crescimento, e isto se dá a partir das relações inter-tribais locais, atuação missionária com ênfase no discipulado e treinamento indígena e três fortes movimentos indígenas nacionais. A presença missionária coordena mais de duas centenas de programas e projetos sociais de relevância que minimizam o sofrimento em áreas críticas, sobretudo em educação e saúde, e valorizam a sociedade indígena local”. A boa notícia vem do relatório 2010 Etnias Indígenas Brasileiras, do Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB). Mas segundo o estudo, ainda há muito o que fazer: “não há presença missionária em 95 etnias conhecidas, 27 etnias isoladas e 25 a pesquisar, totalizando 147 etnias sem presença missionária”.
A pesquisa, coordenada pelo antropólogo e pastor Ronaldo Lidório, informa também que “a Igreja Indígena está presente, em diferentes níveis de representação, em 150 etnias, possuindo igreja local com liderança própria em 51 e sem liderança própria em 99. A presença missionária evangélica se encontra em 182 etnias indígenas, representando mais de 30 agências missionárias evangélicas e quase 100 diferentes denominações. Em 165 destas etnias há programas e projetos sociais coordenados por missionários evangélicos. Destas, 92 possuem um programa social ativo, 54 possuem dois programas sociais ativos, e 19 possuem 3 ou mais programas perfazendo 257 programas e projetos com ênfase nas áreas de educação (análise linguística, registro, letramento, publicações locais e tradução), saúde (assistência básica, primeiros socorros e clínicas médicas), subsistência e sociocultural (valorização cultural, promoção da cidadania, mercado justo e inclusão social)”.
Há 16 seminários e cursos bíblicos no Brasil com ênfase no preparo indígena e três movimentos nacionais de iniciativa e coordenação indígena evangélica: o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI); a Associação de Mulheres Evangélicas Indígenas (AMEI) e a Associação Indígena de Tradudores Evangélicos (AITE).
O relatório destaca “um movimento nacional com ênfase nos direitos humanos e especial combate ao infanticídio” que foi iniciado pela ATINI – VOZ PELA VIDA, e “aglutinou nos últimos anos apoio e participação de todos os segmentos evangélicos despertando o debate, expondo fatos contundentes e resultando em ações de valorização à vida e apoio a crianças em risco de infanticídio”.
Leia mais sobre o relatório Etnias Indígenas Brasileiras 2010, da AMTB.
Fonte: Agência Soma
A pesquisa, coordenada pelo antropólogo e pastor Ronaldo Lidório, informa também que “a Igreja Indígena está presente, em diferentes níveis de representação, em 150 etnias, possuindo igreja local com liderança própria em 51 e sem liderança própria em 99. A presença missionária evangélica se encontra em 182 etnias indígenas, representando mais de 30 agências missionárias evangélicas e quase 100 diferentes denominações. Em 165 destas etnias há programas e projetos sociais coordenados por missionários evangélicos. Destas, 92 possuem um programa social ativo, 54 possuem dois programas sociais ativos, e 19 possuem 3 ou mais programas perfazendo 257 programas e projetos com ênfase nas áreas de educação (análise linguística, registro, letramento, publicações locais e tradução), saúde (assistência básica, primeiros socorros e clínicas médicas), subsistência e sociocultural (valorização cultural, promoção da cidadania, mercado justo e inclusão social)”.
Há 16 seminários e cursos bíblicos no Brasil com ênfase no preparo indígena e três movimentos nacionais de iniciativa e coordenação indígena evangélica: o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI); a Associação de Mulheres Evangélicas Indígenas (AMEI) e a Associação Indígena de Tradudores Evangélicos (AITE).
O relatório destaca “um movimento nacional com ênfase nos direitos humanos e especial combate ao infanticídio” que foi iniciado pela ATINI – VOZ PELA VIDA, e “aglutinou nos últimos anos apoio e participação de todos os segmentos evangélicos despertando o debate, expondo fatos contundentes e resultando em ações de valorização à vida e apoio a crianças em risco de infanticídio”.
Leia mais sobre o relatório Etnias Indígenas Brasileiras 2010, da AMTB.
Fonte: Agência Soma
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